sexta-feira, 26 de junho de 2015

Vida virtual da escola depende da formação do professor

Pesquisa aponta tendências para o uso de tecnologia na educação e como os educadores interagem com essas ferramentas
A formação e atualização de professores está ligada ao uso de recursos digitais nas escolas. É isso o que aponta a primeira etapa do relatórioTendências da Vida Virtual na Educação (TVVE), produzido com o apoio da ferramenta de diagnóstico de aprendizagem QMágico. Segundo o levantamento, a dimensão do impacto da tecnologia na escola tem relação com a capacitação dos educadores para saber quais ferramentas estão disponíveis e quando podem usá-las.
A pesquisa considerou a percepção de gestores de escolas em 25 estados brasileiros e o Distrito Federal, contabilizando 956 públicas e 147 privadas. Quando questionados sobre o fator que mais contribui para o aumento do uso de tecnologia na educação, a formação de professores apareceu em primeiro lugar com 36,5% das respostas, seguidas por outros itens como melhor conexão à internet (28,5%) e computadores disponíveis para o uso dos alunos (19,3%).
QMágico Tecnologia Formação ProfessoresCrédito: maglara / Fotolia.com

“Os recursos virtuais serão essenciais para um aprofundamento dos conteúdos apresentados tanto dentro de sala de aula quanto fora dela, desde que os professores sejam capacitados para a sua utilização”, diz no relatório a diretora Francisca dos Santos, da Escola Estadual Valdicleiwtson da Silva Menezes, de Cedro (PE).
Mais da metade dos gestores concordam plenamente (31,85%) ou parcialmente (43,31%) com a afirmação de que o que falta para aumentar a vida virtual das suas escolas é a formação de professores em tecnologia. João Paulo Uchôa, idealizador-executivo do relatório TVVE, explica que essa capacitação consiste em mostrar para o professor como a tecnologia pode ser uma ferramenta utilizada no trabalho dele. “As coisas passam a fazer parte do dia a dia do professor quando elas ganham sentido e significado”, explica.
De acordo com o relatório, os dispositivos mais presentes na escola são os projetores (85%), os computadores para alunos (76,5%) e professores (75,5%) e as câmeras digitais (73%). Ao investigar os benefícios que as escolas buscam ao adotar recursos virtuais, identificou-se que 21,5% das instituições desejam prover conteúdos que atendam à proposta de aula. Outros propósitos como captar a atenção dos alunos (17%) e otimizar o tempo em sala de aula (14,5%) também encabeçam a lista, revelando um uso que ainda está muito relacionado ao formato de aula tradicional.
Em contrapartida, o relatório também identifica uma tendência de que o uso de recursos virtuais aumente nas escolas durante os próximos anos, incorporando mais ferramentas relacionadas a um ensino personalizado, como jogos virtuais e listas de exercícios online.  “A tecnologia vai se moldar e se adaptar à realidade da escola”, comenta Uchôa.
A primeira fase do relatório TVVE já está disponível para download. A previsão é que a segunda etapa apresente um novo recorte nacional, acrescentando a percepção dos professores sobre o uso de tecnologia na escola. “O que deixa a gente feliz é que todos estão buscando significados para o uso da tecnologia”, afirma o empreendedor Thiago Feijão, criador do QMágico.
Fonte: http://porvir.org/porpensar/formacao-de-professores-reflete-vida-virtual-da-escola/20150430

Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas

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Novo Curso voltado para os profissionais e pesquisadores da educação interessados em projetos de mudança na educação presencial e online, focados em metodologias ativas, valores, criatividade e tecnologias móveis.
Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas destina-se a professores e instituições educacionais que querem atualizar sua forma de ensinar, com foco no envolvimento maior dos alunos, metodologias ativas, desenvolvimento de projetos individuais e grupais, com as tecnologias digitais mais adequadas para cada situação.
O foco é que cada professor aperfeiçoe seu projeto de aula e consiga, ao final, sentir-se mais confiante, realizar-se mais profissionalmente e que os alunos aprendam de forma mais eficiente.


