sábado, 23 de abril de 2011

8 dicas para tornar o seu estudo a distância mais eficiente


Diaponivel em: http://www.educacaoadistancia.blog.br/8-dicas-para-tornar-o-seu-estudo-a-distancia-mais-eficiente/#respond

Modalidade exige muito mais do que um computador. Saiba como aproveitar os benefícios e contornar as deficiências do método de ensino.

Se ao invés do tradicional ensino presencial você optar por um curso a distância, saiba que não basta apenas substituir às salas de aulas por um computador. Embora a modalidade não estipule grande horária fixa e permita a realização de atividades simultâneas, é preciso saber priorizar os estudos, planejar a rotina acadêmica e recorrer aos recursos tecnológicos. Confira oito dicas da Universidade Aberta de Madri (UDIMA) que vão auxiliá-lo a tirar proveito dessa metodologia e tornar o seu processo de aprendizagem mais proveitoso.

1. Organizar o tempo
Defina o tempo necessário de dedicação aos estudos e respeite-o. Ainda que a educação a distância permita realizar simultânea outras atividades (trabalho, família, entretenimento), o segrego está em encontrar o equilíbrio entre os distintos ambitos da vida pessoal.

2. Seja sensato

Nem sempre é possível dedicar-se integralmente aos estudos. Portanto, seja realista e não assuma mais matérias do que a sua agenda permite. Isso porque, ao invés de agilizar a conclusão dos estudos, poderá acumular reprovações.

3. Aproveite as TIC’s

Para não se isolar no processo de aprendizagem à distância recorra aos recursos tecnológicos disponíveis nas salas virtuais. Ferramentas como fóruns, wikis, chats, vídeos e realidade virtual, além de incrementarem o ensino/aprendizagem, são pontos de encontro de estudantes e docentes.

4. Motive-se

Ainda que a maioria dos estudantes desta modalidade não disponha de muito tempo para o estudo, é necessário encontrar a motivação para cumprir as atividades propostas pelo curso ao menos uma vez por dia. Não deixe que a rotina cansativa de trabalho te desvie desse foco. O ensino a distância exige consistência.

5. Priorize sempre

Identifique as obrigações e as tarefas mais urgentes para realizá-las em primeiro lugar. O ideal é estabelecer metas diárias e realistas. Programe metas relativamente fáceis de ser alcançadas.

6. Amplie os conhecimentos

Desperte em você a inquietude pela descoberta de novos conhecimentos e não se limite apenas ao conteúdo das aulas. Consulte fontes complementares para favorecer a expansão dos aprendizados.

7. Não tenha vergonha de perguntar

É necessário ter uma relação fluída com professores e tutores. Na educação a distância você terá uma atenção personalizada, individualizada e permanente. Use e abuse desse benefício.

8. Realize as atividades e exames nos prazos indicados

É aconselhável que realize a tempo as atividades e os testes propostos pelos professores ao longo do curso.

Educação a Distância trilha novos caminhos


Disponivel em: http://www.educacaoadistancia.blog.br/no-caminho-do-novo/#respond



Mesmo com dificuldades a enfrentar, a educação a distância vai na direção de se firmar como uma certeza pedagógica e não apenas como uma alternativa ao ensino presencial.

O ano de 2011 é um novo marco na regulação da Educação a Distância (EAD) no Brasil. Em janeiro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o fim da Secretaria de Ensino a Distância (Seed), há 15 anos a principal instância de regulação e direcionamento da modalidade no país. As possíveis conseqüên­cias da medida ainda são incertas, já que o MEC não se pronunciou oficialmente a respeito. Algo é certo, entretanto: apesar dos obstáculos a serem superados, a educação a distância começa a trilhar um caminho próprio, a sair da sombra e a influenciar o ensino presencial.

“Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem”, atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.

O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet – são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.

O contexto da educação a distância no país – que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior – mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.

“A educação a distância é um fenômeno educacional novo, e a democratização da internet é muito recente. Nesse contexto, o Brasil precisa de muito mais para estar adaptado a esse ensino”, avalia Jucimara Röesler, diretora da Unisul Virtual. “Mas o MEC tem buscado a fórmula”, acredita.

“Vem aí uma geração digital que domina amplamente as tecnologias de informação e educação e que desenvolve, por natureza, o autodidatismo”, acrescenta Jucimara, que comanda sete mil alunos, em 200 cidades no Brasil, na Unisul Virtual.

Um dos obstáculos, na opinião do segmento educacional, é a exigência da presencialidade em alguns momentos do curso.

