domingo, 4 de maio de 2014

Videoaulas objetivas e com exemplos práticos são preferência de alunos

O banco de dados do Kuadro, site voltado para conteúdo de reforço, que já possui mais de 40 mil alunos inscritos, sendo pelo menos 60% provenientes de escolas públicas, mostrou que 70% dos estudantes optam por videoaulas mais curtas e a grande maioria com exemplos práticos.

Os dados demonstram que cada vez mais os vídeos se estabelecem como complemento do ensino, seja presencial ou não. Amanda Wada ingressou na Universidade Federal Fluminense no curso de Desenho Insdustrial em 2014. Durante os anos em que fez curso preparatório para o vestibular procurou nos vídeos disponibilizados na internet e em plataformas de ensino um meio de relembrar as aulas do ensino médio e complementar o material passado pelos professores. “Queria relembrar as aulas que já tinha assistido e as que não havia entendido com o professor do cursinho”, conta.

Comportamento compartilhado por outros alunos, que procuram reforçar o aprendizado com os vídeos. No entanto, existe toda uma estratégia e preparo para elaborar as videoaulas e, consequentemente, conquistar os alunos. Necessidade que se torna ainda mais evidente no contexto da educação online.  Amanda lembra que um ponto negativo dos vídeos e que os professores devem ficar atentos é o fato de, em sua grande maioria, não possuírem canais que possibilitem o esclarecimento de dúvidas: “o ruim é quando temos dúvidas, nas aulas presencias o professor responde na hora. Em muitos vídeos da internet não existe essa interação”. O que exige objetividade, clareza e muito planejamento na hora de disponibilizar as aulas em vídeo.


Saiba mais sobre as diferenças entre videoaula, webaula e teleaula, basta interagir com a imagem.

Por exigir dinamismo e interatividade a educação a distância costuma incorporar em seus cursos diversos recursos, sendo o vídeo um dos mais utilizados. Patrícia Rodrigues trabalha com educação a distância desde 2004. Em 2005 começou a realizar a produção de programas televisivos, quando recebeu o convite de um professor para atuar com EaD na Universidade Anhanguera-Uniderp. Hoje ela realiza treinamentos para pessoas físicas que querem fazer videoaulas e para instituições de ensino, treinando professores em cursos de apresentação e produção audiovisual para EaD. “Trabalho com o professor, capacitando-o para o vídeo. Abordo a questão pedagógica do audiovisual, do vídeo pedagógico”, diz. Ela também chega a falar das definições da área, dos espaços utilizados, orientando como montar os roteiros e se portar diante das câmeras.

Todavia, para ela, antes de discutir a presença dos vídeos no planejamento pedagógico da EaD é preciso saber as diferenças: “algumas instituições trabalham com videoaula, aulas gravadas e passadas aos alunos nos ambientes virtuais, ou teleaulas, aulas transmitidas ao vivo, via satélite. Outras ainda utilizam os dois modelos”, esclarece. Veja mais na imagem acima. Uma vez estabelecido os conceitos, o desafio é a instituição e o professor estarem abertos as mudanças. “Não adianta nada a instituição empurrar uma formação docente se o professor não estiver aberto aos novos papéis”.

Angariado o empenho do professor é hora de planejar como serão utilizados os diversos recursos audiovisuais que a EaD proporciona. A gerente de EaD Celina Pereira durante seu mestrado no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP elaborou um curso de capacitação de professores da rede pública do ensino fundamental I, por meio de um programa de teleducação (educação a distância). Em sua experiência constatou que “quanto maior o grau de interatividade, maior a capacidade de retenção do assunto”, característica identificada em vários estudos a qual teve acesso. Por isso, o vídeo precisa ser dinâmico. “Não posso pegar um professor, colocar em frente da câmera e reproduzir a aula presencial”, fala Patrícia. Para Amanda mesmo nos vídeos mais curtos o professor precisa de empenho: “ele precisa passar o conteúdo de maneira carismática e interativa, quando o professor é muito sério, acaba perdendo o foco e o aluno não assiste o vídeo inteiro”. “Assistia diariamente vídeos com mais de 30 minutos, via todo o conteúdo, isso acontecia pois o professor sabia fazer uma aula dinâmica”, conta.

Até mesmo porque para ser efetiva as videoaulas e teleaulas devem ser concisas e se adaptar ao meio em que estão inseridas: a internet. “Trabalhar as imagens, as dinâmicas na edição… antes de mais nada é preciso pensar no roteiro”, diz a produtora. Só assim os alunos conseguem absorver as informações. Celina conta que seu projeto de mestrado objetivou mostrar que um curso de educação à distância, com o uso de ferramentas interativas, provoca maior aumento do conhecimento – no caso de sua pesquisa, em saúde mental – do que a leitura passiva. Além disso, a gerente aponta que mesmo com as mudanças no cenário educacional que a EaD proporcionou o modelo educacional brasileiro sempre foi baseado na explanação do tema, “estamos acostumados com a aula no modelo de palestra, no entanto, com a rapidez da comunicação isso não é mais suficiente. Todavia esse modelo não deve ser eliminado, mas sim, complementado com outros recursos” e os vídeos são uma ótima alternativa para isso.

