quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tablet na sala de aula: MEC garante capacitação


Ministério da Educação informa que uso de novas tecnologias nas escolas públicas será acompanhado pela formação de professores para lidar com elas; pasta ainda não fechou edital de compra dos equipamentos; educadores defendem tablets e internet para aulas mais atraentes

Diego Iraheta _247 - A utilização de tablets na rede pública só sairá do papel (literalmente) com a elaboração de um projeto pedagógico compatível com a adoção de uma nova tecnologia em sala de aula. Procurado pelo 247, o Ministério da Educação nega que o edital de licitação para a compra dos equipamentos já esteja saindo do forno – como informou artigo de Elio Gaspari, publicado pela Folha de quarta, 28. Em setembro deste ano, o ministro Fernando Haddad prometeu mesmo a compra de “centenas de milhares” de tablets para distribuir em colégios públicos. A assessoria do MEC afirma, no entanto, que a pasta ainda está estudando a viabilidade econômica da proposta.

A possível decisão de levar tablets para sala de aula implica a compra de conteúdos didáticos específicos para os gadgets e também a capacitação de professores e outros servidores da educação. O MEC ressalta que nunca fornece equipamentos sem oferecer o treinamento adequado. Mas o principal norte é, não só capacitar pessoal, mas balizar as mudanças na relação aluno-professor que acompanham a nova tecnologia.

A pedagoga Adriana Gandin, integrante do programa iPad em sala de aula, defende que a sociedade de hoje requer uma aprendizagem baseada na internet. “O mundo do compartilhamento, vivenciado pelos alunos atualmente, precisa chegar à escola. O professor não pode reclamar do Facebook”, analisa. As funcionalidades do tablet e a interatividade das redes sociais podem ser aproveitadas para gerar uma aula mais conectada com os alunos-internautas.

É claro que, além dos aplicativos e funções disponíveis no equipamento, o peso da comunicação entre docentes e estudantes é imprescindível no ensino. “O aluno lê coisas na internet e não sabe o que é verídico. É o trabalho de senso crítico, de diferenciar informação de conhecimento, que o professor deve fazer”, opina Adriana Gandin.

O Rio de Janeiro tem um projeto bastante inovador nessa linha. Parceria da prefeitura da capital com a operadora OI, o Educopédia é uma plataforma de aulas digitais para professores e estudantes da rede pública com abordagem de um jeito lúdico. O objetivo é tornar o ensino mais atraente para os alunos e mais antenado com as redes, pavimentando caminho para o ingresso dos tablets nos colégios.

Consultor da Secretaria Municipal de Educação do Rio, Jose Luiz Goldfarb ressalta que a compra de equipamentos é só um dos passos para melhorar o ensino nos colégios públicos. “Desenvolvemos ações estruturadas, mas vemos as ferramentas, a tecnologia, como um diferencial para a educação da garotada”, conclui.

Fonte: http://www.brasil247.com.br/pt/247/midiatech/32671/Tablet-na-sala-de-aula-MEC-garante-capacitação.htm

A polêmica dos tablets na educação

É fundamental entender que a lousa digital, o netbook, o iPad e outros tablets são ferramentas de apoio ao professor e ao aluno

por Adriana Gandin e Ingrid Strelow

Para que qualquer nova tecnologia seja implantada, é fundamental que haja investimento em equipamento (produto) e em formação (serviço). Está muito claro, a todos os pesquisadores e os formadores que trabalham sério em educação, que não é possível acontecer a utilização de tablets na realidade das escolas brasileiras sem uma formação adequada dos docentes. O que vai facilitar a aproximação, a perda do “medo” e a familiaridade do professor com a tecnologia é exatamente a formação. Não somente a formação acadêmica, mas a formação continuada, em serviço, preocupada com o trabalho pedagógico diário e atenta à realidade, ultrapassando os muros da escola.

Novos espaços sociais de acesso, troca e compartilhamento de informações e de construção de conhecimento estão surgindo a cada dia. É importante que o professor, bem formado, se aproprie disso e aja como mediador e facilitador, provocando uma reflexão ética e uma discussão a partir dos diferentes conteúdos apresentados na internet, por exemplo. Interação entre os pares, pesquisa na internet, utilização das redes sociais (fechadas ou abertas) e das ferramentas de wiki são exemplos de trabalhos que podem (e devem) entrar na escola porque fazem parte do mundo. Isso não significa deixar entrar tudo isso sem critérios claros e bem combinados. O professor é responsável também por realizar um trabalho de conscientização da importância da seleção de materiais acessados, gerando a construção do senso crítico. O professor arraigado ao seu material tradicional (livro didático e apostila) tem dificuldade e receio em movimentar-se nesse “webmundo” cheio de informações. Há um abismo entre alunos e professores, tanto na relação pessoal entre eles como em relação a como o conhecimento é construído. A forma tradicional de trabalho (com carteiras, umas atrás das outras) foi criada para uma escola do século XIX e não tem mais serventia neste mundo. Se a escola se propõe a formar um cidadão para a sociedade tem também o compromisso de criar um cidadão no mundo virtual.

Fazemos parte de um projeto chamado iPad na sala de aula, que tem como principal objetivo o trabalho de formação dos professores para o uso da tecnologia, especialmente o iPad, em sua prática docente. A ideia é incorporar a ferramenta (no caso, o iPad) na prática pedagógica, privilegiando um planejamento coletivo para um trabalho com projetos de estudos inter e transdisciplinares. Nosso projeto está trabalhando para formar multiplicadores e professores. Isto significa munir o profissional da educação com as ferramentas da tecnologia, aproveitando o seu conhecimento e planejando projetos que contemplem um melhor aproveitamento das experiências que os alunos têm em suas vidas, com a internet, redes sociais e jogos, coisas pelas quais se interessam. A utilização de recursos culturais de docentes e estudantes fará com que uma verdadeira parceria se forme e o interesse pelas aulas tenda a aumentar, pois os alunos se sentirão colaboradores e coautores, e não apenas pessoas que recebem material para decorar. É fundamental que professores e alunos sintam-se bem em sala e tenham clareza de seus papéis e de sua importância neste contexto. É fundamental entender que a lousa digital, o netbook, o iPad e outros tablets são ferramentas de apoio ao professor e ao aluno.

Alunos tem excesso de informações e precisam de um mediador, alguém que os auxilie na compreensão de sua realidade e da transformação deste monte de ideias soltas em algo produtivo, útil para a sua vida diária. Dentro desta perspectiva, o iPad não vem concorrer com o trabalho de um profissional atualizado, interessado e dedicado, pois ele é o facilitador em todo o seu trabalho.

No contexto atual, e como toda nova ferramenta tecnológica, é necessário haver um suporte e quando falamos de escola, um suporte pedagógico. O que nos preocupa é que algumas escolas estão simplesmente comprando iPads e outros tablets e colocando na mão de professores e alunos, sem nenhum critério. Nossa ideia é trabalhar com um projeto de trabalho estruturado, contando com uma formação completa, feita de professor para professor. Por isso nossa equipe é formada por professores e não técnicos de informática.

Fonte: http://www.brasil247.com.br/pt/247/midiatech/32673/A-pol%C3%AAmica-dos-tablets-na-educa%C3%A7%C3%A3o.htm

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal e Ano Novo!

Um Feliz Natal aos seguidores deste blog, meus colegas e amigos!
Que o espirito natalino não seja apenas passageiro, mas que perdure no coração e na mente de todos nós dando frutos durante todo o ano que se inicia.




Um grande abraço
Ligia Coppetti

domingo, 18 de dezembro de 2011

Como funcionam os filtros na internet

Autor: Erick da Silva/Aldeia Gaulesa
Por José Carlos Lima

"Palestra de Eli Pariser na conferência TED em 2011. A internet, seguindo esta perversa lógica imposta pelas filtragens, pode tornar-se muito mais limitada. A liberdade na rede está ameaçada!

Vídeo em alta resolução com legenda em português." (Erick da Silva, no blog Aldeia Gaulesa)



FONTE: http://www.aldeiagaulesa.net/2011/11/video-como-funcionam-os-filtros-na.html

Analista de mídias sociais

por Adriana Beatriz Gandin

Lendo o texto (anterior) "Grande procura por analistas de mídias sociais marca 2011 no Brasil" resolvi escrever um pouco sobre esta temática.

No texto em questão é citado que um analista de mídias sociais "é responsável por gerenciar perfis, produzir conteúdo, estudar comportamentos e monitorar toda a internet para pensar em estratégias que possam contribuir para potencializar a atuação das empresas nas redes sociais." O autor (@marquesmrc) expressa também que "para se dar bem, esse profissional precisa ser um grande conhecedor de todas as redes sociais e ferramentas disponíveis na internet. Além disso, tem de conhecer muito de marketing e comportamento humano, além de ter uma redação exemplar."
Concordo totalmente! ;-)
Tenho trabalhado com isso e percebido que sem estes pré-requisitos é difícil trabalhar com as mídias sociais.
Realizar este trabalho de análise de mídias sociais é uma das tarefas que tenho desempenhado com frequência em meu dia a dia. Atualmente, administro (diariamente) a minha (@AdrianaGandin) e mais quatro contas de twitter. Três delas são contas de empresas e uma é conta pessoal. Todas elas (para minha felicidade!) tem crescido em número de seguidores e em credibilidade.
Na gerência das contas realizo, principalmente: postagem de link de conteúdo significativo do site e/ou do blog das pessoas e das empresas; postagem de link de temas relacionados aos interesses da empresa; relacionamento com parceiros; relacionamento com o público; e pesquisas de marca e de palavras e/ou termos que tenham a ver com a expertise da empresa.
Estar atento as "falas" do público alvo, e interagir com elas, faz toda a diferença no crescimento da credibilidade de uma empresa ou de uma pessoa que usa o twitter como ferramenta de trabalho.

Fonte: http://adrianagandin.blogspot.com/2011/12/analista-de-midias-sociais.html?spref=fb

Grande procura por analistas de mídias sociais marca 2011 no Brasil


por Cleyton Carlos Torres

O ano de 2011 foi o ano das redes sociais aqui no Brasil. Estudos mostram que grande parte das empresas brasileiras estão nas redes sociais e a novidade fez com que especialistas nessas redes fossem mais valorizados, e ainda serviu de atrativo para a chegada de novos profissionais em formação.

Um estudo do IBOPE de janeiro de 2011 mostra que, apesar da probabilidade de encontrar adolescentes nas redes sociais ser maior que a população idosa, esse grupo também tem vez nas redes e hoje é o segmento que mais cresce. Além disso, quando o assunto são usuários que trabalham, a maior fatia fica na faixa de 25 a 34 anos, 58% do universo pesquisado.

Essas informações estimularam as empresas investir mais nesse mercado. Segundo uma pesquisa promovida pelo Delloite, 70% das empresas brasileiras utilizam ou monitoram as redes sociais para obter informações do público e divulgar seus produtos. Toda essa febre das mídias sociais contribuiu para que o analista de mídias sociais fosse um dos profissionais mais procurados entre empresas e agências. Mas o que será que faz esse profissional?