Diferenciais:
  • Personalização: Acompanhamento de cada professor, do seu projeto e dificuldades por dois grandes pesquisadores e especialistas: Professores José Moran e Dênia Falcão
  • Aprendizagem com os colegas: melhores práticas, colaboração entre grupos de áreas afins.
  • Encontros ao vivo pela Internet: com todos os alunos e encontros de orientação individual.
  • Materiais didáticos: atualizados, dinâmicos e colaborativos

Público-Alvo
Profissionais da educação, coordenadores, professores (presenciais ou à distância), profissionais que atuam em treinamento e no desenvolvimento de projetos educacionais, e que têm interesse em metodologias educacionais inovadoras e no uso de tecnologias digitais.
Pré-Requisito
  • O aluno deve ter noções básicas do uso de tecnologias digitais e de rede.
  • Para acompanhar o curso a distância os alunos deverão ter acesso a computadores (ou notebook, tablet) com kit multimídia (microfone, autofalantes, e câmera de vídeo) e livre acesso a internet.
  • Para encontro virtual da comunidade de aprendizagem e realização das atividades propostas, é condição acessar o ambiente virtual Moodle PEIn.
Duração e Dedicação
  • Carga horária de 40 h/a, na modalidade a distância, com duração de dois meses ou 10 semanas (a combinar).
  • O curso prevê uma dedicação média de 4 (quatro) horas por semana.
Professores responsáveis:
José Moran 
Especialista em inovações na educação, professor de novas tecnologias na USP

www2.eca.usp.br/moran.

Dênia Falcão
Especialista em organizações de trabalho, educação e tecnologias,
pesquisadora e consultora em educação a distância e combinada (blended learning)



IPE – Inova Práticas Educacionais


Mais informações e demonstração dos cursos PEIn

Fonte: http://pein.com.br/cursos/curso-tecnologias-digitais-e-metodologias-ativas/

Redes sociais refletem quem somos e quem queremos ser enquanto figuras públicas

Tem gente que percebe, tem quem desconfia e mesmo quem duvida, mas o fato é:
estamos sendo monitorados. Nem é preciso entrar na questão da dita compra de dados
por parte das grandes corporações, basta reparar em tudo o que se sabe sobre a vida 
alheia graças às redes sociais. De fulano cortou o cabelo até beltrano tem problemas com o 
chefe, a linha de fronteira é tênue. Um deslize no bom senso e pronto, o que era privado
torna-se público e o que era sossego pode virar dor de cabeça.


Quando episódios de exposição acontecem e repercutem de forma inesperada, danos
à imagem são só a primeira das consequências. “Todos os conteúdos que compartilhamos
constroem sentido sobre quem somos e quem queremos ser, como um diário aberto”,
esclarece a assessora de imprensa e professora dos cursos de comunicação da Unisinos
Cybeli Moraes. “Se uma pessoa expõe algum dado de sua vida íntima, por exemplo, é
natural que a imaginemos nesta situação, e essa associação adere como uma marca, e
especialmente ao papel que a pessoa desempenha, social e institucionalmente.”
Não que as redes sejam problema, pelo contrário, são canais adequados tanto à
convivência, quanto à produção e circulação de conteúdo relevante e de entretenimento.
Mas o uso individual, sem a reflexão sobre as consequências que as postagens ou
comentários podem ter, é que representa sinal de alerta, afinal, reflete a reputação do
indivíduo enquanto figura pública. E mais: pode interferir na vida do outro, aquele que,
sem entender por que, acaba envolvido na situação. "Os círculos de amigos proporcionados
pelas redes são cada vez mais populosos, ou seja, é muito fácil estar conectado com muitas
pessoas, ainda que indiretamente, que você não conhece, mas que acabam se relacionando
com tudo o que você compartilha", comenta Cybeli.
Em ambientes virtuais, toda ação gera uma reação, por isso, vale lembrar que ter a
possibilidade de dar opinião não significa estar sujeito à manifestação compulsória. Nas
redes sociais, então, é ainda mais fácil confundir o direito à liberdade de expressão com a
falsa necessidade de posicionamento - o que gera bites de lixo informacional e, com
frequência, consequências jurídicas. Tudo começa por um comentário inocente.
Para evitar incômodos, o primeiro passo consiste em pensar o que se quer deixar
para a posterioridade. Depois, cabe ponderar sobre a relevância das práticas. “O que eu tenho 
a dizer vai contribuir, tem pertinência, é passível de aproveitamento?”, questiona a professora.
Por fim, mas não menos importante, saber o destino que se pretende dar ao meio de
comunicação em si - o que espero que a rede diga sobre mim? "Muitos sites de redes sociais
não foram criados com este objetivo, de serem quase um veículo institucional de alguém, mas
esse uso está sendo dado a eles, desde as empresas de recrutamento até a escolha na 
hora de adicionar, seguir ou bloquear amigos. Por isso, é preciso dar um sentido próprio e 
reflexivo a estes espaços".
O professor Ederson Locatelli, que atua com Formação Docente, complementa: "Um
exercício importante é, ao publicar algo, imaginar todos os seus contatos na sua frente e pensar
se externalizaria isto a eles, pois a cibercultura não é um universo paralelo, mas tem tudo
a ver com a sua vida".