Quando falamos em videoaula é possível trazer alguns números referentes aos vídeos online e sua expansão, “hoje os vídeos são responsáveis pelo maior tráfico na internet”, afirma Patrícia. Assim, iniciativas relacionadas a educação são inevitáveis, um grande exemplo é o sucesso da Academia Khan. “Esses empreendimentos vieram dar suporte ao ensino de determinado assunto… a vantagem é que os vídeos são personalizados…ou seja, aparecem de acordo com as necessidades e o perfil do aluno”. “Eu assistia quase todas as matérias, mas principalmente as de exatas, matérias que tinha mais dificuldade”, fala Amanda.

Entretanto, Patrícia alerta que os alunos devem estar atentos ao conteúdo dos vídeos e as datas em que foram realizados. “Muitos vídeos estão defasados, foram feitos há muito tempo e não mais agregam conteúdo”. Ademais outra preocupação é que a maioria das instituições que utilizam vídeos ainda pegam o professor sem nenhum preparo e o colocam na frente das câmeras. “Eu não posso deixar o professor estático diante da tela”. Dessa maneira as instituições precisam investir em produção: “não adianta pedir que o professor faça o vídeo, se não há equipamento, uma equipe. É preciso investir em estrutura”, afirma.
Fonte: http://cloud-ead.programmers.com.br/blog/videoaulas-objetivas-e-com-exemplos-praticos-sao-preferencia-de-alunos/

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Nova falha de segurança afeta Facebook, Google e Microsoft

A web ainda se recupera do Heartbleed, uma das maiores falhas de segurança já registradas, com um bug no OpenSSL. No entanto, outra brecha foi encontrada em outras ferramentas de login extremamente difundidas: o OAuth e o OpenID, usados por gigantes como Facebook, Microsoft e Google.
O bug foi encontrado por Wang Jing, estudante de doutorado da Nanyang Technological University, em Cingapura. A vulnerabilidade, chamada de “Covert Redirect”, permite o disfarce da ameaça como um popup de login baseado no site afetado. Abaixo está a lista com os principais sites afetados.
Reprodução
Um exemplo dado pela CNET: um link malicioso de phishing pode gerar uma janela de popup do Facebook, pedindo autorização para um aplicativo. Assim, não é necessário nem mesmo usar um domínio falso para enganar a vítima; é possível usar o site real para autenticação.
Assim que o usuário autoriza o login, suas informações pessoais são enviadas diretamente para o cibercriminoso, em vez do site legítimo. Isso inclui endereços, data de nascimento, listas de contatos e, possivelmente, controle total da conta.
A dica para evitar problemas é a mesma de sempre: evitar clicar em links suspeitos que pedem a realização de um login imediato do Google ou Facebook. Caso o usuário acabe clicando no link, mas não fizer o login, seus dados devem permanecer seguros.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/41785/41785

Conheça 5 navegadores alternativos


Está cansado dos mesmos browsers? Fomos atrás de algumas dicas para você, que não se entende com os maiores do mercado, como Chrome, Firefox, Safari e Internet Explorer, ou simplesmente gosta de experimentar coisa nova. Se você estiver disposto testar novos navegadores, confira abaixo algumas recomendações:

1) SeaMonkey

Reprodução




Apesar de o Firefox já estar em sua versão número 29, muitos sentem falta do antigo Mozilla Suite, que misturava Firefox, Thunderbird e um servidor de IRC. Na verdade, ele renasceu sob o nome de SeaMonkey (Fire-Fox, Thunder-Bird, e Sea-Monkey, entendeu?). Como é criado com o código dos outros programas da Mozilla, ele é seguro e compatível com boa parte dos mesmos plugins, além de se mostrar um bom programa de e-mails. Não vai agradar todo mundo, mas é uma alternativa interessante.


2) Baidu Spark

Reprodução

O navegador Spark, da chinesa Baidu, tem a vantagem de possuir funções comumente encontradas apenas em plugins e add-ons para outros navegadores: gerenciamento de torrents, download de vídeos do Youtube e navegação por gestos. Este último, principalmente, é um recurso difícil de se acostumar, mas o navegador vale a pena pela versatilidade.

3) Avant Browser


Reprodução


O Avant tem apenas um objetivo: fazer com que as páginas da internet funcionem. Se você tem mais de um navegador instalado simplesmente para rodar as páginas que não funcionam no seu favorito, considere seus problemas resolvidos. O Avant permite trocar, com um clique, o sistema de renderização da página, entre eles Firefox, Chrome e IE, sendo este último o único navegador que pode rodar todas as páginas plenamente.

