quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Presença na web, comunicar com os alunos–Schoology


schoology

Tal como ontem referi, esta semana vou abordar três espaços que permitem ao professor estender a sala de aula para além desta. Três espaços que permitem ao professor ter uma presença na web sem a obrigatoriedade de reservar um tempo diário ou semanal para esse mesmo espaço.
Referia também que sou daqueles que penso que para os professores, existem espaços mais interessantes do que propriamente os blogues, talvez no fim exponha um post a explicar o meu ponto de vista.
Nesta revisão vou abordar somente plataformas que utilizo com as minhas turmas e tentar deixar o que elas permitem mas acima de tudo, o que gosto e o que não gosto nas plataformas.
A primeira plataforma que vou abordar, é o Schoology, um espaço já abordadoanteriormente no blogue mas de uma forma mais superficial.
O Scholoogy é um LMS(Learning Managing System) que funciona em jeito de timeline, com uma interface que se assemelha um pouco ao facebook.
Aos professores:
Permite gerir mais do que uma turma.
Criar uma biblioteca de recursos que depois podem ser distribuídos facilmente pelas nossas turmas.
Criar exercícios online, com respostas de V/F, de escolha múltipla, de ordenação, de referência cruzada, de espaços em branco e de resposta aberta. Estas questões, podem ser perfeitamente personalizadas e são feitas num editor que permite dar um formato com uma elegância à pergunta, permitindo a inclusão de imagens ou vídeos. Estes exercícios podem ser enviados para a nossa biblioteca e depois importados para outros cursos, no seu todo, ou pergunta a pergunta.
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A correção dos testes é feita automaticamente se assim o pretendermos, excepto claro, nas perguntas de resposta aberta.
Podemos criar trabalhos que depois de submetidos pelos alunos, podemos visualiza-los directamente no scholoogy e dar a respectiva nota e se assim o pretendermos deixar um comentário.
Neste espaço podemos visualizar uma grelha com todas as informações dos testes/trabalhos realizados pelos alunos
Registar a assiduidade, ao nível das faltas, atrasos, expulsões ou mesmo um comentário pessoal ao desempenho na aula.
Pode-se enviar de uma forma fácil uma mensagem a todos os alunos;
Abrir uma discussão com um simples post na timeline da disciplina
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Partilhar um link ou um recurso na timeline.
Quando acedemos ao nosso espaço quer alunos, quer professores, visualizam as notificações do que aconteceu desde o último login.
Considero o Schollogy uma plataforma para ser usado com alunos a partir do terceiro ciclo.
O que eu não gosto:
  • do acesso, acontece muitas vezes de o acesso a esta plataforma ser bastante lento
  • de não suportar a língua portuguesa;
  • embora a sua interface seja muito interessante do ponto de vista estético, é inicialmente uma plataforma um pouco confusa para os alunos;
  • Na timeline não surge tudo o que o professor coloca, obrigando o aluno a socorrer-se das notificações
O que eu gosto:
  • A gestão dos trabalhos
  • a criação de testes, a sua edição permite criar testes muito apelativos, se é que existem testes apelativos para os alunos Smiley piscando
  • o registo da assiduidade ou diário das atividades dos alunos, ficando o apontamento também visível para o aluno.
  • e com o tempo, esta plataforma, torna-se muito interessante
  • o constante acréscimo de aplicações que tornam a plataforma mais potente.
Para amanhã, reservo outra plataforma, talvez a que mais me agrada no momento. Até lá, experimentem o Scholoogy.
PS:Até ao final da semana estou a concorrer a um concurso de blogues organizado pelo blogue Aventar, se apreciarem o The Blog Teacher podem votar aqui no blogue na categoria “Escolares e Jornais de Escola” e podem votar diariamente.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Gil Giardelli: “O Brasil vive uma grande infância digital”

“O consumo está crescendo, mas não vemos o consumo de educação. Falta um processo de educação como um todo, que refletirá na internet”, afirma. É possível encaixar as mídias socias dentro do conceito de negócios no Brasil? O País, que investiu tanto em inclusão digital, esqueceu-se de pensar na educação de base? O empreendedorismo e a inovação estão sendo esmagados pela enormidade de princípios de fogo que as companhias tentam apagar diariamente nas redes sociais?
Perguntas complexas, às quais as respostas e aplicações são a chave do sucesso no mundo 2.0 – próximo do estágio 3.0 -, e que, de acordo com Gil Giardelli, são quase impossíveis de prever e contornar se não houver um segundo passo dentro das estratégias de inclusão digital e na administração e crescimento da massa de consumo que surgiu no País nos últimos quatro anos.