Ele é responsável por gerenciar perfis, produzir conteúdo, estudar comportamentos e monitorar toda a internet para pensar em estratégias que possam contribuir para potencializar a atuação das empresas nas redes sociais. Ufa! Pareceu pouco? Veja mais.

Para se dar bem, esse profissional precisa ser um grande conhecedor de todas as redes sociais e ferramentas disponíveis na internet. Além disso, tem de conhecer muito de marketing e comportamento humano, além de ter uma redação exemplar. Todo esse esforço tem reconhecimento. O salário inicial de um analista de mídias sociais pode chegar em iniciais de R$ 2.000,00. Agora, se o cargo é pra gerência, esse valor pode atingir R$ 5.000,00 em média (agora animou, não foi?).

Pra quem quiser entrar na área, por se tratar de uma profissão relativamente nova ainda, não há muitos cursos especializados em formar esses profissionais. Alguns cursos de graduação Brasil afora saíram na frente e incorporaram o marketing digital na sua grade curricular, mas grande parte dos que já atuam no mercado, desenvolvem metodologias muitas vezes com base em vivências pessoais e com o conhecimento adquirido em diversas áreas, como comportamento humano e marketing.

Por Marco Marques, search engine manager na agência Webadvisor.

Fonte: http://www.blogmidia8.com/2011/12/grande-procura-por-analistas-de-midias.html#.Tuzdp_fKiIE.blogger

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Para ensinar no tempo do futuro

07/12/11 - Zero Hora

Um professor com conhecimento sólido de sua área disciplinar, cada vez mais ligado às tecnologias e preparado para aplicá-las em sala de aula. Essa é a tendência de perfil de docente apontada por especialistas, que destacam, ainda, a necessidade de reformulação de cursos de licenciatura e de mais investimentos na educação.

Para a pesquisadora Bernardete Gatti, da Fundação Carlos Chagas, a demanda por professores acompanhará o aumento da população. Por isso, ela avalia que é uma carreira promissora do ponto de vista de quantidade de vagas de trabalho.

– Não temos Educação Infantil suficiente para atender as crianças que estão aí hoje, muito menos para as que estão vindo. O Ensino Médio não atende nem 60% dos jovens. Com a expansão demográfica, vamos precisar cada vez mais de docentes e salas de aula – indica a pesquisadora.

É fundamental o professor se apropriar de informações atualizadas, segundo Bernardete, para conseguir lidar com as constantes novidades, como as mídias, que cada vez mais farão parte da educação escolar. Saber lidar com ferramentas de informática, em especial vídeos, sites e redes sociais, será indispensável.

Bernardete explica que, em primeiro lugar, o professor deve dominar os conteúdos da sua disciplina. Depois, precisa ter o controle das tecnologias, pois só assim poderá colocar didaticamente os conhecimentos em aula, de uma forma que atraia os alunos. Na opinião da pesquisadora, no entanto, a formação proporcionada pelos cursos superiores ainda está longe de atender a essas necessidades.

Gerente das licenciatura da Unisinos, Maria Cecília Fischer admite que a conjuntura atual não favorece a carreira de professor, em função da questão salarial e das condições de trabalho, e uma consequência é a diminuição da procura por vagas no vestibular. Mas ela garante que a preocupação em atualizar os currículos dos cursos é permanente.

– O estudante vem para a escola com muito mais informação, e a aula acaba sendo pouco atraente se o professor não levar isso em conta – aponta Maria Cecília.

É um período de adaptação das escolas, diz Cíntia Inês Boll, professora do Departamento de Estudos Especializados da Faculdade de Educação da UFRGS, o que requer um planejamento técnico e, principalmente, pedagógico.

– Muitas instituições já pensam em solicitar tablets em suas listas de material escolar – exemplifica.

Fonte: http://www.universitario.com.br/noticias/n.php?i=12688

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

OFICINA: TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO – O USO DO BLOG PELO PROFESSOR (2ª edição)


Ementa: DISCUSSÃO E PRÁTICA SOBRE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO – O USO DO BLOG PELO PROFESSOR: oficina voltada à alunos dos cursos de Pedagogia, Letras, Licenciaturas e profissionais da área da educação.


Programa:

Uso do computador
Informação X Pensamento crítico
Planejamento Pedagógico
Recursos virtuais didáticos
Papel do novo professor
Linguagem Digital: leitura e escrita
Ambientes Virtuais de Aprendizagem formais
Ambientes Virtuais de Aprendizagem informais
Objetos de Aprendizagem
Novo aluno Novos recursos = nova realidade

Ministrante: Ms LIGIA SAYÃO LOBATO COPPETTI

Público-alvo: Alunos do curso de Letras e demais interessados

Carga Horária: 10 horas/aula

Local: UniRitter/Porto Alegre

Data e Horário: 17 E 19 DE JANEIRO DE 2012, 14H ÀS 17H30MIN (COMPLEMENTAÇÃO DA CARGA HORÁRIA COM ATIVIDADE EAD)

Número de Vagas: mínimo 15, máximo 15 alunos

Investimento: Alunos e Egressos UniRitter : R$ 50,00 / Demais Participantes: R$ 70,00

Informações:
Campus Porto Alegre
Rua Orfanotrófio, 555
Alto Teresópolis - Porto Alegre/RS CEP 90840-440
Fone:(51) 3230.3333 | (51) 3027.7300

Inscrições: http://www.uniritter.com.br/propex/extensao/catalogo/escola_verao_2012/index.php?secao=letras

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Nética

por Alex Primo

Para clarear um pouco o conceito de hacker... e de ética hacker, publico aqui o vídeo do Alex Primo em que ele explica o conceito de "Nética". Bom para educadores!!!



Alex Fernando Teixeira Primo é graduado em Jornalismo e Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica de Pelotas.
É mestre em Jornalismo pela Ball State University e doutor em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Atualmente, é professor na UFRGS onde pesquisa as conversações e os relacionamentos mediados pela micromídia digital e coordena o Laboratório de Interação Mediada por Computador (LIMC) e o grupo de pesquisa em Interação Mediada por Computador da universidade.

Fonte: http://lousadigital.blogspot.com/2011/12/netica-por-alex-primo.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Realidade aumentada aplicada à educação


Postado por Equipe CTAE

Um emprego da tecnologia Realidade Aumentada têm sido bastante comentado, o pedagógico. Mesmo sendo extremamente moderna e diferente, e estando em fase de desenvolvimento, a realidade aumentada pode servir como instrumento educacional.

Sergio Amadeu da Silveira, sociólogo e professor, que já entrevistamos aqui concedeu, em 2010, uma entrevista à revista Ponto Com sobre a aplicação educacional da realidade aumentada. Segundo ele, com a RA "é possível combinar ações no espaço urbano e no ciberespaço que estimulem a criatividade e a pesquisa nas cidades, em campos do conhecimento como geografia, história, matemática, biologia, antropologia e filosofia, entre outros", além de "tornar instigante o aprendizado e permitir que o conhecimento seja organizado de uma nova maneira".

Já Romero Tori, engenheiro de computação e professor, é pesquisador de realidade aumentada e, também em 2010, escreveu um texto sobre o assunto em seu blog afirmando: "O grande diferencial da RA é não precisar produzir uma imersão artificial no usuário, uma vez que este já se encontra no ambiente e dele não precisa sair, pois os elementos virtuais são misturados à realidade. Os alunos não ficarão expostos a uma única mídia, o que já é um grande fator de combate à monotonia.".

Nos baseamos nesses dois relatos e em exemplos de realidade aumentada educacional para criar o quadro que vocês verão a seguir com as oportunidades e os entraves dessa aplicação.

Vantagens

Traz ubiqüidade à aprendizagem: o aluno pode ter contato com a realidade aumentada além da sala de aula, através de seu celular ou webcam.

É uma experiência interativa inovadora, que pode ser vivenciada por cada aluno de forma individual.

Consiste em uma ótima forma de ilustrar qualquer tipo de conteúdo educacional. O aluno pode visualizar, de maneira muito parecida com a real, desde um planeta até um órgão do corpo humano, por exemplo.

Ensina habilidades computacionais diferentes que, segundo especialistas, são fortes tendências para o futuro da tecnologia.

Pode ser associada a outras práticas pedagógicas, como m-learning e jogos educacionais.

Limitações:

Depende de um dispositivo, tal qual celular ou computador com webcam.

Cabe ao professor prover à experiência um grande embasamento, já que o aluno pode ser simplesmente entretido ou atraído pela curiosidade e não alcançar o aprendizado.

É necessária uma preparação prévia para criação do objeto a ser visualizado e quanto mais detalhada a criação e mais elaborado o objeto mais imersiva será a experiência.

Exige habilidades tecnológicas básicas do usuário.

Após aproveitar todas as vantagens e contornar as limitações, o professor pode propor que os alunos visualizem qualquer coisa do mundo real sem precisar sair do lugar. Helen Papagiannis, especialista em realidade aumentada, em sua participação no TEDx, expos os impactos positivos desta tecnologia e da importância em despertar a imaginação dos alunos, gerando grandes experiências educacionais. Confira no vídeo abaixo a fala dela na íntegra.



Gostou? Pois saiba que em cinco simples etapas você poderá criar sua própria realidade aumentada, usando imagens, vídeos, objetos 3D, músicas, sites ou textos de sua preferência e até ligar sua criação à uma conta de Twitter (neste caso, sempre aparecerá a última mensagem publicada no perfil indicado).


Como criar:

1– Entre no site Ezflar;

2– Clique em "generator" e será direcionado ao gerador de RA;

3– Você poderá escolher um arquivo de seu computador (no caso de imagem, vídeo, objeto 3D ou música) ou escrever o conteúdo (URL de um site, conta do Twitter ou texto);

4– Clique em "Publish!";

5– Copie o link gerado e divulgue para quem você quiser! Ele redirecionará qualquer pessoa para a sua realidade aumentada.

Fonte: http://saladosprofessores.ning.com/profiles/blogs/realidade-aumentada-aplicada-a-educacao

A médio prazo, tablets devem reduzir custos para universidades



por Giuliana Bianconi

Ainda não há no Brasil uma universidade que tenha inserido smartphones na sala de aula e feito deles recursos para o dia a dia das atividades ou projetado o uso dos mesmos por longos quatro/cinco anos, tempo médio de duração de cursos de graduação no país. Já com os tablets, a história é outra.

As pranchetas digitais estão adentrando com facilidade as escolas e até substituindo, em algumas delas, os computadores das salas de informática. Mas é nas universidades, com mudanças estruturais que envolvem a substituição de livros-texto pelos aparelhos e a formação de equipes para lidar com a mobilidade, que se nota a maior aceitação dos tablets. E isso tem tudo a ver o custo. Mais exatamente com a redução dele.

Duas universidades de grande porte que trabalham com sistema de educação a distância e presencial, Estácio de Sá e UniSEB, aderiram aos tablets neste ano. A primeira anunciou a distribuição de 6.000 unidades e tem a expectativa de, nos próximos cinco anos, fazer com que todos os seus alunos, em 17 estados e 36 cidades, tenham o recurso. Já a UniSEB finalizará este segundo semestre com 15 mil tablets distribuídos entre discentes. Diretor-executivo da Estácio, Pedro Garça, foi enfático em entrevista ao Instituto Claro: “Não é um ganho, é uma revolução.”