4) Opera

Reprodução

O Opera é consideravelmente mais conhecido do que os outros, e famoso por sua inovação. Muitas funções importantes presentes em outros navegadores nasceram com ele, entre elas a "speed dial" (tela inicial com os sites mais visitados pelo usuário) e a compactação de páginas, que comprime as páginas para que sejam carregadas mais rapidamente.

5) Tor


Reprodução


O Tor - que leva à Deep Web - não tem a menor intenção de ser bonito ou fácil de usar, mas se preocupa com a tão desejada privacidade. Por meio da encriptação de links, o Tor impossibilita o rastreamento do computador, sendo indicado para qualquer pessoa que tenha medo de espionagem, seja ela por parte do governo ou de hackers.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/41783/41783

18 sites para você gastar seu tempo

Procurando procrastinação? Aqui vai uma lista com sites que te ajudam a gastar tempo com coisas não muito úteis. Clique em cada um e veja como seu dia pode passar depressa demais sem que você perceba:

1) Find the Invisible Cow
Passe com o mouse por todos os cantos da tela até encontrar a vaca.
2) Hacker Typer
Digite como se fosse um grande hacker de um filme hollywoodiano.
3) Boohbah Zone
Faça música e recolha um presente aleatório neste estranho site psicodélico.
4) Staggering Beauty
Falando em coisas psicodélicas, tome cuidado ao manusear o mouse quando esta minhoca dançante estiver na tela.
5) Bees Bees Bees
Qual será o prêmio misterioso que Oprah dará à sua plateia?
6) Shady URL
Transforme qualquer endereço da web em algo que pareça perigoso.
7) Ducks are the Best
Música empolgante, iluminação que pisca e um pato que se multiplica.
8) A Stretchy Hand
Se você nasceu entre as décadas de 1980 e 90, vai adorar isso aqui.
9) Weave Silk
Faça belos desenhos simétricos com o mexer do mouse.
10) This is Sand
Use areia colorida para fazer desenhos.
11) Cookie Clicker
Neste jogo, sua função é clicar.
12) QWOP
Usando as teclas Q, W, O e P, você precisa fazer o personagem correr... mas é muito difícil.
13) Party Cloud
Sempre quis saber como é ser DJ? Este site dá uma ideia.
14) Incredibox
Combine elementos sonoros para criar suas próprias músicas.
15) Rainy Mood
Apenas um som de chuva.
16) The Nicest Place on the Internet
Precisa de um abraço? Clique aqui.
17) Da Font
Muitas fontes para escolher e baixar.
18) The Useless Web
Se você ainda está sem o que fazer, clique aqui e boa sorte!

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/41771/41771

Conheça os principais serviços gratuitos de armazenamento



Palestra de Guilhermo Orozco na ECA marca lançamento de livro sobre educomunicação


No dia 5 de maio, às 14 horas, a Escola de Comunicações e Artes (ECA)
da USP promove a palestra “Comunicação e Educação” na ocasião do 
lançamento do livro Educomunicação: recepção midiática, aprendizagens
e cidadania (Editora Paulinas), de Guilherme Orozco Gómez, da Universidade
de Guadalajara, no México.

O evento é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da 
Comunicação (PPGCOM) da USP e pelo curso de Educomunicação da ECA.

A atividade é aberta ao público, gratuita e acontece no Auditório Lupe Cotrim,
no Prédio Central da ECA. Haverá transmissão ao vivo pelo site do IPTV USP.

fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2014/05/palestra-de-guilhermo-orozco
-na-eca.html

quarta-feira, 30 de abril de 2014

2 sites - milhares de modelos de powerpoint gratuitos

imagem retirada daqui

Na educação, o recuros mais utilizado pelos professores acredito que ainda seja o powerpoint. Por isso gosto de partilhar essencialmente dois recursos desta ferramenta: dicas para uma boa utilização e outro recurso que é muito procurado pelos professores: modelos direcionados para a educação.


Hoje deixo dois sites que no seu todo contemplam milhares de modelos que podem ser usados livremente pelos professores.


Free PowerPoint Templates - este site contempla mais de 3000 modelos que podem ser descarregados gratuitamente. Apresenta uma categoria especiafica para a educação

SlideHunter - é um site especialista em apresentações e que nos brinda com modelos de powerpoint muito profissionais, e onde se pode encontrar modelos baseados em diagramas, formas, 3d, gráficos,... para além de modelos mais convencionais mas com uma elevada qualidade.

Se costuma fazer muitas aparesentações recorrendo ao powerpoint "tem" de guardar nos favoritos estes dois sites.

Fonte:  http://theblogteacher.blogspot.com.br/2014/04/2-sites-milhares-de-modelos-de.html