Giardelli é professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), já palestrou em mais de 700 eventos sobre marketing, publicidade, internet e mídias sociais, entre vários outros temas. É também co-fundador da agência Gaia Creative e da GVenture.
Abaixo, está um pequeno bate-papo sobre mídias sociais, educação, empreendedorismo, colaboração, crowdsourcing e diversos outros temas que, em suma, estão em momento “beta” no mundo corporativo nacional.
CRN Brasil – Como as empresas podem se posicionar nas mídias sociais, um ambiente em que todos querem inovar, mas que muda todos os dias?
Gil Giardelli – Primeiro temos que entender o que está acontecendo com o nosso mundo digital. O Brasil, apesar de ser o segundo país no Youtube, o primeiro em tempo no Facebook, ainda vive uma grande infância digital. E nessa infância, as pessoas acham que estão num vale-tudo.
Em todo lugar que existem mídias sociais de negócios, como o crowdsourcing, inicialmente se cria um conflito, mas depois começam as convergências. E aqui no Brasil, a minha impressão é que as pessoas só querem brigar e bater nas empresas, e também nas pessoas.
Aquele homem cordial que Sérgio Buarque de Holanda escreveu em Raízes do Brasil (1936), na internet é um totalmente brigão. E isso causa um processo em que as empresas param de inovar, pois qualquer ação é uma grande briga.
CRN Brasil – Existe um exemplo recente disto?
Giardelli – Na Campus Party deste ano, (o ambiente) estava super quente e a Sabesp disponibilizou um caminhão pipa com água, juntou umas meninas bacanas, uns copos e foi servir o pessoal. Virou motivo de chacota, pois é mais divertido tirar sarro do que falar bem.
Com este cenário, temos que repensar como estamos usando as redes. Vivemos a primeira infância. 99% do conteúdo gerado pelos brasileiros é uma grande bobeira, só querem falar de sutilezas da vida, coisas totalmente irrelevantes.
CRN Brasil – Parece que as pessoas não usam as mídias sociais a favor, mas sim como um livro aberto.
Giardelli – O Brasil não está despertando coisas legais da internet, como o social good, que são uma série de projetos que acontecem no mundo através das mídias para fazer coisas diferentes, campanhas, informativos, comunidades…
Quando você olha o comportamento do consumidor na internet – e é um pouco triste de ver –, gera questionamentos do tipo “É só isso que temos a oferecer?”.
CRN Brasil – Em tese, as mídias sociais ajudariam a inovar dentro das empresas. Como fazer para inovar num momento em que não se sabe como ser bom ou ruim; no qual os feedbacks podem ser totalmente depreciativos, sem a total compreensão da proposta pelo usuário?
Giardelli – Existem alguns problemas até chegar a este ponto. Um deles é que as empresas entraram nas mídias digitais, pensando em algo como “vamos montar uma equipe bacana. Simples”. Só que as redes estão gerando tantas reclamações de tudo, em que até pequenas mentiras surgem no caminho, que forçam a equipe a se tornar gigantesca em número de pessoas.
O que acontece com as companhias que veem este cenário: elas começam a olhar valores financeiros e medir parâmetros como “quanto vale a pena estar lá?”, “qual o tamanho da equipe que precisamos ter?”, pois entrar mais ou menos não dá. Eu tenho acompanhado alguns projetos em que as empresas vão aos poucos às mídias, monitoram todo o ecossistema, para depois fazer um planejamento.
Aqui no Brasil, como conceito de negócios, temos duas vertentes que devem ser estudadas. Primeiro: mídias sociais devem servir para fazer serviços, oferecer benefícios. Segundo: passamos da fase do marketing. Não se trata de apenas fazer uma fan page no Facebook, mas sim de ofertar um material diferenciado por lá, e não replicar conteúdo.
Mas aí está o contraponto: essas ações geram a necessidade de mais profissionais, mais custos, e a conta não está fechando, os investimentos não estão sendo suficientes.
“O grande problema é que atualmente somos a geração dos distraídos, perdemos tudo que acontece em volta, pois nos focamos em estar conectado e não mais ligamos para o que está acontecendo ao redor, como um todo”
CRN Brasil – Tem o fazer mais com menos, mas também há a questão das pessoas não saberem se portar frente às mídias sociais, e as empresas estão perdidas, pois não sabem qual feedback devem capturar das redes.
Giardelli – Eu acho que estão perdidas, mas até mais que isso: elas estão completamente assustadas. A reação das pessoas na web é diferente.