Garça explica que ao longo dos anos a universidade percebeu que os alunos precisavam receber um livro-texto com os conteúdos das aulas ou terem acesso aos mesmos em ambientes online, caso contrário, muitos estudantes ficavam sem as leituras consideradas obrigatórias para os cursos, e o rendimento, naturalmente, caía.

Desde esta constatação, o material impresso é enviado para a casa dos alunos, dinâmica que se repete semestralmente atrelada à atualização constante da plataforma virtual de aprendizagem, onde há simulados, jogos e biblioteca virtual. Agora, com os tablets, adeus impressões e gastos com a logística necessária para o envio do material aos alunos. O estudante recebe um tablet na matrícula e tudo passa a ser uma questão de atualização de aplicativos. Por ora, a conta ainda não fecha. O investimento para iniciar a migração do impresso para o digital foi alta, mas assim como Jeferson Fagundes, o pró-reitor da UniSEB Interativo, Garça enxerga redução de custo a médio prazo. “O nosso investimento é de R$ 15 milhões neste projeto, mas acredito que em dois anos a gente já consiga ter o retorno, e a esta altura já teremos cerca de 50 mil tablets”, calcula Fagundes.

Na Estácio, a economia é divulgada no número de impressões. Anualmente, apenas com estes primeiros 6.000 tablets, seis milhões de páginas deixarão de ser impressas. Em cinco anos, a estimativa é que, com a evolução do projeto, o número chegue 240 milhões.

A evolução

Para não ser apenas uma versão virtual de um livro, as universidade precisaram investir em equipe e em treinamento. Tanto na Estácio quanto na UniSEB, os professores receberam formação, e equipes multidisciplinares foram constituídas. “Hoje, dentro da universidade, além dos professores especializados em educação a distância, temos comunicólogos especialistas em mídias digitais, webdesigners e engenheiros de software”, conta Fagundes.

Na Estácio de Sá, a preocupação de oferecer acesso ilimitado à web enquanto os alunos estiverem no campus levou a uma parceria com a Claro para a disponibilização de estrutura 3G em todo o Campus do Rio do Janeiro. “Não estamos entregando apenas um tablet, mas nosso modelo de ensino, que preza por essa conectividade e pela possibilidade de o aluno ter acesso a conteúdos e poder compartilhá-lo”, afirma Pedro Garça.

Efeito “made in Brazil”

Se os tablets já estão se espalhando pelas instituições de ensino mesmo sem qualquer política pública para isso ou sem incentivos fiscais para os que os importam com fins pedagógicos, a partir de dezembro eles devem ser vistos ainda com maior facilidade nas salas de aula. A primeira fábrica de iPads fora da China começa a operar no fim do ano, em São Paulo. A redução no preço das pranchetas digitais pode chegar a 40%. Além disso, o governo pretende distribuir tablets para escolas públicas a partir do próximo ano, como afirmou o ministro da Educação Fernando Haddad neste mês, na Bienal do Rio.Na ocasião, ele destacou que o MEC é um incentivador do uso das tecnologias na educação, pois reconhece que é fundamental preparar os alunos para esta sociedade digital, e citou dois portais representativos dessa linha de atuação: o Portal do Professor (linkar) e o Portal Domínio Público (linkar). O primeiro conta com 13 mil objetos educacionais digitais, disponíveis para serem utilizados por educadores em qualquer cidade brasileira. Em reportagens anteriores, também abordamos suas possibilidades.

Brasil é o segundo país que mais acessa notícias pela internet

Os brasileiros fizeram desta nação, a segunda colocada no ranking mundial dos países que mais acessam notícias na internet, atrás apenas dos Estados Unidos, mas ainda à frente de Estados considerados mais avançados, como a Suécia, terceiro lugar na lista.

Estas informações vieram de um estudo da comScore, empresa global de consultoria e pesquisa no mercado digital. Segundo a organização, 99,2% dos internautas brasileiros com 15 anos ou mais acessam sites noticiosos pelo menos uma vez por mês. Nos Estados Unidos, estes veículos online alcançam 100% do mesmo público.

"O número do mercado brasileiro mostra a relevância que a categoria tem entre os usuários de internet que acessam a rede de casa ou do trabalho", disse o diretor da comScore para Brasil e América Latina, Alex Banks, à Folha de S. Paulo.

Livre opinião

A pesquisa também revelou que o internauta brasileiro é o que mais acessa blogs noticiosos. 97,4% dos usuários da internet acessam este tipo de site no país, contra 72,6% na Suécia e 70,8% nos EUA.

Essa penetrabilidade dos blogs não é, necessariamente, uma ameaça aos portais tradicionais, porque o blog traz opinião, é uma informação adicional. "Toda fonte de informação é complementar, não vejo como concorrência aos veículos tradicionais", opinou o diretor de conteúdo do UOL, Rodrigo Flores.

Em qualquer lugar

O crescimento do uso de novas tecnologias, como tablets e smartphones, também foi levantado pela consultoria. Das 100 bilhões de páginas acessadas em outubro, 1% aconteceu em plataformas móveis. Parece pouco, mas em maio este índice era de apenas 0,6%, ou seja, houve um aumento de 66% no uso destes aparelhos.

Este aumento mostra a tendência brasileira à popularização da tecnologia, seguindo os exemplos de países como Inglaterra e Estados Unidos, onde os acessos à internet por aparelhos móveis representam 12,4% e 10,9% do total de conexões, respectivamente.

Fonte: http://asboasnovas.com/#/economia/brasil_e_o_segundo_pais_que_mais_acessa_noticias_pela_internet/

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Mundo das Redes Sociais em 2011 "The World of Social Media 2011 - Vide...

Por Cleyton Carlos Torres

"O mundo das mídias sociais" é um vídeo-infográfico produzido pela VideoInfographs que aborda dados atualizados e bem recentes sobre esse universo que não para de crescer. Passando pelos 800 milhões de usuários do Facebook, ou dizendo que 11% do planeta têm uma conta na rede social de Mark Zuckerberg, o curta também traz a média de amigos virtuais, o tempo que os usuários costumam passar online, dentre outros dados. Vale a pena conferir.

Qual o seu grau de dependência da tecnologia? Faça o teste!


Conheça uma exposição que dá dicas para evitar o estresse causado pelo excesso de informação e faça um teste para saber o seu nível de dependência tecnológica.

por Stephanie Kohn

Você sabe quanta informação o ser humano consegue processar por dia? Segundo o Museu da Comunicação de Berna (Suíça), com a ajuda da tecnologia, os humanos recebem sete exabytes de dados a cada 24 horas. Isso representa cerca de 959 bilhões de fotos em alta resolução (6 MB por foto) ou 12 mil livros. Ainda de acordo com o museu, durante o período de um clique, 20 milhões de emails são enviados e, a cada segundo, 200 mil mensagens de textos são escritas. Absurdo, não é?

Com essa quantidade de dados atropelando nosso cérebro em um período tão curto de tempo, não há quem não fique estressado. E foi pensando justamente nesse estresse causado pela vida moderna que o museu suíço resolveu criar uma exposição para ajudar as pessoas a se desintoxicar desse mundo de informação e, conseqüentemente, da tecnologia.

A exposição, chamada de "Attention: communiquer nuit" ("Cuidado: comunicar é perigoso", em português), funciona como uma espécie de clínica, onde os "pacientes" podem testar o seu grau de dependência da tecnologia e receber um "tratamento" e conselhos de como voltar a se comunicar de uma forma menos compulsiva.

"Hoje em dia somos bombardeados de informações e temos acesso privilegiado a todos os tipos de mídia e novas tecnologias, mas somos muitas vezes submergidos por essa abundância. Transformamo-nos em escravos da comunicação ou das mídias de informação", explica a diretora do museu, Jacqueline Strauss.

A escravidão, como menciona a diretora, pode ser uma característica típica do vício da internet, segundo a psicóloga especialista em internet, Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática da PUC/SP. De acordo com ela, o vício é caracterizado não pelo tempo de uso da tecnologia, mas pela uso que se faz da tecnologia. “Uma pessoa que deixa de comer, sair ou dormir está viciada. Ela perde rendimento no trabalho ou escola devido ao cansaço gerado pela conexão", diz a psicóloga. "Também é comum que o viciado só fale sobre internet e até sonhe com coisas relacionadas à tecnologia", completa.

Para avaliar o grau de dependência das pessoas, o museu desenvolveu um teste que fica logo na entrada da exposição. O visitante só pode entrar no espaço se passar por ele. Quem não sofre de estresse e tem pouca dependência vai direto para a porta verde e sai ileso da clínica, direto para o local da exposição. Já os demais casos passam pelas portas amarela, laranja e, a pior de todas: vermelha, onde encontra-se um “tratamento de choque”. Atrás dessa porta, o visitante precisa permanecer certo tempo totalmente desconectado - sem celular, computador ou MP3 player – apenas estendido em puffs e acompanhados por uma voz feminina que lhes convida a fechar os olhos e parar de pensar.

Já dentro da exposição, o museu recomenda alguns exercícios de relaxamento como empilhar pedras, caminhar ou usar brinquedos de concentração. Luciana também dá outras dicas para se "desintoxicar" da tecnologia: procurar atividades reais que não envolvam nenhum aparelho eletrônico e que exijam a companhia de amigos ou familiares. "É preciso sair efetivamente com as pessoas e aproveitar unicamente esses encontros reais, sem fazer outras coisas ao mesmo tempo como usar a internet no celular", comenta.

Outro conselho simples que pode dar resultado é se perguntar: porque preciso estar conectado o tempo todo? O que estou ganhando com isso? Assim, a pessoa toma consciência de que seu tempo pode estar sendo desperdiçado na internet sem a menor necessidade. "A pessoa se vicia na tecnologia porque tem alguma coisa errada ou a incomodando na sua vida pessoal. Por isso que, quando ela descobre o motivo, fica mais fácil parar e até perder o interesse", diz. Luciana ainda comenta que, diferente de outros vícios como drogas ou alcoolismo, o vício da tecnologia não precisa que o dependente pare de usar os aparelhos, até porque isso é complicado, uma vez que a internet está muito presente em nossas vidas. "A pessoa precisa apenas tomar consciência de que o uso está sendo exagerado e que ela pode sentir prazer fazendo outras coisas", conclui.

Aqueles que querem uma ajudinha extra para fazer a desintoxicação digital, podem contar com um Instituto de Psiquiatria especializado em dependência de internet. Eles oferecem atendimento à população, orientação e pesquisa de novas terapias que tratem de pacientes que desenvolveram alguma forma de dependência tecnológica. No site é possível ler artigos sobre o assunto, conhecer os tratamentos e entrar em contato com os psicólogos ou psiquiatras da equipe.

