segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Redes Sociais na Internet


Autora: Raquel Recuero
Editora Sulina

De: R$ 30,00
Por: R$ 23,90
Para comprar por telefone, ligue para 0800 140090

Sinopse

Trata de um fenômeno que toca milhares de usuários ao redor do mundo: surgimento das redes sociais na Internet.

A partir de uma proposta teórico-aplicada, o livro foca as questões teóricas voltadas ao atores, ao capital social e às estruturas das redes sociais, bem como sua aplicação para os estudos na Internet, a popularidade, autoridade e reputação em sites como Fotolog, o Flickr, o Orkut etc. Discute, assim, toda uma cultura da sociabilidade mediada emergentes em diversos grupos e comunidades.

Nos ajuda a ver como as redes sociais na Internet são instrumentos de colaboração e de produção de conhecimento, e como devemos aprender a usá-los para ampliarmos a nossa ação sobre o mundo.

domingo, 3 de outubro de 2010

Especialista ensina como lidar com críticas negativas na internet


19/09/2010
da Livraria da Folha

A web 2.0 trouxe muitas facilidades para o usuário comum e para as grandes corporações. As comunidades e redes sociais permitem evitar o intermediário e aproximar os clientes dos produtos.

Saiba como usar as redes sociais ao seu favor e de sua empresa

Os problemas ocorrem com o fato da internet ser uma via de mão dupla, permitindo que o cidadão comum tenha voz quando deseja fazer algum tipo de reclamação. Blogueiros que possuem um número considerável de audiência podem difundir com rapidez um defeito ou mau atendimento.

As empresas que precisam aprender a lidar com essa ferramenta têm que ter em mente que não podem ignorar críticas negativas. É preciso respondê-las, todo feedback é importante.

Pensando nisso, Tara Hunt ensina em seu livro "O Poder das Redes Sociais" quais são as melhores posturas a serem tomadas nestes casos. Hunt explica como tratar o cliente que reclama, quais atitudes tomar e como lidar com a crítica.

Especializada em marketing em mídias sociais, a autora mostra a importância da web 2.0 para as corporações. Ela trabalha com dois conceitos-chave, o capitalismo social e o whuffie. Eles são a rede de influência e a "moeda" utilizada nela, quanto mais whuffie, ou networking, você tiver mais poderoso é no mundo virtual.

Sempre haverá aqueles que não gostam de você

Mesmo quando você está sendo coberto de amor e afeição e o seu whuffie está nas alturas, sempre haverá alguém na multidão que quer lhe dizer o quanto você não presta. Você pode ser o palestrante mais brilhante do mundo, e fazer que 99% da multidão fique de pé e o ovacione no final da apresentação, mas haverá inevitavelmente aquele cara que decide escrever um post para dizer que você não tem conteúdo e que aquilo que oferece tem muito pouco valor. Você pode ser uma das companhias mais bem-sucedidas da área, com seus produtos evaporando das prateleiras de todas as lojas do país e pessoas lhe escrevendo inúmeras cartas de agradecimento por você ter mudado a vida delas para melhor, e haverá uma mulher escrevendo um blog dedicado a expor todas as formas pela qual você danifica o ambiente com suas políticas internas.

Meu conselho nesses casos é parar de ignorá-los. A melhor maneira de minar a sua conta de whuffie é concentrar-se e envolvê-los em uma luta. O fato é que algum feedback negativo não é construtivo, ele é puramente destrutivo. Nas comunidades on-line nós temos um nome para esse tipo de críticos: odiosos. Esse tipo de pessoa adora destruir um diálogo. E, se você permitir, os odiosos irão fazer você parecer um perdedor aos olhos da comunidade, prejudicando o whuffie que você já tem com pessoas que o respeitam e confiam em você. Normalmente, os odiosos são pessoas que só querem um pouco de atenção e, em meio ao seu sucesso, eles veem uma oportunidade de se destacar como objetores. Para eles, seu whuffie é como algo que possam usar para ganhar o deles ao puxá-lo para baixo. A chave é não deixar isso acontecer, seja por neutralizar a busca dos odiosos por atenção, seja por encontrar uma maneira de fazer deles os seus campeões.

Como você pode dizer quando a crítica é destrutiva ou construtiva? Não é sempre preto no branco, mas aqui estão alguns indicadores de que alguém esteja lhe fazendo críticas destrutivas em vez de estar apenas desapontado por ter tido uma experiência pobre com seu produto:

- O tom é sarcástico em vez de nervoso. Em vez de reclamar com base em assuntos reais, piadas são feitas à sua custa.

- Os comentários são dispersivos. É bastante óbvio que a pessoa nunca testou o seu produto ou então o abordou com a perspectiva pré-concebida de que ela não gostaria dele e encontrou a maneira para fortalecer essa posição.