Eu acho que a web social nasce para que as pessoas tenham voz, mas partimos para um modelo em que as pessoas só sabem xingar e não interagir. Existe um véu que está cobrindo as pessoas, e isso faz elas acreditarem que podem fazer de tudo lá.
E aí, aquele lugar que deveria ser uma conversa entre a empresa e a pessoa – não o consumidor -, virou um ringue de MMA (Mixed Martial Arts, ou Artes Marciais Mistas, na tradução literal), pois se xinga e ofende muito. Somos um dos poucos países que ainda está nessa infância perdida.
CRN Brasil – E como lidar com mídias sociais e colaboração, sendo que as empresas estão com medo?
Giardelli – O lance é que existe uma coisa aqui do Brasil muito diferenciada. Com todo o respeito, temos que falar de sutilezas da vida, claro, mas só temos um assunto? As mídias sociais parecem um depósito de besteiras.
Por exemplo, só se fala, discute e ofende devido ao futebol, e o fato é que ninguém briga ou discute por sermos o 85º em educação, ou por termos perdido cinco posições no ranking de inovação, chegando ao 58º… Mas somos o primeiro a falar da Libertadores. A discussão não é falar de futebol, mas sim a mentalidade e consistência da discussão. Parece que não existe tempo para falar de coisas que nos atingem mais que a bola.
CRN Brasil – Mas isso é um problema de educação, certo? O Governo investiu muito na inclusão digital, mas não na educação digital, e a falta disso causa o fato dos usuários brasileiros não saberem usar a internet a favor.
Giardelli – Realmente, concordo com você. A falta de educação na base vai fazer com que ele use qualquer coisa de uma maneira que não é a correta ou ideal. E nós estamos muito mal nesse processo, vivendo num mundo onde as pessoas usam o Thumbler para expor fotos das unhas e não ideias.
Nada contra, acho bacana, mas só temos isso? São poucas as iniciativas para colaboração e crowdsourcing que realmente existem ou funcionam.
CRN Brasil – Então, quando você diz que as empresas estão assustadas, é muito por serem reféns da falta de direcionamento ou usabilidade das redes sociais?
Giardelli – Exatamente. Parece a tomada da Bastilha (França, 1798, Revolução Francesa), em que os usuários só dizem “odeio sua empresa”, “todas as marcas grandes são ruins”, “a Microsoft e a Apple são péssimas”. “Vamos falar mal” é a lei.
Parece que ninguém entende – ou não quer entender – que empresas são feitas de pessoas e elas cometem erros. E esse cenário faz com que todo mundo fique com medo. Vivemos um momento de terror nas mídias sociais no Brasil, pois as pessoas que poderiam fazer a diferença estão apenas brigando.
CRN Brasil – E como fazer diferente hoje? Em tese eu posso ter a melhor proposta do mundo, mas esses usuários, que não entendem e não interpretam, vão negativar isso, tornando a coisa genial um fracasso. Como lidar?
Giardelli – Qual é o problema do Brasil nesses termos e falando também de economia? Tivemos um crescimento econômico, mas foi totalmente voltado ao consumo, não refletiu em crescimento cultural.
O crescimento bacana para um País é quando você deixa o cara comprar um carro, mas também o estimula a assinar uma revista ou comprar livro. Hoje, o Ministério da Educação (MEC) diz que o brasileiro consome quatro livros e meio por ano, mas isso é uma grande mentira, pois esse número é de 0,9. Sabe por quê? Pois os outros 3,6 são livros comprados pelo Governo e distribuídos nas escolas. Então, o que vai comprovar que foi lido? Sabemos que 0,9 são os livros comprados em livrarias, e esta é a métrica real.
O que está acontecendo: o consumo está crescendo, mas não vemos o consumo de educação. Falta um processo de investimento em educação, que refletirá na internet e, consequentemente, no relacionamento online.
CRN Brasil – Foi errado investir em inclusão digital e não em educação digital?
Giardelli – Não foi errado. A inclusão digital foi muito importante, porém, depois da inclusão, não houve uma segunda etapa. Agora as pessoas têm email, Facebook, Twitter, mas…é nisso que erramos como sociedade, pois nos deixamos contentar e agora enfrentamos isso.
CRN Brasil – Como a colaboração, o crowdsourcing, podem mudar esse cenário?