Além disso, existem hotéis nos Estados Unidos que já trazem pacotes que impõem limites à conexão virtual. A proposta é que os hóspedes esqueçam seus smartphones, tablets e computadores, e aproveitem os momentos de descanso livres da tecnologia. Para conhecer estes paraísos totalmente analógicos, visite os sites do Lake Placid Lodge (Nova York) e Quincy (Washington).

Quer saber qual o seu grau de dependência da tecnologia? Faça o teste que elaboramos e descubra se você está precisando de uma desintoxicação. E mais abaixo, confira algumas fotos da exposição do Museu da Comunicação de Berna.

Teste: você é viciado em tecnologia? Responda as 10 perguntas abaixo e descubra:

1/10) - Qual é a primeira coisa que você faz quando acorda?

A) Checo meus emails ou redes sociais do celular mesmo, direto da cama

B) Tomo banho, café e só vejo meus emails quando chego no trabalho

C) Me arrumo e vou pro computador verificar minha vida online

2/10) - Quando você está no meio de um jantar e o celular toca (seja chamadas de voz ou alertas de emails ou redes sociais), o que você faz?

A) Nem ligo. Espero para ver a hora que estiver tranqüilo

B) Peço licença e atendo o celular ou checo as notificações

C) Nem preciso pedir licença, meu celular já estava na minha mão antes mesmo de tocar

3/10) - No aniversário de seu super amigo, você...

A) Envia uma mensagem no Facebook ou manda um email

B) Liga para ele

C) Liga para ele e combina de encontrá-lo mais tarde

4/10) - Alguém já reclamou que você passa muito tempo na internet, seja no smartphone ou computador?

A) Algumas vezes, mas a reclamação tinha um tom de brincadeira

B) Sim, minha família e amigos vivem dizendo que eu não me desconecto nunca

C) Não, eu não tenho costume de ficar na internet quando estou com outras pessoas ao lado

5/10) - Quanto tempo você fica conectado fazendo coisas pessoas como acessando rede sociais ou em instant messengers?

A) Fico o dia todo no trabalho, mas em casa eu procuro me desconectar

B) Fico o dia todo, seja em casa ou no trabalho

C) Pouco. No trabalho só faço coisas relacionadas às minhas tarefas

6/10) - Você já se atrasou para algum evento social, porque estava na internet?

A) Sim, várias vezes.

B) Eu sempre priorizo minha vida social.

C) Sim, algumas vezes, porque tive que enviar um email importante ou checar o endereço na internet.

7/10) - Quando você fica sem conexão, seja no celular ou trabalho, como você se sente?

A) Fico tranqüilo e até gosto de ficar um pouco desconectado

B) Entro em pânico. Tenho a sensação de que vou perder várias coisas que estão rolando na internet

C) Fico um pouco preocupado, porque algumas pessoas podem estar me procurando, mas, checo minhas redes sociais e emails depois

8/10) - Você já deixou de fazer alguma tarefa da escola/faculdade/trabalho, porque perdeu tempo fazendo outras coisas na internet?

A) Não, sempre cumpro minhas tarefas

B) Sim, mas não foi porque fiquei na internet e sim porque eu não estava com vontade de fazer

C) Sim, isso acontece com freqüência

9/10) - Ultimamente seus assuntos giram em torno da tecnologia como celulares, redes sociais, computadores e internet?

A) Sim, eu vivo falando de tecnologia, porque adoro

B) Não, tem muitos outros assuntos que me interessam

C) Falo bastante sobre isso, mas, na maioria das vezes, acabo caindo em outros assuntos além desses

10/10) - Você costuma sonhar que está conectado seja no smartphone ou computador?

A) Já sonhei algumas vezes, mas nada que me chamou atenção

B) Sim, tenho tido esse tipo de sonho com bastante freqüência

C) Não que eu me lembre

Procure o resultado de seu teste na fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/qual-o-seu-grau-de-dependencia-da-tecnologia

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Facebook reduz grau de separação entre as pessoas


São Paulo - O Facebook definitivamente está reduzindo o grau de separação entre as pessoas. Segundo um estudo divulgado pela empresa em parceria com a Universidade de Milão, apenas 4,74 pessoas separa um usuário de qualquer outra pessoa conectada à rede social.

O estudo atualiza a teoria dos seis graus de separação, que afirma ser possível chegar a qualquer pessoa por meio de outras seis. “Concluímos que, conforme o Facebook tem crescido, os supostos seis grau de separação entre as pessoas tem encolhido”, afirmou a empresa no relatório.

Para elaborar o estudo, o Facebook e a universidade examinaram as contas de 721 milhões de usuários ativos (mais de 10% da população mundial), com 69 bilhões de conexões de amizades entre si.

De acordo com o estudo, em 2008, eram necessários 5,28 conexões para chegar a uma outra pessoa. Se os usuários envolvidos na análise pertencerem a um mesmo país, o número de intermediários pode cair para apenas três.

O estudo apontou ainda que 10% dos usuários da rede social possuem menos de 10 amigos; 20% possuem menos de 25 amigos, enquanto outros 50% possuem mais de 100 amigos. O número médio de amigos na rede social é de 190.

O Facebook diz que esse é o maior estudo envolvendo redes sociais já realizado.

A teoria dos seis graus de separação foi criada em 1929, pelo escritor húngaro Kaninthy Frigves. A teoria foi aplicada, com sucesso, pelo pesquisador Stalney Milgram, com 296 voluntários, na década de 1960, nos Estados Unidos.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/facebook-reduz-para-quatro-grau-de-separacao-entre-as-pessoas-23112011-9.shl

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Universidade e tecnologia de mãos dadas

As instituições de ensino superior precisam evoluir junto com as novas mídias e aplicativos para não se tornarem sombras de si próprias nessa Era Digital.

Por João Francisco Justo Filho

A universidade é o espaço coletivo de elaboração, reflexão, debate e disseminação do conhecimento. É o palco de racionalização das grandes questões da humanidade em todas as suas expressões temáticas, das cientificas às tecnológicas. E um dos principais pilares que sustenta a singularidade desse espaço é a interação colaborativa, a troca de conhecimento e experiências, entre os seus diversos atores: professores, alunos e pesquisadores. É essa combinação única de elementos conflitivos que permeia as manifestações criativas na universidade.

As tecnologias digitais, desenvolvidas nas duas últimas décadas, promoveram uma revolução na sociedade, principalmente na maneira como as pessoas interagem entre si. Desta forma, essas tecnologias podem ser incorporadas na universidade em todas as suas dimensões de construção do conhecimento, de ensino, pesquisa e extensão. As novas ferramentas digitais apresentam uma extensa lista de oportunidades, como cursos não presenciais, materiais pedagógicos virtuais, acesso a bibliotecas online, bancos de dados compartilhados, interação por teleconferência, blogs e grupos de discussão. É possível, assim, vislumbrar uma trajetória de universalização do ensino superior, ingrediente essencial para o desenvolvimento de qualquer nação.

Esses novos recursos parecem servir como um elemento facilitador na difusão do conhecimento dentro da universidade, o que, em princípio, poderia aumentar a interatividade entre os diversos atores e, portanto, solidificar a instituição. Entretanto, é premente um amplo debate sobre como as novas tecnologias serão inseridas no ambiente acadêmico, uma vez que, em muitos casos, elas podem acabar comprometendo a interação efetiva entre os seus diversos atores. Um caso que merece especial atenção é o distanciamento dos estudantes do ambiente acadêmico.

A audiência dos estudantes nas salas de aula diminuiu consideravelmente, viraram atores virtuais, invisíveis para a estrutura acadêmica. Agora, eles buscam na internet as fontes de referência dos conteúdos programáticos das disciplinas, ignorando as oportunidades de debate e reflexão em sala de aula. Para essa nova geração de estudantes, as aulas expositivas se tornaram desinteressantes e sua presença nesse ambiente acaba se limitando aos eventos protocolares: exames e tarefas extraclasse. Mas seria produtivo esse descolamento do ambiente acadêmico, mantendo um vínculo primordialmente virtual com a universidade?

Entender esse fenômeno e procurar novos mecanismos, para que os estudantes possam explorar o ambiente acadêmico em sua plenitude, estão entre os principais desafios da universidade deste século, e as novas ferramentas digitais deverão ser inseridas nesse contexto.

O primeiro passo será entender as funcionalidades das novas mídias interativas e as consequências de seu uso nas relações sociais. Ao introduzir novas ferramentas de ensino, as antigas aulas expositivas devem se transformar em eventos de discussão, onde a participação de todos os atores será fundamental, pois não há comunicação sem todas as partes envolvidas.

A universidade é o palco onde ocorre a emancipação do estudante, onde é possível lapidar vocações, formar empreendedores do conhecimento, moldar cidadãos conscientes de suas responsabilidades socioambientais. Focar somente nos aspectos técnicos do ensino significa se restringir a um subconjunto do processo educacional.

O egresso deve ter a habilidade de interferir no conhecimento estabelecido, desenvolver novas soluções e aplicá-las de forma responsável para o bem estar da sociedade. Todos esses elementos formadores somente se tornam realidade se envolverem o estudante junto ao ambiente acadêmico.

Nesse contexto de conectividade, o educador deve assumir um novo papel no processo educacional, deve atuar como o mediador do conhecimento, não mais como o provedor do conhecimento. Aquela informação adquirida na universidade, dentro de um modelo antigo de formação, tem vida curta no dinâmico e sofisticado mercado de trabalho. Hoje, somente o profissional pleno é capaz de sobreviver nesse mercado, e para isso deve se ajustar aos rápidos avanços em sua área. Se o indivíduo perder a oportunidade de assumir um papel de ator principal do conhecimento, dentro de sua trajetória estudantil, sua inserção profissional será muito mais difícil.

A universidade é primordialmente um espaço de criação e reflexão. Se abdicar desses dois elementos, a universidade se limita a uma biblioteca, somente um espaço de disseminação de um conhecimento já estabelecido e arquivado. Como Piaget enunciou: “A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram”.

A universidade deve estar atenta às novas tecnologias digitais, e discutir suas metodologias e práticas educacionais para atender às demandas dessa nova geração de estudantes. Não pode mais viver sob o modelo antigo, sob o risco de virar virtual e invisível para a sociedade. As novas tecnologias devem ser exploradas para servir como meios de construção do conhecimento, e não somente para a sua difusão. A universidade foi um dos mais importantes agentes no desenvolvimento das tecnologias que culminaram com essa revolução digital, não pode agora ser ela vítima do uso inapropriado dessas tecnologias. [Webinsider]

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/11/25/universidade-e-tecnologia-de-maos-dadas/

Projeto inédito no País destina tablets a professores de rede estadual


Trinta e sete professores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Stella Maris, de Alvorada, passam a contar a partir desta terça-feira (29) com um novo recurso para planejamento e trabalho pedagógico: o tablet Galaxy Tab, da Samsung. A entrega dos equipamentos, projeto inédito na rede pública de escolas do Brasil, será feita pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), às 10h, na sede da escola.

O projeto-piloto dos tablets para professores é uma parceria da Seduc com as empresas Samsung e Claro. Os equipamentos e a tecnologia 3G estão sendo doados pela Samsung e Claro. A empresa MSTech, contratada pela Claro, está desenvolvendo softwares educacionais para uso dos professores. A iniciativa é uma das ações do Projeto Província de São Pedro, que faz parte da modernização tecnológica, uma das prioridades da atual gestão da Seduc.