Confira dicas e saiba mais sobre práticas nas redes sociais assistindo ao vídeo a seguir.


Fonte: http://www.unisinos.br/noticias/universidade/parecia-um-comentario-inocente

Twitter: um mundo de escritores

Haverá mais palavras escritas no Twitter nos próximos dois anos do que as contidas em todos os livros já impressos. A epítome da nova comunicação é exatamente essa: curta e em tempo real.

Por mais curioso que possa parecer, o quarto relatório trimestral do Facebook em 2013 afirmava que pessoas abaixo de 18 anos não estão mais usando essa rede social como antes. Independentemente da maneira como os adolescentes estejam mantendo contato uns com os outros, seja pelo Facebook, Snapchat, WhatsApp ou Twitter, a única certeza é a de que eles estão usando palavras. Até o adolescente mais reservado de 2014 escreveu muito mais em toda a sua vida do que qualquer um dos que viveram suas adolescências no início da década de 1990 (ou anteriores).
A Internet tem vários aspectos lamentáveis, mas isto sempre agradou: ela é um mundo de escritores. A sua vida on-line, seja você quem for, é mediada pelas palavras. Você trabalha, socializa e flerta, tudo digitando. Não importa quais palavras usamos ou como escrevemos as letras, estamos “nos escrevendo” mais do que nunca. Hoje não é preciso confiar na sorte para preservar e saber o que alguém estava pensando ou como falava. Está tudo preservado. Estamos à beira de uma mudança monumental no estudo da comunicação humana.
Haverá mais palavras escritas no Twitter nos próximos dois anos do que as contidas em todos os livros já impressos. As análises mais básicas mostram que a linguagem no Twitter está longe de ter se degradado. Uma comparação das palavras mais usadas no Twitter com o Oxford English Corpus (OEC — Corpus da Língua Inglesa de Oxford), uma coleção de aproximadamente 2,5 bilhões de palavras retiradas de todos os tipos de escrita moderna: jornalismo, romances, blogs, artigos acadêmicos etc. Separando as cem primeiras palavras das dezenas de milhares utilizadas pelas pessoas.
Se observa na lista do Twitter, que apesar dos resmungos dos cansados guardiões no alto da Fortaleza da Língua (Inglesa, no caso), existem apenas duas palavras da linguagem da Internet: RT que significa retweet (retuitar) e u, usada no lugar de you (você) entre as cem mais utilizadas. Era de se imaginar que as contrações gramaticais ou de outros tipos seriam a base de um formato que permite apenas 140 caracteres, mas as pessoas parecem estar escrevendo de acordo com esta limitação em vez de usar artifícios para driblá-la. Em Língua Portuguesa, apesar de não termos uma pesquisa similar, é bem possível que os resultados não fossem tão diferentes.
Quando se calcula o tamanho médio de palavra no Twitter, ele é maior que o do OEC: 4,3 caracteres versus 3,4. O Twitter, na verdade, pode estar melhorando a escrita dos usuários. Quem tuíta não tem opção além de ser conciso e, pensando bem, o limite de caracteres na verdade explica as palavras levemente maiores que encontramos. A mudança que o Twitter trouxe à linguagem em si não é nada comparada à mudança que está trazendo ao estudo da linguagem. Os pesquisadores já estão agrupando as pessoas pela linguagem que usam no Twitter.
O Twitter, na verdade, pode estar melhorando a escrita dos usuários.
Quando linguagem e dados se unem, essa dimensão extra que é o tempo se torna irrefutável. Mas perceba que estamos vivendo a explosão cambriana da escrita em vez de sua extinção em massa. A variedade é a preservação da arte, não uma ameaça a ela. Toda essa escrita tem um propósito. Usamos palavras para nos conectar[3].
Fonte: http://www.dataclisma.com.br/internet-um-mundo-de-escritores/