Giardelli – O crowdsourcing está chegando ao Brasil como crowdacting, que são as atitudes que estão movendo e transformando a rede para melhorar o atual cenário. E isso está fazendo a diferença. Mas, mesmo assim, hoje enfrentamos um problema aí: usaram o crowdsourcing para fazer inovação na publicidade, criar produtos mais direcionados, e só. O ideal – ou utópico no momento – seria desenvolver ambientes onde poderíamos criar e compartilhar ideias e ações para uma cidade inteligente, transporte público inteligente…Esse processo também tem que ser revisto.
Novamente batemos na mesma tecla: a inclusão digital foi muito importante, mas agora está faltando a educação de base.
CRN Brasil – O crescimento da classe C gerou o alto consumo…
Giardelli – De cerveja, carro e celular…
CRN Brasil – O Facebook virou negócio, o Twitter caminha neste rumo, mas nenhum deles conta com uma estratégia assertiva, a não ser a publicidade online. Mas isso não sustentará ambos por muito tempo. Aí, temos essa falta de educação na internet, em que não há interação, mas só reclamação, e as empresas gastam muito e ficam reféns do usuário. Para você, onde está o erro?
Giardelli – (Silêncio)… É, não é questão da internet, pois ela está sendo o espelho da nossa sociedade. E nossa sociedade, no geral, tem a profundidade de um pires e a complexidade de um avião, essa é a verdade.
E até as pessoas que dizem ser especialistas neste mundo digital estão me espantando no modo equivocado como estão fazendo os movimentos.
O erro está na base. Não podemos culpar as empresas, pois elas estão tentando, os usuários estão usando e a maturidade uma hora chega.
CRN Brasil – Existe algum país-modelo na utilização da internet para poder comparar com o Brasil – até pensando em termos econômicos?
Giardelli – A Inglaterra é assim, somos muito parecidos em termos de juventude e pujança; o Chile também está fazendo um ótimo trabalho em empreendedorismo, que tem refletido no país como um todo.
Aliás, falta de empreendedorismo reflete bastante o nosso atraso. Um exemplo do quanto: estava caminhando no centro de São Paulo e, perto da São João com a Ipiranga, está um prédio gigantesco da Caixa, há anos desativado. Aquilo lá não poderia virar um prédio para novas startups? Não poderia ser usado para comportar empresas que queiram inovar? A iniciativa privada brasileira caminha bem neste mundo de investimento em novas empresas, mas o governo estacionou.
E aí, voltamos a falar de ambientes empreendedores que mostram economicamente os mesmos parâmetros que nós, mas muito mais vontade de modificar. Falávamos apenas do Vale do Silício (Califórnia, EUA) como ponto focal de startups, mas a Inglaterra, Chile e Bangkok se movimentaram, e o Brasil está andando muito lentamente. A educação também vem por um processo de empreendedorismo.
CRN Brasil – Mas o que você falaria para um empresário que está se digladiando com as mídias sociais, que faz uma série de investimentos e não vê o retorno. O que seria o ideal? Como trabalhar com uma equipe com alto conhecimento das redes sociais e transferir para um público que não compreende, em sua maioria, a proposta? Existe uma “saída”?
Giardelli – A saída é o mundo empírico, em beta. Fazer, errar, fazer novamente. Sempre refazer e aprender. Está tudo tão novo, que ainda não há um manual de boas maneiras. A questão é sempre pensar no motivo de estar online e o propósito das ações. É o momento dos riscos: assume quem estiver disposto a investir tempo e dinheiro, sem pensar no retorno imediato, mas sim na educação de seu consumidor, que, assim como a equipe, é uma pessoa que pode errar, mas que faz uma diferença enorme no balanço da empresa.
O que está acontecendo: o consumo está crescendo, mas não vemos o consumo de educação. Falta um processo de investimento em educação, que refletirá na internet e, consequentemente, no relacionamento online
CRN Brasil – Há algo que indique que as pessoas estarão maduras para as redes sociais em algum momento?
Giardelli – Acredito que vamos ter, mas será na base da pancada, do aprendizado. O momento exato é lúdico, todos vão caminhar. É uma infância. Vamos cair, tomar ponto. Estamos na primeira infância, somos bebês das redes sociais por enquanto. Aos poucos, as pessoas vão aprender a tirar proveito das redes e distinguir os momentos para trabalhar nelas.
O grande problema é que atualmente somos a geração dos distraídos, perdemos tudo que acontece em volta, pois nos focamos em estar conectado e não mais ligamos para o que está acontecendo ao redor, como um todo. Quem conseguir fazer o consumidor olhar ao redor, fará a diferença.