O mito da presença
Nesse contexto, fica a questão: se os cursos em sua essência são a distância, por que a necessidade tão preeminente da presencialidade? Garantir a qualidade do ensino oferecido é, de forma sucinta, como o Ministério da Educação responde a essa questão. Entretanto, essa justificativa é questionada, principalmente quando a realidade brasileira é comparada a experiências em outros países. Isso, sem contar com a disseminação da cibercultura.

A geração que não se contenta mais com o ensino pautado apenas na “transmissão” será outro polo definidor desse modelo. Na opinião de Jucimara, desde a educação básica até o ensino superior, a tecnologia oral perderá espaço. “Teremos tecnologias audiovisuais e midiáticas a serviço do processo de aprendizagem”, prevê.

E as universidades, obviamente, terão de se adaptar a esse novo contexto. “Uma universidade é em sua essência aberta. Traz conhecimento, proporciona a educação permanente ao longo da vida, com currículos flexíveis e tecnologias inovadoras”, define Jucimara. “A educação a distância nasce como uma forma de acesso à educação e democratização”, completa.

O consultor associado ao Hoper Group, João Vianney, defende que a questão passa por uma mudança conceitual. “O conceito mundial de educação a distância é ‘anytime, anywhere’. Ou seja, o aluno pode estudar a qualquer tempo e de qualquer lugar”, enfatiza. “No Brasil, o MEC criou o conceito ‘no dia marcado e no lugar marcado’”, compara. Vianney se refere ao fato de o aluno ter de se deslocar até os polos de apoio presenciais, em datas específicas. “O MEC está com a cabeça no século 18. Não acredita que o brasileiro seja capaz de um estudo autônomo, de uma aprendizagem independente e com suporte remoto de uma instituição”, acrescenta.

Desempenho superior
Tais afirmações encontram eco em dados que confirmam algumas das características da EaD, como: flexibilidade de horário e local de estudo; utilização da internet e novas mídias, pesquisa em redes virtuais, como meios do processo de aprendizagem.

O Departamento de Educação dos Estados Unidos realizou em 2010 um levantamento no qual se chegou à conclusão de que estudantes com aprendizagem, parcial ou integral, em EaD obtiveram, na média, desempenho melhor que alunos de mesmo curso do ensino presencial. Os pesquisadores mapearam 1.132 estudos científicos sobre EaD publicados entre 1996 e 2008.

O trabalho teve como objetivo responder aos quatro seguintes questionamentos: como se compara a efetividade do aprendizado on-line com a de uma aprendizagem presencial? Complementar a educação presencial com educação on-line aumenta o aprendizado? Que práticas estão associadas às técnicas mais efetivas de educação on-line? Que condições alteram a efetividade do aprendizado on-line?

No Brasil, a realidade norte-americana se repete. De acordo com o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), os graduados em EaD tiveram, em média, 6,7 pontos a mais em comparação aos resultados dos alunos oriundos dos cursos presenciais.

Ações pulverizadas
Na prática, ao extinguir a Seed, o MEC distribuiu as atribuições da ex-secretaria a outras instâncias ministeriais. A Universidade Aberta do Brasil (UAB) continuará ligada à Capes, e as antigas atribuições de regulação e supervisão do sistema de EaD estarão na alçada da nova Secretaria de Regulação e Supervisão do MEC, ocupada pelo professor Luiz Fernando Massoneto, oriundo da Faculdade de Direito da USP. Até o fechamento desta edição, os novos secretários do MEC ainda não haviam sido oficialmente empossados, e, por isso, não se pronunciaram sobre suas novas atribuições.

No Brasil, segundo o Censo 2009, 838.125 alunos estão matriculados em cursos a distância, crescimento de 15,13% em relação a 2008, bem superior aos 0,7% registrado no ensino presencial. Entretanto, ao olhar a série histórica, evidencia-se que essa expansão foi a pior desde 2003. Em 2008, o crescimento de estudantes em EaD atingiu 96,9%. Em seu primeiro pronunciamento em rede nacional à nação, em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff disse que “esta é a grande hora da educação brasileira”. Prometeu investir na formação e melhorar a remuneração de professores como uma das estratégias para o “grande salto na qualidade de nosso ensino”.

Apesar de não ter mencionado textualmente a questão da educação a distância, a presidente afirmou: “É hora de acelerar a inclusão digital, pois a juventude brasileira precisa incorporar, ainda mais rapidamente, os novos modos de pensar, informar e produzir que hoje se espalham por todo o planeta”. Ou seja, incorporar os avanços tecnológicos da sociedade no ensino é pauta do governo federal nas ações de educação, em todos os seus níveis.