- Se pedida para elaborar como ela poderia melhorar sua experiência, a crítica é ou o silêncio ou a tentativa de divergir a atenção de qualquer resposta real.

- Nem sempre, mas com bastante frequência, esses comentários destrutivos são feitos em fóruns nos quais o crítico sente que você não está presente ou não lerá - por exemplo, na sessão de comentários do blog de outra pessoa que tenha tido uma experiência positiva com seu produto.

- Geralmente, mas não sempre, comentários destrutivos são feitos por anônimos ou sob pseudônimo.

A maneira de lidar com os odiosos depende do contexto de seus comentários. Se a pessoa escreveu um post em um blog tirando sarro do seu produto, a melhor coisa a fazer é deixar um comentário neutro, mas bem-humorado, mostrando que aquilo não o incomodou. Algo mais ou menos como: "Hahaha. Grande piada! Obrigado por gastar um tempo para escrever isso. Você é bem engraçado". Se o odioso vir que você está incomodado e reconhecer que ele está sendo vigiado, ele normalmente irá mudar o tom das coisas. Mas, se ele responder com mais sarcasmo e maldade, ignorar esse comentários posteriores é altamente recomendável a não ser que você possa se equiparar com a habilidade de cinismo dele. Se os comentários foram deixados no blog de outra pessoa, não responda ao odioso de maneira alguma. Em vez disso, agradeça ao blogueiro pelo feedback e responda a qualquer questão esboçada no post. Nem sequer mencione que você reparou no odioso. O mesmo tratamento vale para um fórum ou tweet. Não se envolva. Se o odioso se direcionar pessoalmente a você, peça a ele que elabore a sua experiência e explique o que ele quer de você para que possa ajudá-lo a sentir-se melhor em relação ao produto. Se ele responder, é porque provavelmente ele não é um odioso, mas um cliente bastante zangado.

O Poder das Redes Sociais
Autor: Tara Hunt
Editora: Gente
Páginas: 280
Quanto: R$ 54,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Google cria formato de imagens para competir com o JPEG

internet
Mídia Digital


Por Redação do IDG Now!
Publicada em 01 de outubro de 2010


Com o nome de WebP, padrão gera arquivos até 40% menores - e mais leves - que o popular rival.

O Google anunciou nesta semana a criação do WebP, um formato de imagens para competir diretamente com o JPEG. Segundo a empresa, o padrão consegue gerar arquivos até 40% menores que o popular rival, sem perda perceptível de qualidade.

O formato usa técnicas do codec de vídeo VP8 para compressão e apresenta tempo de carregamento menor, já que há redução do número de bytes nas fotos. De acordo com o Google, 65% dos bytes trafegados pela Web correspondem a imagens.

Em breve, o WebP também suportará transparências, substituindo - pelo menos parcialmente – o PNG. O Chrome – navegador do próprio Google – deverá ter um patch de conversão para que o browser suporte o formato.

A empresa também criou uma ferramenta de conversão para o formato e também um catálogo para que o internauta possa comparar as imagens deste padrão com o JPEG.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Authors@Google: Albert László Barabási



Authors @ Google no programa welcomed Albert Barab do escritório do Google em Nova York para discutir seu livro, "Explosões: o padrão escondido por trás de tudo que fazemos" ou "BURSTS: The Hidden Pattern Behind Everything We Do".


"Em BURSTS(Abril 2010), Barabasi, diretor do Centro para a Rede Ciência da Northeastern University, quebra um dos pressupostos fundamentais da ciência moderna e tecnologia em relação comportamento humano. Barabasi argumenta que, ao invés de ser aleatório,os seres humanos realmente agem em padrões previsíveis. Nós seguimos por muito tempo períodos de calma rotina seguida por rajadas de repente alto de atividade.
Barabasi demonstra que essas quebras na rotina, ou "explosões", estão presentes em todos os aspectos da nossa existência(?)na forma de escrever e-mails,gastar o nosso dinheiro, gerir a nossa saúde, formar idéias. Barabasi tem mesmo encontrado "rajada" em nossa página clicando em atividade e em linha ciclo de notícias".

Este evento teve lugar no dia 30 de junho de 2010.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fronteiras e Identidades: Reflexões Contemporâneas (24 a 26 de novembro de 2010)


Universidade Federal de Pelotas
http://ich.ufpel.edu.br/fronteiraseidentidades/programacao.html

Programação Geral do Encontro
* Inscrições online para apresentadores de trabalho: até 23 de outubro.
* Inscrições online para ouvintes: até 20 de novembro.
* Inscrições presenciais para ouvintes: 24 de novembro.
* Envio dos aceites para apresentadores de trabalhos: até 27 de outubro.
* Envio dos textos completos: 27 de outubro a 15 de novembro de 2010.