Participam do ato de entrega, na sede do colégio pela Seduc, a coordenadora Regional da Educação da 28ª Coordenadoria, Rose Freitas, representantes da Seduc e das empresas, além da comunidade escolar.

Equipamentos Os equipamentos serão utilizados por professores, para o planejamento e trabalho pedagógico. Professores da Escola Stella Maris são os primeiros a serem beneficiados com o projeto. A seleção leva em consideração a localização da escola, dentro de um Território da Paz, e a disponibilidade de sinal da empresa Claro para acesso à internet.

De acordo com o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) do Departamento de Logística e Suprimentos (DLS) da Seduc, Daniel Pinto, o projeto-piloto na EEEF Stella Maris será avaliado pela Seduc. A análise definirá se a inciativa será estendida pela rede estadual.


Texto: Patrícia Coelho
Edição: Redação da Secom
Fontes: http://bit.ly/sV5Qe3
http://rutevera.blogspot.com/2011/11/projeto-inedito-no-pais-destina-tablets.html

Os olhares da rede - livro


UMA VISÃO SOBRE OS OLHARES DA REDE
Este livro traz o debate sobre as idéias de cinco autores que pensam o universo das redes digitais. Surgiu das rodadas de leitura crítica que realizamos na Cásper Líbero como uma das atividades do Grupo de Pesquisa de Comunicação, Tecnologia e Cultura de Rede. Yochai Benkler, Manuel Castells, Henry Jenkins, Lawrence Lessig e Douglas Rushkoff são utilizados em nossas reflexões sobre a cibercultura e formam um grupo de pensadores cujas idéias inspiram algumas de nossas investigações, de mestrado e de iniciação científica.

Apresentação
Prof. Dr. Sergio Amadeu

Colaboradores
Cláudia Castelo Branco
Fabrício Ofuji
Luciano Matsuzaki
Murilo Machado
Rodrigo Fonseca

Autores pesquisados
Yochai Benkler
Lawrence Lessig
Henry Jenkins
Douglas Rushkoff
Manuel Castells

Sumário

07 | Uma visão sobre os Olhares da Rede

09 | Benkler: as redes e a nova “mão invisível”
O papel da tecnologia • As mudanças na economia • A questão da esfera pública •
Diferenças fundamentais • Capacidade de reação da esfera pública interconectada •
Críticas ao afeito democratizante da Internet

23 | Douglas Rushkoff: nos meandros do caos
A pós-modernidade e o caos • Screenagers • Rushkoff vs McLuhan

37 | Lessig: a regulamentação da cultura
A regulação das múltiplas possibilidades • Eldred • Uso-justo • Precaução Regulamentação:
quatro tipos de coerção • Empresas de entretenimento: os “legais” de hoje são os piratas de ontem • Creative Commons e a luta por uma cultura livre • Futuro sombrio ou liberdade de dádiva?

49 | Castells: a era do informacionalismo
Do capitalismo ao informacionalismo • Da informação de massa ao surgimento de
redes interativas • O espaço de fluxos e o tempo intemporal da sociedade em rede •
Considerações finais: a sociedade em rede

61 | Jenkins: a cultura da participação
A lógica cultural da convergência de Mídia • O conceito de Affective Economics •
O conceito de Transmedia Storytelling • Cultura participativa

Fonte: http://www.culturaderede.com.br/

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Como aumentar as chances do meu site ser encontrado pelas buscas da internet?

por Bios Bug Informática

Apesar de não existir uma fórmula pronta para melhorar a classificação de um website nos resultados das buscas, é possível aumentar as suas chances tomando alguns cuidados na hora de criar as páginas.

Confira as dicas a seguir:

Escolha bem o título da página
A maioria das ferramentas de busca dão muita importância ao comando TITLE, que fica dentro do HEAD no código HTML da página. Por isso, o ideal é criar títulos que, além de incluir o nome da empresa, resumam em poucas palavras o conteúdo específico de cada página.

Localização dos elementos no HTML
Ao executar uma busca, as ferramentas levam em conta se o termo procurado está no topo da página. Por isso, é importante simplificar ao máximo a estrutura de tabelas, de modo a evitar que termos importantes sejam jogados para baixo no código.

Não abuse no uso de imagens
As ferramentas de busca não leem imagens. Por isso, evite criar menus de navegação com arquivos GIF ou JPG no lugar de descrições em texto. Se isso for inevitável, uma alternativa é duplicar os links do menu no rodapé da página em formato HTML convencional. No caso de fotos, uma boa ideia é usar o atributo "alt" para descrever a imagem, como em IMG SRC="FOTOGRAFIA.JPG" ALT="NOME DO PRODUTO". Cuidado também com o uso de apresentações animadas (Flash).

O Google localiza sites em Flash?
A resposta, segundo o Centro de Ajuda a Webmaster do Google, é "SIM". No entanto, podem ocorrer alguns problemas na indexação.

O funcionamento dos motores de pesquisa é parecido com um browser de texto (ex.: Lynx). Se os arquivos SWF não forem compatíveis com um browser de texto, os spiders ou crawlers (robôs de pesquisa) poderão não indexá-lo. Ou seja, até é possível que um arquivo SWF seja indexado, mas para isso ele precisa ser bastante simples.

Caso preocupe-se com a indexação de um site feito todo em Flash, o melhor é considerar a possibilidade de produzí-lo em duas versões: uma em Flash e outra em texto. Ao criar duas versões de um mesmo site, lembre-se de informar aos motores de pesquisa, usando o arquivo robots.txt, qual a versão do site não deve ser indexada, porque a duplicação de conteúdos gera penalização.

Links com endereços simples
Algumas ferramentas têm dificuldades em interpretar endereços longos e com muitos caracteres de concatenação, como "&" e "?". Por isso, o ideal é manter os links das páginas na forma mais simples possível.

Meta Keywords não garante mais bons resultados
Essa tag foi criada para abrigar, no código fonte do site, termos que descrevessem a página e por algum tempo funcionou bem. Mas muitos webmasters começaram a lotar a tag com descrições repetitivas e enganosas. O resultado disso é que as ferramentas atuais dão pouca relevância a esse comando ou simplesmente o ignoram.

Invista em conteúdo de qualidade
O conteúdo é um dos principais fatores que influenciam o posicionamento das páginas de um site nos mecanismos de busca, principalmente no caso do Google. Ainda que o seu site ofereça conteúdo em abundância, o mais importante é que ele seja relevante aos visitantes do site. Para tornar seu site mais atrativo, procure disponibilizar conteúdo de qualidade, que seja exclusivo ou apresentado de forma diferenciada.

Providencie para que outros sites tenham links apontando para o seu domínio
Para indexar o seu site, os robôs dos mecanismos de busca acessam constantemente endereços que já estão na sua base de dados e coletam novos textos e links para incluir nos seus resultados. Portanto, se houver um link para o seu domínio em um site já indexado nos mecanismos de busca, a inclusão do seu site nos resultados de busca será automática.
Após publicar o seu site na internet, você pode tentar fazer parcerias com amigos, clientes, fornecedores ou qualquer conhecido que tenha um site ou blog para ajudá-lo a divulgar o seu site. Existem diversas outras possibilidades, como sites de notícia do seu segmento ou páginas de portfólio online.

Yahoo! abre as portas para o Google
O Google afirma que seu robô costuma capturar sites listados no Yahoo! (www.yahoo.com.br) e no Open Directory Project (www.dmoz.org) seis semanas após a inclusão. Por isso, vale a pena o trabalho de submeter seu site para avaliação nesses diretórios.

Verifique se o seu site foi indexado pelo Google
Para descobrir se o seu site está ou não aparecendo nos resultados de busca do Google, você pode usar o comando "site:". Este comando permite visualizar as páginas do seu domínio que estão sendo localizadas pelo mecanismo de busca.

Por exemplo, digite no campo de pesquisa do Google site:www.meu_site.com.br, substituindo "meu_site.com.br" pelo domínio que você deseja consultar. Se aparecer pelo menos um resultado, o site já foi indexado e não há necessidade de cadastrá-lo manualmente. Porém, caso não apareça nenhum resultado, significa que seu site ainda não foi indexado.

Para tentar acelerar o processo de reconhecimento do seu site pelo Google, você pode cadastrá-lo manualmente nos principais mecanismos de busca conhecidos:
■Google
■Bing
■Yahoo! Brasil
■Aonde

É bom lembrar que nesses casos a inclusão não é automática e nem garantida. Uma equipe de editores avalia a página e decide se ela será ou não incorporada ao diretório. Importante: cadastre cada site apenas uma vez, pois submeter sites repetidas vezes pode ser considerado como spam pelos mecanismos de busca.

Seja paciente

Quando um site é recente, pode demorar um tempo até que ele faça parte das páginas de resultado de busca. Concentre-se em produzir um bom conteúdo e procure seguir as dicas deste artigo que, em breve, como conseqüência de um bom trabalho, seu site será indexado.

Conteudo extraito do site do nosso parceiro www.centralserver.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Como o Kinect vai revolucionar o computador

Com a iminente chegada do sensor de movimento ao Windows, que melhorias seriam possíveis na navegação?
Por Nilton Kleina

Era inevitável: o Kinect não duraria muito apenas como um acessório para video games. Junto com a comemoração de um ano do lançamento do aparelho, a Microsoft declarou recentemente que o sensor que transforma você no joystick deve chegar ao Windows em 2012. O próprio produto para Xbox 360 já estava transpondo a barreira do entretenimento, mas a portabilidade para computadores deve ser uma verdadeira revolução.

A detecção do corpo seria uma melhoria muito maior do que uma webcam aprimorada ou um extra para games – que nem precisariam de uma área enorme para serem jogados. Imagine-se navegando sem o mouse, com uma liberdade muito maior de uso. Pense no leque de inúmeras possibilidades adicionais em aplicativos de criação e edição de vídeos ou fotos, por exemplo.

Mas o que será que está mais próximo de acontecer? Quais as utilidades mais criativas que podem ser incorporadas em um computador com o Kinect? Respondemos a essas perguntas com alguns exemplos que podem figurar nos PCs em um futuro que não é muito distante.

Adeus, mouse!

O item mais óbvio é também um dos mais divertidos. A Microsoft provavelmente vai querer a melhor interação possível entre seu sistema operacional e o Kinect – e isso inclui praticamente todas as áreas da navegação.

Imagine mover cada ícone desses com as mãos!

Uma integração total possibilitaria ao usuário abrir qualquer conteúdo sem o mouse, utilizando apenas o movimento das mãos. A interface Metro, uma das maiores novidades do Windows 8, cairia como uma luva aqui: pense em como seria mover com liberdade e fluidez os quadrados contendo os aplicativos, ou até arrastar os ícones indesejáveis para a Lixeira com muito estilo.

Libere o artista em você



Novos aplicativos podem ser criados para extrair o máximo de eficiência do sensor de movimentos do Kinect. Com isso, logo deve ser possível desenhar digitalmente em um programa similar ao nosso “Paint”, mas como se você estivesse realmente pintando uma tela, já que movimentaria os braços no ar para criar uma imagem.