Fonte:  http://informationweek.itweb.com.br/9545/gil-giardelli-o-brasil-vive-uma-grande-infancia-digital/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Powerpoint + modelos para a educação


Light chaos by kevin dooley, on Flickr
Creative Commons Attribution 2.0 Generic License  by kevin dooley
Ainda esta semana quando fazia uma revisão dos posts mais lidos durante o ano de 2012 nos cinco primeiros aparecia um post dedicado aos modelos da ferramenta de apresentação da Microsoft: o powerrpoint
O site FPPT já aqui referenciado no blogue elaborou uma lista com quatro sitesonde se podem encontrar modelos para o powerpoint para professores.
Pete’s PowerPoint Station
Inclui modelos quer para os professores quer para os alunos.
ppt1
World of Teaching
Imensos modelos, organizados por temáticas, que incluem tópicos como bactérias, história das plantas, cólera, logaritmos, profissões, …
Primary Resource
A partilhar recursos desde 1998, por isso lá encontra-se recursos já com algo tempo…
SlideHunter
Dispõe de mais de 500 modelos para serem usados pelos professores!!!
PS: Durante estes dias estou a concorrer a um concurso de blogues organizado pelo blogue Aventar, se apreciarem o The Blog Teacher podem votar aqui no blogue na categoria “Escolares e Jornais de Escola” e podem votar diariamente.