Dia 24 de novembro:

10 horas às 12 horas: Credenciamento
14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 1: "Fronteiras e Relações Internacionais" (Prof. Fernando Camargo)
ST 2: “Identidades em construção: estudos de história do cotidiano” (Prof. Edgar Gandra / Prof. Paulo Possamai)
19:00 às 20:00: Apresentação teatral: “A História é uma História e o homem é o único animal que ri”. Direção: Adriano Morais.
20:00 às 22:30 horas: Conferência: “Elites: trajetórias sociais e projeto político” - Prof. Flávio Heinz (PUCRS)


Dia 25 de novembro:

14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 3: “Cultura e Identidades Coletivas” (Profa. Beatriz Loner)
ST 5: “Cultura material: arte e sociedade” (Prof. Fábio Vergara / Prof. Pedro Luiz Machado Sanches)
19 às 22:30 horas: Conferência: “Identidade comunista: perspectivas interpretativas” - Prof. Dr. Jean Rodrigues Sales (UFRRJ)

Dia 26 de novembro:

14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 4: “Debates sobre História Oral” (Profa. Lorena Almeida Gill)
19 às 22:30 horas: Conferência: “Interfaces entre arte e história” - Prof. Dr. León Kossowitch (USP)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

De que maneira a Internet influencia suas relações sociais?




Publicação Jul 2010
por Mariana Oliveira
Redatora

Todo mundo conhece um entusiasta da internet. Aquele que acha que graças aos cabos conectados todas as pessoas se unem, colaboram e salvam o mundo das cáries. Que insiste para que todo mundo faça seu perfil naquela última rede social que é a novidade da semana, pois através dela você poderá se conectar com o mundo todo, descobrir pessoas que pensam como você, e… Bom, você entendeu: o cara que acha que a internet é a salvação do mundo.

E, no outro extremo, todo mundo também conhece um “apocalíptico” de internet. Sim, aquele que acha que a internet deteriora as relações, que considera um absurdo expor sua vida online, que diz “get a life!” se você permanece muito tempo conectado, e que acha que as amizades se perdem a partir do momento que não marcamos de encontrar um amigo para saber as novidades, apenas mandamos um e-mail. Aquela pessoa que se recusa a participar dos memes de internet e que acha tudo isso uma grande alienação em detrimento aos temas que realmente devem ser debatidos… Bom, você também já reconheceu alguém assim entre o seu círculo social.

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra: o fato é que a Internet trouxe muitas coisas positivas para as relações sociais. Reencontramos amigos do tempo da escola, conhecemos novas pessoas que possuem interesses parecidos com os nossos, conseguimos manter relacionamentos à distância, e por aí vai. Mas o que também não vale é se trancar em casa e viver isolado para só ficar na internet, sem o contato físico, sem sair para ver o mundo.

Uma pesquisa recente do PewResearch em parceria com o grupo Imagining The Internet, da Elon University, entrevistou 895 experts sobre o futuro da web e sua influência nas relações pessoais. A grande maioria dos entrevistados (85%) vê a Internet como uma força positiva na construção de seus relacionamentos, argumentando que, entre outros benefícios, a comunicação online “custa” menos para as pessoas (e este “custo” pode ser medido tanto em dinheiro quanto em tempo). Outra consideração positiva é a eliminação das barreiras geográficas, que facilitam a manutenção de um círculo social que não está próximo fisicamente.

Entre as conseqüências negativas, alguns dos respondentes pontuaram que a Internet nos “rouba” um importante tempo que poderia ser investido nas relações face-a-face; que torna as amizades mais superficiais; e principalmente que a internet permite que as pessoas se isolem em suas opiniões, ao só se relacionar com quem concorda com você – e isto gera intolerância.

Há quem diga que a internet nos afasta das pessoas, e que estamos virtualizando nossos sentimentos: saia do Twitter, encontre seus amigos “de verdade”, vá viver! Eu particularmente já não acredito nessa distinção online/offline, real/virtual: acho extremismo considerar que apenas as relações offline é que podem ser contabilizadas como suas amizades “reais”. Acredito, inclusive, que a Internet tenha contribuído para que as pessoas conheçam mais gente, saiam de casa e se encontrem: o fenômeno dos aplicativos baseados em geolocalização está aí para comprovar isso. Afinal, quem nunca recuperou um contato esquecido por causa das redes sociais? Ou começou uma amizade com aquele colega que apenas cumprimentava nos corredores, mas passou a seguir no Twitter e descobriu várias coisas em comum? Isso sem contar as relações que começam totalmente no virtual e depois partem pro real, rompendo as barreiras físicas (ah, e quem não se lembra de algum casal que se conheceu pela internet?).