Algumas modificações do Kinect já permitem desenhar em telas.

Apesar de não substituir o desenho a partir de canetas especiais ou tablets gráficos, que digitalizam o conteúdo rabiscado, o método utilizando as mãos traria novas possibilidades aos artistas ou designers, que ainda teriam maior facilidade ao mexer em ferramentas de edição. Versões futuras do Photoshop ou do GIMP com ferramentas exclusivas para o Kinect – e que, no futuro, trariam uma precisão ainda maior – não seriam nenhuma surpresa.

Central multimídia



Podemos exemplificar a ideia com apenas uma indicação: “Minority Report – A Nova Lei”. O filme estrelado por Tom Cruise é a grande referência quando o assunto é navegar entre dados multimídia com o uso das mãos, já que apresenta um mecanismo futurista que pode muito bem virar realidade.

Imagine-se visualizando uma biblioteca de documentos, pastas cheias de músicas e os filmes armazenados em seu computador, tudo sem a ajuda do mouse. Apenas o movimento das mãos é necessário, proporcionando um dinamismo bastante confortável a quem utilizasse tais serviços.

"Minority Report - A Nova Lei" (Fonte da imagem: 20th Century Fox)

Como o próprio Kinect oferece um serviço muito parecido, porém restrito ao Xbox 360, esse item deve figurar com toda a certeza na versão para computadores.

Conversas sem fronteiras

Você já tentou de tudo para melhorar suas transmissões de vídeo via webcam, mas sua imagem continua borrada, desfocada ou apresentando travamentos? Com o Kinect, esqueça toda essa dificuldade em manter videoconferências, já que o sensor também conta com uma câmera para reproduzir a imagem de quem está de frente para o aparelho.

Mais do que mostrar você em uma boa resolução de imagem, transmissões com o Kinect são capazes de reconhecer a posição de um ou mais participantes, focalizando cada pessoa com facilidade, mesmo que ela faça vários movimentos com o corpo. Além disso, integrações com softwares como jogos online ou o Power Point, por exemplo, deixariam as conversas bem mais interessantes.

E não estamos falando de apenas um papo entre duas pessoas – reuniões inteiras poderiam ser conduzidas sem problemas com a ajuda do aparelho.

Uma nova dimensão

O vídeo abaixo, que foi lançado recentemente pela Microsoft para promover os avanços do Kinect, dá uma ideia das possibilidades do aparelho com tecnologias tridimensionais.



A interação no manuseio de modelos em 3D em Medicina, Engenharia ou materiais escolares não deve ser tão evoluída desde o início, mas a ideia é atingir um patamar próximo ao do vídeo. Aplicativos como o AutoCAD, cujas funções incluem a moldagem de objetos em três dimensões, ganhariam um realismo muito maior com o Kinect.

Com a transmissão de sua imagem para a tela, você não só teria mais facilidade em usar as ferramentas de renderização do objeto, mas também seria capaz de controlar o que está sendo moldado. Imagine-se montando um cubo e poder segurá-lo, mesmo que virtualmente, para avaliar se ele foi corretamente produzido.

Os games também saem ganhando

Apesar de ter sido feito com foco em “transformar o jogador no joystick”, a biblioteca de jogos do Xbox 360 que utilizam o sensor de movimento de maneira adequada é decepcionante. Por enquanto, são apenas títulos básicos e próprios, como o Kinect Adventures, ou games que exigem o uso do corpo, como Just Dance 3.

Ao transportar o Kinect para o computador, seria uma tarefa muito mais simples atingir o jogador hardcore – aquele fã que sempre consome os maiores lançamentos do mercado e vive em busca de uma maior experiência com games. Vale a pena lembrar que a potência gráfica do PC é comprovadamente maior do que a dos consoles atuais, caso a máquina conte com configurações potentes.

O Kinect ainda poderia ser integrado com controles especiais, como os que têm formato de pistola ou volante, por exemplo, criando experiências que podem beirar o realismo em gêneros como o FPS. Tanto a indústria dos jogos para PC quanto o próprio aparelho sairiam ganhando com essa parceria.

fonte: http://www.tecmundo.com.br/kinect/15242-como-o-kinect-vai-revolucionar-o-computador.htm#ixzz1dchJTf76

Aprenda a se proteger e usar os controles de privacidade do Facebook



Ataques na rede social usam informações que estão abertas.
Saiba como se proteger dos golpes no Facebook.
Altieres Rohr

Um time de pesquisadores usou robôs para capturar 250 GBs de informações presentes na rede social Facebook. Eles conseguiram isso graças a um fenômeno já observado várias vezes: uma pessoa com um amigo em comum será aceita muito mais facilmente do que alguém totalmente desconhecido. Além disso, já existem vírus e golpes na rede social. Confira na coluna Segurança Digital de hoje algumas dicas para se proteger.

Configurações de privacidade gerais



Página de privacidade permite ocultar atualizações antigas e limitar o acesso ao conteúdo novo

Vale a pena revisar todas as configurações de privacidade do Facebook. Elas ficam em locais diferentes e são bastante extensas –uma característica que não facilita encontrar de imediato o que você procura.

A página de controle de privacidade do Facebook é acessível por este link e permite controlar as configurações para postagens no mural.

Merecem destaque os ajustes de privacidade que envolvem marcações. Essas configurações permitem que seja obrigatória uma aprovação dos posts em que você foi marcado, permite desativar (ou ativar) a possibilidade de outras pessoas marcarem o lugar onde você está e se você vai ou não aparecer como sugestão de marcação.

Essas configurações são relevantes porque alteram a forma como informações sobre você, que foram adicionadas por outras pessoas, serão gerenciadas pela rede social. É importante ter atenção a isso porque, mesmo no caso de você não adicionar informações pessoais, outras pessoas podem fazê-lo –e é nessa tela que se encontra o controle que o Facebook fornece.

Configuração de marcações controla o acesso às informações sobre você que são publicadas por outros membros da rede (Foto: Reprodução)

Outra possibilidade é a de limitar as publicações antigas. Mesmo que seu mural esteja público, o Facebook pode automaticamente o material mais antigo.

É também nessa tela que está uma configuração que permite ocultar seu perfil do mecanismo de busca da rede social. Essa opção está dentro de “Como conectar”.

Configurações de privacidade por informações
O Facebook ainda permite que seja configurada a privacidade de cada informação adicionada ao perfil. Essas opções estão na página de edição de perfil: ao lado de cada opção, há um ícone que, ao ser clicado, traz as opções.

É recomendado ocultar as informações a respeito de quem é seu amigo. Ferramentas de captura de dados no Facebook observam os amigos de cada perfil e adicionam seus amigos para depois tentar adicioná-lo. Quando você verificar que há “amigos em comum”, as chances de você aceitar o pedido são maiores.

Esse é um problema especialmente porque o Facebook habilitou para algumas contas uma função que permite recuperar a senha a partir dos seus amigos. Ou seja: você escolhe alguns amigos, eles recebem um código, você coleta esses códigos com seus amigos e com isso consegue acessar sua conta mesmo sem ter acesso ao e-mail usado para o registro. Se um criminoso conseguir convencê-lo a adicionar três contas que ele controla, é possível que ele consiga roubar sua conta.

É por isso que a coluna recomenda ocultar a lista de amigos – muitos ataques são possíveis com base nela.

Outras informações que valem a pena ocultar são as de contato (como e-mail, mensageiros instantâneos e telefones) e de endereço (que idealmente nem ficarão armazenadas na rede social). Jamais use a opção de privacidade “somente eu” –se não quer compartilhar a informação, apague-a da rede social. Isso evita que, no caso de roubo da sua conta, um criminoso tenha acesso a esses dados.



Ataques no Facebook

Páginas falsas de pessoas famosas já distribuíram vírus dentro do Facebook.
Já estão sendo registrados ataques no Facebook, principalmente em páginas maliciosas e mensagens contendo links para vírus em mensagens de chat. O Facebook tem a capacidade de bloquear esses ataques, mas eles ainda circulam por algum tempo antes de serem desativados.

Duas atitudes vão ajudar nesses casos. A primeira delas é manter o navegador web e todos os plugins sempre atualizados. Com isso, falhas de segurança não conseguirão instalar automaticamente um vírus no computador.

O segundo passo é não aceitar downloads iniciados na rede social ou por links que chegaram sem uma devida explicação. Atente para janelas com o botão “Executar” – normalmente elas indicam que você está prestes a executar um programa. Se uma janela desse tipo aparecer sem que você quisesse de fato usar um programa, não prossiga.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/aprenda-se-proteger-e-usar-os-controles-de-privacidade-do-facebook.html

sábado, 19 de novembro de 2011

Facebook cria página com dicas de segurança para pais e professores


Além de segurança, a rede social também melhorou a ferramenta para reportagem de conteúdo inapropriado
Por Rodrigo Lima

O Facebook lançou nesta terça-feira, 19 de abril, uma página especial de orientação para seus usuários. A Family Safety Center traz dicas de como se proteger de ameaças existentes na rede social, como o cyberbullying, por exemplo. Foi desenvolvida especialmente para pais e professores, para que eles eduquem jovens no uso da web.

A página fornece textos e vídeos a respeito de privacidade e segurança online. Além disso, também existem informações direcionadas especialmente para adolescentes. Entre as orientações para este público, está a "reportagem" ao Facebook, ou exclusão de usuários disseminadores de conteúdo impróprio.

A partir de agora, o usuário também encontra o botão "Reportar" em vários locais do Facebook, como páginas de perfis e grupos. Antes, esta ferramenta estava presente apenas nas fotos postadas

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/facebook-cria-pagina-dicas-de-seguranca-pais-professores.html#ixzz1e9uobmqO

Crianças que usam redes sociais têm duas vezes mais experiências negativas online

Pesquisa da Symantec revela os riscos e hábitos de crianças e pais na Internet
Por Rubens Haruo Eishima



O uso da Internet por crianças ainda é um assunto polêmico, enquanto alguns pais deixam que seus filhos acessem livremente a net, outros ainda têm receio dos riscos aos quais seus filhos se expõem na rede. Um relatório da Symantec ajudou a revelar como se comportam e como pensam pais e filhos.

A pesquisa feita em 24 países com 9.888 entrevistados - 2.956 pais, 4.553 crianças e adolescentes e 2.379 professores - traz números inesperados e outros um pouco otimistas demais, como o de que 95% dos pais sabem o que seus filhos veem online.

Quase metade dos pais entrevistados que tem filhos que fazem compras online afirmaram que permitem que seus filhos usem seu cartão nessas compras, dentro desse grupo, 30% afirmaram que seu filho já usou o cartão sem o consentimento dos pais. E 23% deles disseram que seu filho já fez compras com gastos excessivos.

Apesar da maioria esmagadora dos pais acreditar que sabem o que seus filhos fazem na Internet, 17% dos filhos acham que seus pais não sabem o que eles fazem na rede. Por exemplo, 12% deles admitem acessar sites adultos longe da vista dos pais. Entre os pais, porém, 23% desconfiam que os filhos mudam de comportamento quando eles estão por perto...

Independente de seus pais estarem cientes ou não sobre o que eles fazem, 62% dos filhos confirmaram que tiveram uma experiência negativa na rede - bullying em um site ou pelo celular, ser induzido a fazer algo com o qual não concorda, golpes e spam por e-mail, vírus, conteúdo impróprio, sequestro de conta em redes sociais, etc.

82% dos filhos que desrespeitam as normas de uso da rede em casa sofreram experiências negativas, enquanto 52% daqueles que respeitam passaram pela mesma situação.

Por outro lado, apenas pouco mais da metade dos pais determinam um tempo limite de uso da Internet para seus filhos, e só 42% criaram normas quanto a sites seguros, menos de um terço estabeleceu controles de uso no próprio computador.

A consultora de segurança da Norton, Marian Merritt diz que os pais deveriam definir regras sobre as diferentes atividades dos filhos na rede, assim como instalar ferramentas contra vírus e sites perigosos, sem esquecer de ensinar sobre os riscos de arquivos anexos, spam e links suspeitos



Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/criancas-que-usam-redes-sociais-duas-vezes-experiencias-negativas-online.html#ixzz1e9sixXPD

terça-feira, 15 de novembro de 2011

El estado de las redes sociales en América Latina y su influencia en el aula


por Diego Sánchez

Un informe revela el impacto que tienen las redes sociales en Argentina y el resto de América Latina. Usuarios, permanencia y los nuevos desafíos para el aula.

De más está volver a señalar la importancia de las redes sociales en la cultura contemporánea. Facebook, Twitter, Google+ y tantas otras no sólo son marcas y servicios presentes en nuestra cotidianeidad, sino también herramientas vitales que dibujan el contorno de nuestros días. A la mayoría de nosotros nos cuesta imaginarnos sin la posibilidad de acceder a estos servicios, y más aún para un “nativo digital”. Para un joven que ha nacido con una cuenta de Facebook abierta y una computadora en un rincón de la casa, el mundo digital es tan básico como, para alguien nacido en los ´80, lo es el teléfono o la vacuna Sabin.

Ahora bien, ¿cómo es el derrotero de las redes sociales en América Latina? La consultora comScore, una de las firmas de investigación más importantes del mercado digital, publicó un exhaustivo informe titulado El crecimiento de redes sociales en América Latina. Allí no sólo se analiza la influencia de los medios sociales en el escenario digital de la región sino que también se pasa lista a los números que reflejan la fuerte incidencia de estas páginas en nuestro continente. La pregunta, entonces, se reformula: ¿cómo impactan las redes sociales en Latinoamérica y qué se puede hacer con ellas?

Ranking mundial

La tendencia señala que alrededor del mundo, las redes sociales continúan creciendo a medida que nuevos usuarios adoptan esta actividad como una rutina básica de su experiencia online. Según el informe, en junio de 2011, mil cien millones de personas (mayores de 15 años y con acceso a Internet desde su hogar o trabajo) visitaron un sitio de redes sociales a nivel mundial, significando un aumento del 22% con respecto al mismo mes de 2010. Esto quiere decir que el 81,4% de todos los usuarios de Internet visitan destinos de redes sociales, representando una de las principales actividades online a nivel mundial.

Dentro de este destino, el preferido por los viajeros sociales es, sin lugar a dudas, Facebook. En junio de 2011, 734,2 millones de personas visitaron Facebook en todo el mundo, marcando un aumento del 33% con respecto al año anterior. Mientras tanto, Twitter escaló al segundo lugar alcanzando 144,4 millones de visitantes (un crecimiento de 56%), seguido por Windows Live Profile con 119,5 millones de visitantes. La red social de profesionales LinkedIn, por su parte, alcanzó más de 84 millones de visitantes a nivel mundial, asegurando el cuarto puesto, seguido por el sitio chino QQ.com Microblogging con 74,8 millones de visitantes.

El lugar de América Latina: pocos pero fieles

El estudio de comScore analiza el impacto mundial de las redes sociales a través de dos enfoques. El primero, da cuenta de la cantidad de usuarios de medios sociales que posee cada región. Allí América Latina se ubica a la zaga con sólo el 10,2% de todos los visitantes de redes sociales del mundo hasta junio de 2011, superando ajustadamente a Medio Oriente-África que detenta el 9,1% de la audiencia de la categoría. La región con más visitantes del mundo es Asia Pacífico, con el 32,5% de los usuarios globales, seguida por Europa con 30,1% y Norteamérica con el 18,1%.

Sin embargo, al revisar la participación en tiempo consumido en redes sociales la performance de América Latina mejora. Allí la región registra el 12,8% de todos los minutos en redes sociales a nivel mundial, lo que la sigue ubicando en el cuarto puesto en todo el planeta pero con una particularidad: si Asia Pacífico triplica a América Latina en cantidad de visitantes, apenas la supera en cuatro puntos porcentuales en minutos transcurridos frente a la pantalla de una red social.

Los usuarios de Internet en todo el mundo, por lo demás, tuvieron un promedio de permanencia de 5,4 horas en sitios de redes sociales durante el mes de junio. Una mirada a los principales mercados basada en el número de horas consumidas en redes sociales reveló que la mitad de los principales 10 mercados, eran países latinoamericanos, lo que demuestra el vasto involucramiento que tienen los visitantes de estos países en las redes sociales.

Argentina es uno de los casos más interesantes de involucramiento. En nuestro país, según comScore, los usuarios pasaron en promedio 10 horas diarias en redes sociales durante el mes de junio, lo que nos ubica en el tercer puesto del ranking mundial, sólo superados por Israel (11,8 horas promedio) y Rusia (10,6). Esto quiere decir, además, que el usuario argentino duplica el promedio global de permanencia en redes sociales: 10 horas contra 5,4. Chile, por su parte, no se queda atrás y se ubica en el quinto puesto con un promedio de 8,7 horas. Los colombianos se ubicaron en séptimo lugar con 8,4 horas por visitante en la categoría Redes Sociales, mientras que los venezolanos se ubicaron en octavo lugar con 8,0 horas. Visitantes en México (7,1 horas) y Perú (6,6 horas) también se ubicaron entre los principales. Los brasileños mostraron un involucramiento relativamente menor que el de sus vecinos latinoamericanos con 4,9 horas, ubicándose como el mercado n°25 del ranking general. No obstante, de los diez países del mundo con mayor promedio de permanencia en redes sociales, cinco son latinoamericanos.

Edad y género

Simplificando, el panorama regional en redes sociales arroja que en junio de 2011, 114,5 millones de personas en América Latina visitaron un sitio de redes sociales, representando así el 96% del total de la población online en la región. Las redes sociales en América Latina no sólo son grandes sino que también están creciendo: su audiencia escaló 16% en el último año.

Abordando el total a partir de un corte por género, se observa que tanto hombres como mujeres son igualmente proclives a utilizar estos sitios: mientras los hombres representan un 50,9% de los visitantes, las mujeres conforman el 49,1%. Sin embargo, al mirar la afinidad, las mujeres representan una mayor participación de minutos (53,6%) que los hombres (46,4%). Esta tendencia fue más significativa en Brasil donde las mujeres registraron un 58,7% de todo el tiempo consumido en sitios de redes sociales durante el mes de junio.

A su vez, un análisis en mayor profundidad de los visitantes por segmento de edad reveló que los más jóvenes (entre 15 y 24 años) registraron la mayor participación en redes sociales con un 33,1%, mientras que aquellos entre 25-34 registraron un 28,8% y visitantes de edades entre 35-44 representaron el 20,3% de todos los asiduos a redes sociales. Los visitantes de edades entre 15-24 demostraron claramente la mayor afinidad a redes sociales, registrando casi la mitad (48%) de todo el tiempo consumido en aquellos sitios durante el mes.

El elegido

Facebook es por lejos la red social preferida en América Latina, con más de 91 millones de visitantes en junio, lo que implica un incremento de 52% con respecto al año anterior. La audiencia de Facebook fue casi tres veces más que el tamaño de audiencia del sitio que le sigue, Windows Live Profile, el cual alcanzó 35,6 millones de visitantes en la región. Orkut se ubicó en el lugar número tres con 34,4 millones de visitantes, conducido en gran parte por la popularidad del sitio en Brasil. Por su parte, Twitter se ubicó como el cuarto sitio más grande con 24,3 millones de visitantes (un crecimiento del 59%).

Pese a que los mercados más grandes para Facebook en términos de tamaño son Estados Unidos, Alemania e India, muchos de los mercados con mayor penetración para el gigante de las redes sociales se encuentran en América Latina. De hecho, cinco de los principales 10 mercados para Facebook en cuanto a penetración se encuentran en la región. Facebook alcanzó el 90,9% de todos los usuarios online en Chile, posicionándose como el tercero en el mundo, detrás de Filipinas y Turquía. Argentina, Colombia y Perú siguen de forma inmediata a Chile, logrando así que Facebook alcance más del 89% de sus poblaciones de Internet.

El caso argentino

En nuestro país, detrás de Facebook, que posee 11,8 millones de usuarios, se encuentra, según el informe de comScore, Windows Live Profile con 3 millones de visitantes. Twitter se ubicó en tercer lugar con 2,4 millones, mientras que Fotolog alcanzó 1,6 millones y el sitio de redes sociales profesional LinkedIn llegó a 1 millón.

En Argentina, las redes sociales representaron la mayor participación en minutos online con 32,2% en junio del 2011, casi duplicando su participación en relación al año anterior. El crecimiento en participación de minutos para la categoría Redes Sociales, según el informe, ha sido en gran parte a costa de los Portales, los que eran la principal categoría en total de minutos el año pasado, pero han declinado fuertemente en participación durante el último año, registrando hoy un 24,1% del total del tiempo consumido online. Los sitios de Mensajería Instantánea también vieron declinar su participación en minutos de 23,2% en junio del 2010 a 14,2% de participación en junio del 2011. A medida que más usuarios online buscan contenido de tiempo libre online, la categoría Entretenimiento creció un 9% en la participación de los minutos totales mientras que Correo Electrónico experimentó un leve descenso de 7,1% en su participación.

¿Qué hacer?

El informe de comScore demuestra que las redes sociales en América Latina se encuentran en un estado inmejorable. Si bien la región se encuentra relegada en cantidad de usuarios, éstos son altamente activos y llegan, en casos como Argentina, a duplicar el promedio global de permanencia en redes sociales. En por lo menos cuatro países del continente, Facebook tiene un altísimo nivel de penetración pero no es la única red social activa: Windows Live, Twitter, Orkut y LinkedIn también crecen.

Por lo demás, el aspecto social del ambiente online de América Latina no se reduce sólo a las redes sociales, sino también a otras categorías basadas en lo social como blogs, webs personales, sitios de compras en grupos y clasificados, los que colaboran a dar forma a la experiencia online.