Fonte: http://theblogteacher.blogspot.com.br/2013/01/powerpoint-modelos-para-educacao.html

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E-book sobre TICs: “Educação e Tecnologia: Parcerias”

Os pesquisadores da linha Tecnologias da Informação e Comunicação nos Processos Educacionais – TICPE, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Estácio de Sá (UNESA), acabam de publicar o e-book Educação e Tecnologia: Parcerias. O livro conta com artigos de pesquisadores de diversos programas de pós-graduação, sempre em parceria com seus alunos.
A publicação é um Recurso Educacional Aberto (REA), licenciado com Creative Commons (CC), portanto, é permitido baixar, mixar, compartilhar, distribuir, desde que a fonte seja citada corretamente.
Aproveite a leitura!
Educacao-TICS
O e-book pode ser baixado aqui.
Fonte: http://salaaberta.com/2013/01/03/e-book-sobre-tics-educacao-e-tecnologia-parcerias/

Bibliografia recomendada sobre a interface mídia-educação

Confira a lista aqui: 
>>BARBOSA FILHO, André, CASTRO, Cosette, TAKASH, Tome (organizadores). Mídias Digitais – Convergência Tecnológica e inclusão social. Editora Paulinas.
>>BARZOTTO, Valdir Heitor; GHILARDI, Maria Inês (Orgs.). Nas telas da mídia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2002.
>>BRAGA, Regina Maria; SILVESTRE, Maria de Fátima. Construindo o leitor competente: atividades de leitura interativa para a sala de aula. São Paulo, Global:2009.
>>BUCHT, C. & FIELITZEN, C. Perspectivas para a criança e a mídia. Brasília. MEC- UNESCO, 2001.
>>CALDERÓN, Adolfo Ignácio. Democracia local e participação popular. Cortez Editora.
>>CASTELLS, M. A Sociedade em Rede, Editora Paz e Terra.
>>CASTELLS, Manuel. Poder da Identidade. Paz e Terra.
>>CAVALCANTI, Joana. O jornal como proposta pedagógica. São Paulo: Paulus, 1999.
>>COSTA, Ivanilson. Novas Tecnologias: desafios e perspectivas na educação.2011.
>>DA SILVA, Ezequiel Theodoro. Jornal na vida do professor e do trabalho docente. Editora Global.
>>DOWNING, John D. H.. Mídia Radical – Rebeldia nas comunicações e movimentos sociais. Editora Senac São Paulo.
>>FARIA, Maria Alice. Como usar o jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2006.
>>FARIA, Maria Alice. Para ler e fazer o jornal na sala de aula. Editora Contexto.
>>FREINET, Celéstin. A Educação do Trabalho. Martins Fontes.
>>FREIRE, Wendel (org.). Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. Rio de Janeiro, Wak Editora: 2008.
>>FREIRE, Wendel (Org.). Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. Rio de Janiero: Wak Ed., 2008.
>>FREIRE, Wendel; RANGEL, Mary (Orgs.).Ensino-aprendizagem e comunicação. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2010.
>>GADOTTI, Moacir. O jornal na escola e a formação de leitores. Brasília: Liber Livro Editora, 2007.
>>HERR, Nicole. Aprendendo a ler com o jornal. Editora Dimensão.
>>MARANHÃO, Jorge. A Voz do cidadão – Mútua ajuda da cidadania. Editora Contra Capa.
>>MARCONDES. Beatriz; TOSHMITSU, Thaís; MENEZES, Gilda. Como usar outras linguagens na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008.
>>MARINHO, Marildes (Org.). Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas, SP: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil – ALB, 2001. (Coleção Letras no Brasil).
>>MARTÍN –BARBERO, Jesús. La educación desde la comunicacíon. Buenos Aires, Grupo Editorial Norma, 2002.
>>MEYER, Cybele. Inteligências na prática educativa. Editora IBPEX, 2011.
>>NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008.
>>NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008.
>>PAVANI, Cecília. Jornal – Uma abertura para a educação. Editora Papirus.
>>RAMOS, M. N. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação? São Paulo: Cortez, 2001.
>>RODRIGUES, Juranice (org.). Vozes de Santos2. Editora Unisanta.
>>SAYAD, Alexandre Le Voci. Idade Mídia: A comunicação reinventada na escola. São paulo: Aleph, 2011.
>>SERRÃO, Margarida e BALEEIRO, Maria Clarice.Aprendendo a ser e a conviver. FTD/ Fundação Odebrecht.
>>SIERRA F,  Introdución a la teoria de la comunicacíon educativa. Madrid, Sevilla Editorial, 2000.
>> SOARES, Ismar de O. Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação – Contribuições para a reforma do Ensino Médio. São Paulo: Paulina, 2011.
>>SOARES, Ismar de O., Educomunicação: um campo de mediações, in Comunicações e Educação, 7 (2000).
>>TEDESCO J. C. O novo pacto educativo (educação, competitividade e cidadania na sociedade moderna). São Paulo, Ática, 1998.
>>UNESCO/Instituto Ayrton Senna. Educação para o Desenvolvimento. São Paulo, Saraiva, 1994.
>>VALDERRAMA C. E., Comunicación y educación. Coordinadas, abordajes y travesías, Universidad Cenntral/Siglo del Hombre Ediciones, Bogotá, 2000.
>>WOLFE, Tom. Radical Chique e O Novo Jornalismo  O espírito de uma época em que tudo se transformou radicalmente, inclusive o jeito de fazer reportagem. Companhia das Letras.
Fonte: http://salaaberta.com/2010/08/31/fontes-de-pesquisa/