Recursos Educacionais Aberto




Programa

Recursos Educacionais Abertos (REAs) são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa – digitais ou não – que são disponibilizados de modo a permitir seu uso, adaptação e redistribuição de forma gratuita, geralmente em licenças Creative Commons. Seu princípio é o de considerar livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, softwares e qualquer outra ferramenta, material ou técnica, como bens públicos, com nenhuma ou o mínimo de restrições possíveis. Nesta concepção, reside a ideia de que o conhecimento não é produzido de maneira totalmente independente, e de que todos somos produtores de saberes, capazes de contribuir para democratizar a circulação e   o acesso ao conhecimento. A pesquisa “Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula”, realizada pela ONG Ação Educativa com apoio da Wikimedia Foundation, analisou 22 portais de recursos educacionais on-line (em sua maioria voltados à educação básica), e 231 recursos educacionais abertos, com objetivo de mapear as produções existentes, no que diz respeito à sua missão, aos tipos de licença adotadas, a que etapas e modalidades da educação são direcionadas, em que áreas do conhecimento, se permitem ou não a colaboração dos usuários, quais são os critérios de busca e se possuem algum tipo de suporte específico para o uso em sala de aula. Neste encontro é apresentado o estudo, que procurou mapear os principais atores do campo no país e desafios para apropriação destes materiais.

(Foto: Clovis-Melo-_-obra-Serpentina-de-luzes-_-CCby2.0)

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do inicio da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

Palestrantes


Gustavo Paiva

Gustavo Paiva

Jornalista, atua desde 2012 na ONG Ação Educativa. Coordena o programa Observatório da Educação, que atua pela promoção da transparência e controle social na área.



Jamila Venturini

Jamila Venturini

Jornalista e pesquisadora. É co-diretora do documentário Mapuche: gente da terra, vencedor do 4º Festival Internacional da Pachamama.

 






Data

13/07/2015 a 13/07/2015

Dias e Horários

Segunda, 19h30 às 21h30.

Local

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar
Bela Vista - São Paulo/SP

Valores

R$ 9,00 - credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes
R$ 15,00 - pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante
R$ 30,00 - inteira

Fonte: http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/recursos-educacionais-aberto?nocache=1390983415

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação




Regulamento do Simpósio Hipertexto 
Para garantir um ambiente satisfatório para todos os envolvidos, a organização do Simpósio Hipertexto solicita a leitura atenta do Regulamento do Evento. As informações estão dispostas por tema em forma de perguntas e respostas para facilitar a leitura e compreensão de todos os detalhes.
1. PRAZOS E ETAPAS DE INSCRIÇÃO
Até quando posso me inscrever no evento? Depende da modalidade de participação. As inscrições para submissão de resumos serão iniciadas em março e se encerram em agosto de 2015. Participantes não apresentadores de trabalho – ouvintes – terão até o mês de outubro para realizar inscrição.
O que inscrevo primeiro: o resumo ou o trabalho completo? Para apresentar um trabalho no evento é necessário primeiramente submeter o resumo através da ficha de inscrição disponível no site do Simpósio. Os resumos serão avaliados e os autores notificados sobre sua aprovação ou não. O trabalho completo escrito deverá ser enviado apenas pelos autores que receberam o Recibo Carta de Aceite do resumo, enviada pela organização do evento via e-mail após confirmação do pagamento da taxa de inscrição. A chamada dos trabalhos aprovados será aberta assim que o prazo para submissão de resumos for encerrado.
2. SUBMISSÃO DE RESUMOS
Submeti um resumo, quando receberei minha carta de aceite? O Recibo Carta de Aceite será enviado após o pagamento da taxa de inscrição. Antes disso os autores receberão a Notificação de Aprovação ou Reprovação logo após o resumo ser avaliado pela organização do evento. A avaliação dos resumos acontece no prazo de até 5 dias úteis após a data de submissão.
Como saberei se meu resumo foi aceito? O inscrito que submeter resumo para avaliação receberá por e-mail documento oficial do evento informando sobre a aprovação ou a reprovação do mesmo. Toda comunicação é feita por e-mail, utilizando o endereço cadastrado pelo participante ao preencher o formulário. Sempre utilize um endereço de e-mail ativo e verificado com frequência.
Meu resumo não foi aprovado, o que faço? Resumos não aprovados poderão ser reescritos de acordo com as orientações contidas no parecer enviado pela organização e submetidos novamente em até 5 dias úteis, desde que tenham sido enviados no prazo regular, até 31 de agosto de 2015.
3. QUANTIDADE DE TRABALHOS E COAUTORIA
Posso me inscrever com mais de um trabalho? Sim. Cada autor pode inscrever até dois trabalhos. No entanto é importante observar que o segundo trabalho deve ter necessariamente um coautor também inscrito no evento. Esse coautor deve estar presente e ser o responsável pela apresentação do segundo trabalho durante o evento. Essa regra deve ser seguida para que possamos garantir a apresentação do trabalho em caso de simultaneidade das sessões de comunicação oral.
É possível inscrever trabalho produzido em coautoria? Sim. Contudo, todos os autores de trabalhos em coautoria precisam preencher o formulário e efetuar o pagamento da inscrição no evento. Essas ações são imprescindíveis para que sejam emitidos Recibo Carta de Aceite e certificados de forma individual, referentes à apresentação do trabalho. Para apresentação de pôsteres só é permitida coautoria com outro estudante de graduação. Coautores não inscritos e coautores não presentes no evento não serão certificados.
4. TEMAS
Não consigo localizar a lista de Grupos de Trabalho para submissão dos resumos? O Simpósio Hipertexto não utiliza o sistema de grupos. Na ficha de inscrição o autor deverá selecionar entre os eixos temáticos listados aquele que mais se ajusta ao resumo submetido.
5. PAGAMENTOS
Não recebi carta de aceite, posso realizar o pagamento da minha inscrição? Não. O pagamento de inscrição com trabalho deverá ser feito somente após o recebimento da notificação de aprovação do seu resumo. Nela estarão os links para as opções de pagamento da inscrição. Somente após essa notificação é que o pagamento da inscrição deverá ser realizado. Após a comprovação do pagamento será emitido o documento Recibo Carta de Aceite que confirma sua efetiva inscrição no evento. Resumos não aprovados também serão notificados. Atenção aos valores e prazos: quantias pagas indevidamente serão convertidas em inscrições na categoria ouvinte.
Paguei a inscrição e meu resumo não foi aceito. O valor pago será devolvido? O valor da inscrição já pago será revertido para a inscrição na categoria ouvinte.
Como efetuo o pagamento?Quais os dados bancários? As informações necessárias para efetivação e confirmação de pagamento são disponibilizadas de duas formas: 1) direto no site do evento para participantes sem apresentação de trabalho (ouvintes) e 2) nas notificações de aprovação para participantes com apresentação de trabalhos.
Posso emitir boleto bancário para pagamento? Utilizamos o sistema de pagamentos PagSeguro. Nele é possível utilizar diferentes formas de pagamento, incluindo boleto bancário. As informações sobre valores estão disponíveisaqui.
Posso realizar o pagamento através de empenho? Sim. Para mais informações entre em contato com a secretaria através do e-mail contato@simposiohipertexto.com.br