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Informação: o melhor escudo contra o cyberbullying


Por Alexandro Cruz - 12/07/10

A entrada das TICs no cotidiano escolar tem trazido, junto com todas as novas possibilidades pedagógicas, novíssimos desafios. A prevenção e o combate do cyberbullying é o exemplo mais atual. A expressão é usada para designar o bullying - termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica - que vem acontecendo entre as crianças e adolescentes no mundo todo por meio da internet e cujo objetivo é humilhar e difamar. Apesar de o alvo ser qualquer indivíduo da rede virtual, o mais preocupante é que essa prática de violência tem sido realizada em grande escala entre os alunos das mais diversas idades.

A pesquisa Geração Interativa, realizada em 2008 pelo Programa EducaRede Brasil, mostra que 12% dos adolescentes entrevistados disseram ter sofrido algum tipo de cyberbullying. Desse resultado, a maioria das humilhações ocorreu pelo ambiente das redes móveis - via celular. O estudo está em sua segunda edição e acontece até agosto deste ano.

De acordo com a responsável pela coordenação-executiva do EducaRede, Priscila Gonsales, esse tipo de violência é o retrato da atual sociedade, cercada por códigos e linguagens digitais. "Cada vez mais os jovens e crianças estão conectados a esse ecossistema e a escola, por sua vez, ainda ignora todos esses recursos", argumenta a especialista ao acrescentar que as crianças de hoje possuem outra motivação para aprender e o uso da tecnologia é indispensável para atender essa demanda.


Para Priscila, escolas não devem isolar aluno, mas fazê-lo conviver com problemas reais para que, depois, possa enfrentá-los sozinho. Priscila aponta que o bullying sempre existiu e com a era digital ele se potencializou em uma amplitude maior, indo para fora dos muros das escolas. "Atualmente, com o cyberbullying, o anonimato ou a própria invisibilidade é maior, é feito de qualquer lugar, pode ser perene à medida que não tem como tirar da rede facilmente e é rápido e cômodo para o agressor", pontua.

Outra dificuldade é saber quem promove essa violência, já que não existe uma característica específica para o divulgador de cyberbullying. "Como antes a humilhação acontecia porque o menino ou a menina era mais forte em relação ao outro, hoje o agressor necessariamente não precisa ser uma pessoa que aparenta ter características agressivas em seu temperamento", exemplifica Priscila.

A especialista destaca que "muitas vezes esses bullyings acontecem sem os alunos saberem que estão fazendo, porque eles não têm uma noção da amplitude de suas ações no meio digital".

Mesmo com uma situação bem preocupante, parece que as escolas cooperam para agravar ainda mais o problema por meio de modelos enganosos de educação digital, cuja navegação tem acesso restrito ou com pesquisas dirigidas, em que o professor lista os sites a serem navegados. "Esse método de navegação adotado está fora da realidade na vida dos alunos, porque eles saem das escolas e vão ligar tudo que está disponível no mundo virtual. Ou seja, como saber dos perigos existentes na web e que atitudes responsáveis como cidadão digital o aluno deverá ter fora da escola, se a instituição não os orienta?", questiona.

Como os professores devem proteger seus alunos?
Em primeiro, Priscila Gonsales atenta que não dá para o educador e a escola ignorar as ferramentas virtuais existentes como aprimoramento na educação. "Na medida em que se trabalha com esses recursos no dia a dia dentro de uma sala de aula, eles tornam-se mais familiares", pontua. Isso permite que os alunos "tenham consciência do problema que possa acontecer com as ameaças virtuais na rede".

Tornou-se primordial que os profissionais de educação tenham em mente que a proteção está vinculada à orientação. Conforme exemplifica a coordenadora do EducaRede, o professor deve mostrar aos seus alunos o significado das ferramentas de internet, assim como o conceito de web 2.0, para que eles consigam analisar os perigos existentes nesse ambiente. "Não tem como falar disso sem planejar e mostrar educativamente como funciona".

Quando se fala na preparação de uma atividade por meio do uso da rede virtual, Priscila pontua que o professor deve produzi-la juntamente com os alunos, tendo a função de ouvir, debater e combinar o que pode ou não ser incluído no projeto. "Ele (professor) também pode trazer esse modelo de discussão para um fórum online ou um chat. O ideal é conhecer melhor os seus alunos para elaborar essa ferramenta", afirma.

O professor precisa também buscar uma constante atualização sobre o que acontece e não ignorar o mundo fora da escola. "Não existe parede no mundo virtual e as escolas e os educadores não devem proibir ou omitir, e sim mostrar, ou seja, realizar um uso responsável", diz Priscila.