Dicas de plataformas digitais parceiras da educação

Em agosto de 2012, o Blog Educação publicou o texto Plataformas digitais: grandes aliadas da Educação onde revelou algumas ferramentas que foram desenvolvidas para o uso de alunos e professores, com fins pedagógicos. Trago aqui essas ferramentas, as quais possuem características e formatos diferenciados, e são bem interessantes. Confiram:
Biblioteca
Biblioteca Nacional - Um dos maiores acervos do País já tem várias coleções e obras disponíveis online. Confira: http://bndigital.bn.br
Livro e Game - Clássicos da literatura, como Dom Casmurro, de Machado de Assis, Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, e O Cortiço, de Aluísio Azevedo, ganharam versão online. A diferença é que, além de ler o livro, o aluno pode testar seus conhecimentos sobre o enredo através de jogos. A plataforma foi lançada na Bienal do Livro, em São Paulo, pelo roteirista do projeto, Toni Brandão. Confira: http://www.livroegame.com.br/
Cinese.me  - “O que te move?”. Essa é a primeira pergunta que o site faz aos usuários. Desenvolvido pelas irmãs Ana Cláudia e Camila Haddad, o Cinese.me nasceu com a ideia de que todos devem ter acesso ao conhecimento. Para isso, a plataforma serve como um organizador de cursos, sendo o usuário denominado como ‘descobridor’, aquele que aprende, ou o como ‘revelador’, aquele que ensina. Todos os cursos cadastrados no Cinese.me são gratuitos. A plataforma pode ser útil para criar grupos de debates entre alunos. Confira: http://cinese.me/
QuizFaber - É um criador de provas. Com ele, é possível criar questões nos formatos verdadeiro ou falso, múltipla escolha e dissertativo. As provas podem ser impressas ou online. A versão online permite adicionar conteúdos multimídia. Confira: http://abr.io/faber
Rived - A Rede Internacional Virtual de Educação (Rived) foi desenvolvida pela Secretaria de Educação a Distância (SEED) do Ministério da Educação (MEC). Nela, o professor encontra atividades multimídia, interativas, que podem ser úteis especialmente para prender a atenção do aluno. O conteúdo é, basicamente, formado por animações e simulações. Confira: http://rived.mec.gov.br/
A Mansão de Quelícera - Viajar pela história da arte em um Role Playing Game (RPG) muito interativo. Essa é a intenção do Quelícera, que permite que o aluno visite uma mansão com pinturas de Van Gogh e Michelangelo. Ensinar arte pode ficar muito mais interessante. Confira: http://casthalia.com.br 
Udutu - Gratuita, em inglês ou espanhol, a ferramenta Udutu é um editor e publicador de cursos online. O usuário pode criar e organizar sequências de aulas sem necessidade de conhecimento em programação. Depois de criada, a apresentação pode ser extraída e arquivada no próprio computador. Confira: http://myudutu.com/myudutu/
Geogebra - Plataforma básica que reúne recursos de Geometria, Álgebra, tabelas, gráficos, probabilidades, estatísticas e cálculos em um ambiente interativo. O aluno pode desenvolver habilidades de Matemática e Geometria com clareza. O recurso também é gratuito. Confira: http://geogebra.org/cms/pt_
DICAS DOS LEITORES DO SALA ABERTA
EvoBooks – Foi criada para auxiliar instituições de ensino, professores e alunos a aproveitarem ao máximo as tecnologias disponíveis. Formada por profissionais com grande experiência no setor de educação, programação visual e design, a EvoBooks traz uma coleção de aulas digitais interativas de alta qualidade que permitem não só valorizar o professor em sala de aula, mas também transformar a experiência de aprendizado do aluno antes, durante e depois das aulas. Confira:http://www.evobooks.com.br/ 
Fonte: http://salaaberta.com/