Efetuei o pagamento, o que faço agora? Ao efetuar o pagamento você receberá notificação do PagSeguro e sua inscrição estará concluída. A organização do evento também enviará a Recibo Carta de Aceite referente ao seu pagamento.
6. OFICINAS
Posso me inscrever em mais de uma oficina? Não. As oficinas acontecem simultaneamente em horários programados pela organização do evento. Desta forma, não é possível inscrição em mais de uma oficina. Lembramos ainda que, para emissão de certificado, é obrigatório o cumprimento da carga horária total da oficina.
Só tenho interesse em participar das oficinas, é possível? Não. As oficinas são ofertadas exclusivamente para os inscritos no evento. É necessário inscrever-se no evento como apresentador de trabalho ou ouvinte para que seja possível se inscrever também nas oficinas.
A oficina está inclusa no valor da inscrição? Não. A oficina possui taxa de inscrição própria no valor de R$ 60,00. Inscritos em oficina com carga horária total cumprida recebem certificação específica de participação em Oficina.
7. CATEGORIAS DE INSCRIÇÃO
Sou aluno de graduação e quero apresentar trabalho em uma seção de comunicação individual. Como fazer?As seções de comunicação são de participação exclusiva para mestres/doutores ou mestrandos/doutorandos e pesquisadores já formados. Alunos de graduação devem se inscrever na modalidade de apresentação de pôsteres digitais, categoria criada exclusivamente para os alunos da graduação onde os trabalhos apresentados serão avaliados e as melhores apresentações premiadas. Alunos de graduação que realizarem inscrição em outra modalidade serão contatados e reconduzidos à modalidade pôsteres digitais. Essa modalidade é exclusiva para estudantes e oferece taxa de inscrição reduzida como forma de estímulo à participação dos alunos.
Como devo confeccionar o pôster? Um modelo para confecção de pôsteres está disponível aqui. O modelo pode ou não ser seguido pelo autor. Seu uso não é obrigatório. Cada autor terá o tempo de 20 minutos para realizar sua apresentação oral com suporte do datashow. No Simpósio Hipertexto os pôsteres são digitais e possuem as mesmas características de uma comunicação individual.
Sou mestrando/mestre ou doutorando/doutor e quero apresentar um pôster. Como fazer? A categoria pôster é exclusiva para alunos de graduação. Demais pesquisadores devem realizar a inscrição como comunicação individual.
Meu orientador não estará no evento, ele recebe certificado? Pedimos a todos os autores de pôsteres digitais que informem o nome completo do orientador no ato da inscrição. Lembramos que apenas os alunos da graduação poderão apresentar os pôsteres. O orientador poderá estar inscrito e presente no evento, mas a apresentação é exclusiva do aluno que será avaliado pela comissão para concorrer a premiação. Os orientadores receberão certificação específica de orientação de trabalho e não de apresentação. Os orientadores receberão certificação pelos trabalhos apresentados mesmo que não estejam presentes.
8. ANAIS
Como participo dos Anais do evento? Serão publicados nos Anais do evento os trabalhos efetivamente apresentados por seus autores e aprovados pela Comissão Científica do evento. A presença durante a apresentação será comprovada através de assinatura de ata disponibilizada pela organização do evento no momento da apresentação do trabalho. Trabalhos aprovados que não forem apresentados durante o evento não participarão dos Anais e não receberão certificação.
Que normas devo seguir para submeter meu trabalho? As normas para envio de trabalhos completos estão disponíveis na seção Trabalhos deste website.
Em qual extensão de arquivo deve estar o meu trabalho completo? Os artigos devem ser enviados em formato aberto .doc para Microsoft Word e devem seguir o modelo disponível neste site e a formatação nele descrita. Trabalhos fora das normas não serão enviados para avaliação.
Onde e quando serão publicados os Anais? A publicação dos Anais ocorrerá, após a avaliação da Comissão Científica, no primeiro semestre de 2016. Mais informações estão disponíveis na seção Anais Eletrônicos deste website.
Até quando posso enviar meu trabalho para os Anais do evento? O prazo máximo para envio do trabalho completo para publicação nos Anais do 6° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação é 30/11/2015.

Fonte e mais informações: http://www.simposiohipertexto.com.br/sobre-o-simposio-hipertexto/regulamento

Seminário Internacional Recursos Educacionais Abertos



Nosso esforço de advocacy pela causa da Educação Aberta e dos Recursos Educacionais Abertos, visando a ampliação e a universalização do acesso ao conhecimento, teve uma importante conquista! 
As comissões de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados vão organizar conjuntamente o primeiro evento sobre o tema no dia 19 de agosto. 
Aberto ao público!

Saiba quem são os convidados nacionais e internacionais:http://www.rea.net.br/site/saiba-quem-sao-os-convidados-do-seminario-rea-na-camara/

No dia 20/8, faremos um outro seminário em São Paulo, em parceria com Revista ARede

Fontes: https://www.facebook.com/groups/reabrasil/
https://www.facebook.com/events/102787793396218/