Para atingir tal meta, um dos primeiros entraves é o preconceito ainda resistente, inclusive entre docentes universitários. Exemplo disso pode ser verificado na unidade da Unesp na cidade de Marília, interior paulista.

“Marília é um campo contrário à EaD. A direção da unidade alega que cursos de pedagogia a distância não têm a qualidade necessária”, informa Klaus Schlünzen Junior, coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Universidade Esta­dual Paulista (Unesp). “Eles questionam EaD como modalidade de baixo nível”, diz.

Esse comportamento existe em âmbito acadêmico por “desconhecimento”, na visão de Klaus. “As pessoas criticam EaD sem nunca terem participado dos cursos, sem nunca terem olhado o projeto pedagógico dessa modalidade de ensino”, acredita.

Impacto nos professores
Para reverter a resistência, a estratégia da Unesp é fazer capacitação tecnológica dos professores, principalmente nas graduações de pedagogia. “O professor do ensino fundamental e médio não é formado para usar a tecnologia em sala. Isso é culpa da universidade. Formamos mal os professores”, defende.

Em consequência dessa carência, professores despreparados repetem os equívocos contra a EaD. “Ele torna-se resistente à tecnologia porque não foi formado por meio dela”, atesta. Mas, para o professor Klaus, o modelo presencial não vai acabar “de jeito nenhum”. “Nem a educação a distância pode ser a salvadora de tudo, nem o presencial é o que vale. É uma adequação de contexto e demanda”, diz.

O presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), Fredric Michael Litto, também ressalta a importância do professor na disseminação da cultura em EaD. “Estamos numa transição extremamente dolorosa e numa paralisia paradigmática”, pondera. Litto vê como paradigma a atuação do professor, que no passado dominava todo o conteúdo e era responsável por “entregar” o conhecimento ao aluno. “Isso vai contra todas as novas ideias de educação”, defende.

Agora o papel do professor tornou-se mais relevante. “O professor tem de levar os alunos a interpretar, organizar as atividades dos estudantes de forma a aproximá-los do conhecimento, trabalhando em grupos ou individualmente”, acredita. E ressalta: “Nenhuma tecnologia pode substituir o bom professor”.

Litto também pondera ações práticas que poderiam ser adotadas pelas instituições de ensino, principalmente as particulares, para acabar com o preconceito. “Elas deveriam fazer mais pesquisas quantitativas sobre seus egressos para saber como eles estão indo no mercado de trabalho e mostrar que esses alunos são mais proativos e tornam-se melhores executivos”, sugere.

terça-feira, 15 de março de 2011

Uso das TICs em sala de aula: desafio para os professores



Disponivel em: http://www.institutoclaro.org.br/em-pauta/levar-as-tics-para-a-sala-de-aula-desafios-para-os-professores/


Levar as tecnologias para a sala de aula muitas vezes pressupõe uma interdisciplinaridade, ou seja, envolver outros professores no processo. Mas nem sempre isso é uma tarefa fácil. Resultado da enquete “Qual a maior dificuldade em usar as TICs em sala de aula”, realizada em fevereiro pelo Instituto Claro, mostra que 41% vêem como uma dificuldade envolver os outros docentes em seus projetos.

Para Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, professora da PUC-SP e coordenadora de programas voltados a educação e TICs, esse índice indica que as pessoas ainda acreditam que, para haver interdisciplinaridade, é preciso todos estarem juntos. “Na verdade, hoje esses projetos podem se dar de diferentes maneiras, na própria rede. Em teoria, não temos mais a limitação física, mas isso sugere que todos os professores tenham acesso adequado à tecnologia, o que nem sempre acontece”, ressalta.

Para a professora, outros pontos também dificultam o uso das TICs na educação e passam pela preparação do professor. De acordo com ela, ainda que os docentes estejam incluídos digitalmente, o uso pedagógico dessas ferramentas exige um conhecimento específico. Além disso, a grande rotatividade de professores –principalmente nas escola públicas– impede que os projetos evoluam de um ano para o outro. “O docente está sempre começando e acaba sendo uma vítima de todo o processo”, afirma.

A falta de equipamentos, apontada por 22% dos que responderam à enquete como mais uma dificuldade, reflete outra realidade. Como ressalta Mara Elizabeth, mesmo que a escola seja equipada com um laboratório, se pensarmos em toda a instituição, com seus diferentes turnos, cada turma conseguirá usar o espaço uma vez por semana, o que também pode inviabilizar alguns processos de aprendizagem.