Los blogs, que son el pariente más cercano de las redes sociales en términos de su naturaleza conversacional, son rápidamente adoptados en América Latina. En junio de 2011, cerca del 75% de la audiencia regional accedió a la categoría blogs, promediando 22,7 minutos durante el mes. Por lejos, Brasil fue el mercado más prolífico para estas plataforma con 85,2% de su audiencia visitando la categoría con un promedio de 32,5 minutos por visitante en junio. Argentina por su parte tiene el 73,3% de su población visitando blogs, con un promedio de 17,6 minutos.

Sin duda, las redes sociales son una actividad clave en América Latina, demostrado por su amplio alcance entre las poblaciones online y su naturaleza de fuerte afinidad. El uso por parte del consumidor de las redes sociales para interactuar con gente y contenido en la web no muestra signos de disminuir en el futuro cercano y continúa afirmándose en la web.

Para la educación, entonces, se abre un desafío: dar cuenta de este crecimiento y de este estado regional, para seguir apostando a la implementación de estas plataformas en el aula. El fuerte impacto de Facebook en Argentina y el resto de América Latina, obliga a poner la lupa sobre este sitio y pensar en algunas razones para utilizarlo en clase.

Sin lugar a dudas, el docente latinoamericano no puede obviar la realidad de que sus alumnos ya usan Facebook y se conectan a él varias veces al día, lo que supone una fuerte oportunidad para aprovechar el conocimiento que ya tienen de la aplicación y su gran interés por ella para realizar actividades de grupo y colaboración. La utilización asidua de Facebook puede ser útil como una manera de recordarle a los alumnos la fecha límite en la entrega de un trabajo o explicar las directrices de un proyecto e incluso proponerles un libro de lectura durante el verano. Así mismo, Facebook hace que sea muy fácil publicar un enlace en el muro, con lo que los estudiantes pueden compartir artículos o sitios web interesantes que hayan encontrado durante el estudio de un tema concreto. Igualmente se pueden dejar comentarios al respecto o aportar nuevos hallazgos, alimentando así un trabajo de investigación en grupo. La interacción y las oportunidades que se abren son infinitas. Todo depende de nosotros.




Fuente: comScore, Totemguard
http://www.educared.org/global/noticiasdeldia/visualizacion?EDUCARED_SHARED_CONTENT_ID=17347477

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

iPad na Sala de Aula:

PROGRAMA iPad na sala de aula ®

Com a chegada do iPad no Brasil, no final de 2010, surgiram iniciativas de empresas de médio porte e grandes corporações para a utilização dessa nova tecnologia apresentada pela Apple.

No segmento empresarial, o iPad está sendo utilizado em três abordagens principais: 1) Transformação do material estático de propaganda e divulgação em material multimídia interativo; 2) Economia de tempo (correção de eventuais erros) e de recursos (principalmente papel) na confecção destes materiais; 3) Uso de uma tecnologia inovadora e diferenciada no desenvolvimento de aplicações integradas ao negócio da empresa.

No segmento educacional, abre-se um leque de possibilidades. Apesar disto, são poucas as iniciativas, e estas visam, principalmente, ao uso do iPad como instrumento de leitura dos tradicionais materiais didáticos. Nosso foco é o uso do iPad como instrumento de transformação dos tradicionais materiais didáticos em conteúdo multimídia interativo, buscando a inovação das práticas escolares, tanto no aspecto tecnológico quanto no curricular.

A EADes adotou o lema: “High Touch para um mundo High Tech” inspirada na ideia apontada por Ron Jonhson (Vice Presidente Apple – Varejo e Estratégias Comerciais), pois acredita na valorização das pessoas no uso da tecnologia. Nessa mesma perspectiva, pensando no segmento educacional, construiu o programa iPad na sala de aula, visando à utilização desta nova e atrativa tecnologia como ferramenta de ensino e de aprendizagem, trabalhando com projetos de estudo, envolvendo professores e alunos.

É quase unânime o entendimento de que a escola básica atrasou-se na incorporação da tecnologia. Mais importante ainda é o fato de que, muitas vezes, por falta de clareza sobre o processo educativo e pela pressão para que se a utilize, escolas acabam comprando aparelhos e máquinas que nem sempre são adequados a um desenvolvimento humano global para a idade dos alunos. É percebida também a falta de formação dos professores para o uso adequado do aparato tecnológico.

Na verdade, a tecnologia, numa escola, deve ser uma ferramenta para implementar um meio, que é o currículo, para o fim de ajudar crianças e adolescentes a se educarem nas três vertentes humanas que precisam ser desenvolvidas: conhecimentos, habilidades e atitudes, estas alicerçadas numa sã hierarquia de valores.

Atualmente, cada vez mais, os estudos pedagógicos e didáticos apontam para o trabalho com projetos de estudo como meio para construir processos transdisciplinares, adequados à idade dos alunos e à eficácia do ensino. As novas diretrizes curriculares também apontam nesta direção

No Ensino Fundamental e no Ensino Médio, destinar-se-ão, pelo menos, 20% do total da carga horária anual ao conjunto de programas e projetos interdisciplinares eletivos criados pela escola, previsto no projeto pedagógico, de modo que os estudantes do Ensino Fundamental e do Médio possam escolher aquele programa ou projeto com que se identifiquem e que lhes permitam melhor lidar com o conhecimento e a experiência. (Resolução CNE/CEB 04/2010, Art. 17)

A propósito, essa mesma Resolução, incentivando e valorizando a utilização das tecnologias, orienta

A base nacional comum e a parte diversificada não podem se constituir em dois blocos distintos, com disciplinas específicas para cada uma dessas partes, mas devem ser organicamente planejadas e geridas de tal modo que as tecnologias de informação e comunicação perpassem transversalmente a proposta curricular, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, imprimindo direção aos projetos político-pedagógicos. (Resolução CNE/CEB 04/2010, Art. 14, § 3º)

Reunir esta clara tendência para o uso de projetos de estudo na escola com o desenvolvimento do uso da tecnologia da informação é o objetivo do programa iPad na sala de aula ®.

Entre em contato com a EADes envolvimento humano
Site: http://ipadnasaladeaula.com.br
E-mail: eades@eades.com.br
Fone: 51-3062.3386

Fonte:http://ipadnasaladeaula.wordpress.com/2011/06/24/9/

Uma vivência em escola de Cingapura:

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sites de Rede Social na Educação (parte II)

por Raquel Recuero

Um dos desafios com os quais frequentemente me deparo em conferências e debates acadêmicos no Brasil com relação ao uso dos sites de rede social na educação é a dificuldade no acesso. Muitos argumentam que nem todo mundo tem acesso, que jovens e adolescentes de classes mais baixas não têm Internet e, finalmente, que as escolas não têm acesso. Os argumentos são válidos, mas gostaria de salientar alguns pontos.

A inclusão digital

No Brasil, um dos grandes responsáveis pela inclusão digital foi o Orkut. E não sou eu quem diz isso apenas. Há um trabalho do Jeremiah Spence (2007) a respeito do Orkut no Brasil também trouxe dados parecidos. O Orkut foi uma ferramenta importante na história da Internet no Brasil porque motivou pessoas que não tinham acesso a procurar acesso, justamente, para utilizá-lo. Os sites de rede social, portanto, foram uma das portas de entrada da Internet no Brasil para muitos usuários, de idades e classes sociais diferentes. Isso significa que parte da experiência de uso da Internet para muitos de nós foi, exatamente, a experiência social. Esse acesso, que não se conseguia em localidades públicas, porque o Orkut era proibido, cresceu rapidamente em cibercafés e lan houses (o que também impactou no crescimento desses locais, especialmente dentro de comunidades mais pobres). Apenas para que se tenha uma idéia, numa rápida consulta aosindicadores do CGI, temos que entre 2005 e 2007 (anos da explosão do Orkut no Brasil), o uso da Internet cresceu cerca de 10% na população que nunca tinha acessado, e a grande atividade que concentrava o uso, o e-mail (70% em 2005) foi substituído pelo acesso aos sites de rede social (69% em 2008). Embora não seja possível apontar uma relação direta, outras pesquisas têm demonstrado que o Orkut atuou como grande motivador para essa busca pelo acesso, mesmo sem as condições físicas, nessa mesma época. O impacto do Orkut na sociedade brasileira foi tão grande que sua citação em programas de TV e notícias tornou-se tão lugar comum que nem necessidade de explicá-lo se via mais na mídia.

Em 2010, segundo os mesmos indicadores, a penetração do uso da Internet aumentou: Chegou a 80% entre os brasileiros de 10 a 24 anos, entre 79 e 83% dos mesmos usando sites de rede social. O que isso nos mostra? Que os jovens estão sim, utilizando essas ferramentas. Que para uma grande maioria deles, essas ferramentas estão inseridas no cotidiano, como parte de suas atividades.

É isso que eu quero apontar quando digo que as redes já estão na sociedade e que as escolas precisam também inserir-se nelas. Embora muitas vezes as escolas não tenham equipamentos e os professores não tenham como utilizar essas ferramentas em aula, os alunos continuam utilizando-as. E há muito que precisa ser discutido e debatido a respeito delas também no ambiente escolar. É preciso trazer as redes para as escolas.

Como trazer as redes para as escolas?

Sabemos que existem problemas de todos os tipos, principalmente falta de equipamento e acesso e também a questão do preconceito. Mesmo com esses problemas, acho que há iniciativas que podem ser levadas adiante.

Minha primeira sugestão é um trabalho de conscientização e crítica das potencialidades e dos problemas . Fazer palestras, discutir, trazer pais, alunos e funcionários para o debate. É preciso superar o preconceito, que muitas vezes impera, que essas ferramentas não são necessárias e não importam. Assuntos como fronteiras entre o público e o privado, impactos dos rastros deixados nessas mídias no futuro, uso dessas ferramentas podem ser abordados através de palestras e cursos, além de rudimentos da pesquisa e discussão da veracidade do que se encontra online.

Minha segunda sugestão é que a escola entre na rede. É preciso estar nessas ferramentas, construir uma presença institucional, representar a escola, proporcionar meios de contato e mesmo, meios de informação. Mesmo sem laboratórios e equipamentos, um pouco de presença se pode atingir e um mínimo de informações para a comunidade a respeito do que está sendo desenvolvido nas escolas.

Apenas essas duas estratégias já ajudam muito. Primeiro porque marcam uma consciência da Escola para com o cotidiano dos alunos e da comunidade. E em nenhuma delas é preciso que todos tenham laboratórios, mas é preciso que se aborde a questão. Segundo, porque aumentam também a consciência de uso para essas ferramentas, tanto em termos de sala de aula, quanto de trabalhos escolares. Quanto mais pessoas estiverem conscientes da importância dessas práticas nesses sites, mais facilmente se conseguirá apoio para outras iniciativas. Para aquelas escolas que já dispõem de laboratórios e ferramentas, muito mais pode ser feito. Oficias com os alunos, de modo a mostrar o que pode ser feito na rede em termos de criatividade, discussões a respeito da privacidade e dos riscos da exposição e, sobretudo, criar um canal permanente de informações com a comunidade são o mínimo.

Citação: Jeremiah Spence, “Orkut: catalysis for the Brazilian Internaut”

Fonte: http://www.pontomidia.com.br/raquel/