Professora universitária, Magaly Prado afirma que, às vezes, o que atrapalha é a ineficiência da banda larga, incapaz de suportar o acesso de toda a universidade ao mesmo tempo. “Além disso, tem muita instituição que restringe o acesso às redes sociais, que possuem grande potencial em sala de aula e como ferramenta de informação”, afirma a docente, que no seu doutorado estuda o jornalismo nos dispositivos móveis.

Alunos plugados

Se manter os alunos interessado não parece ser um grande problema, 9% dos que responderam à enquete disseram que esse é um ponto negativo, para Magaly, o que existe é uma resistência inicial. “Alguns temem ter mais trabalho, enquanto outros se mostram tímidos em expor suas opiniões, principalmente quando usamos as redes sociais para construir algum conteúdo junto. Mas ao longo do processo, eles vão mudando de opinião.”

Para Maria Elizabeth, o comum é os estudantes enxergarem a tecnologia como um instrumento de diversão e lazer. “Eles têm domínio dessa linguagem, mesmo os que não têm recurso estão convivendo no mundo digital, mas não vêem tudo isso como uma forma de aprender. Por isso, é preciso uma ação pedagógica clara”, finaliza.

Jon Maddog Hall ressalta papel do educador dentro da cultura digital



por Giulliana Bianconi

Disponivel em: http://www.institutoclaro.org.br/entrevistas/jon-maddog-hall-ressalta-papel-do-educador-dentro-da-cultura-digital-/



Na quarta edição da Campus Party Brasil, que aconteceu entre 17 e 23 de janeiro em São Paulo, era fácil identificar por onde andava Jon Maddog Hall, o diretor-executivo da Linux International e ícone do software livre. Não somente pela inconfundível barba branca, mas pelos constantes flashes das máquinas fotográficas que o seguiam e pelo aglomerado de geeks que se formava à sua volta quando ele caminhava pela área livre dos campuseiros. Sim, o senhor que há mais de 40 anos se dedica à causa do software livre é um ídolo para o público do evento, e daqueles cheio de carisma.

Em uma de suas visitas ao Centro de Exposições Imigrantes, o Instituto Claro conversou com Maddog sobre educação e empreendedorismo. Ao falar do papel da cultura digital na formação de jovens empreendedores, ele ressaltou a importância do educador em todo o processo de aprendizagem. Confira a seguir:

O senhor passou boa parte da vida em sala de aula. Há quanto tempo deixou a educação tradicional e passou a se dedicar exclusivamente à divulgação do software livre?

Jon Maddog Hall: Fui professor por muito tempo, por mais de 30 anos, em diferentes níveis educacionais, e ensinar sempre foi algo que adorei fazer, mas saí da universidade em 1994 [desde então dirige a Linux, associação sem fins lucrativos patrocinada por grandes empresas internacionais na área de tecnologia da informação].

Os jovens de hoje, que crescem nesta cultura digital, são, na sua opinião, mais empreendedores que os jovens de outras gerações?

Maddog Hall: Eu não penso que os jovens que nascem na cultura digital são, necessariamente, mais empreendedores. Eles têm mais acesso à informação, isso é indiscutível, e eles podem alcançar a informação que quiserem. Mas precisamos pensar que esse acesso à informação é como uma visita à biblioteca. Você precisa de alguma orientação, precisa saber o que vale a pena acessar e selecionar. Por isso que o papel de quem ensina e orienta os jovens é tão importante, pois essa orientação pode fazer uma grande diferença. A cultura digital, por si só, não faz isso.

Como o software livre pode potencializar esse espírito empreendedor dos jovens?

Maddog Hall: Com o acesso à informação que se tem hoje, pode-se não somente construir ferramentas com software livre, mas também aperfeiçoá-las. As ferramentas fechadas não permitem isso, pois você simplesmente as usa e nem mesmo pode averiguar como realmente funcionam.

O senhor gostaria de comentar algo sobre o uso do software livre na educação brasileira?

Maddog Hall: Bem, eu sei que o software livre no Brasil tem muita adesão e que esse é um movimento crescente. Eu não tenho detalhes de como é utilizado, quais projetos são realizados com o software livre, mas, sem dúvida, em um país que quer incluir digitalmente as pessoas, esta aceitação é importantíssima.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Nova Escola?!?! A formação do professor e a chegada da geração Y na sal...



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Nova Escola?!?! A formação do professor e a chegada da geração Y na sal...

No final do ano de 2010 o PlugEdu disponibilizou um novo espaço para você apresentar palestras on-line. O Canal Fala Educador foi inaugurado pelos educadores Washington Ribeiro e Leila Ribeiro que apresentaram um excelente vídeo sobre A formação do professor e a chegada da geração Y na sala de aula contemporânea e agora esse canal está aberto para você apresentar a sua palestra. Vejam os vídeos: