terça-feira, 28 de setembro de 2010
Authors@Google: Albert László Barabási
Authors @ Google no programa welcomed Albert Barab do escritório do Google em Nova York para discutir seu livro, "Explosões: o padrão escondido por trás de tudo que fazemos" ou "BURSTS: The Hidden Pattern Behind Everything We Do".
"Em BURSTS(Abril 2010), Barabasi, diretor do Centro para a Rede Ciência da Northeastern University, quebra um dos pressupostos fundamentais da ciência moderna e tecnologia em relação comportamento humano. Barabasi argumenta que, ao invés de ser aleatório,os seres humanos realmente agem em padrões previsíveis. Nós seguimos por muito tempo períodos de calma rotina seguida por rajadas de repente alto de atividade.
Barabasi demonstra que essas quebras na rotina, ou "explosões", estão presentes em todos os aspectos da nossa existência(?)na forma de escrever e-mails,gastar o nosso dinheiro, gerir a nossa saúde, formar idéias. Barabasi tem mesmo encontrado "rajada" em nossa página clicando em atividade e em linha ciclo de notícias".
Este evento teve lugar no dia 30 de junho de 2010.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Fronteiras e Identidades: Reflexões Contemporâneas (24 a 26 de novembro de 2010)

Universidade Federal de Pelotas
http://ich.ufpel.edu.br/fronteiraseidentidades/programacao.html
Programação Geral do Encontro
* Inscrições online para apresentadores de trabalho: até 23 de outubro.
* Inscrições online para ouvintes: até 20 de novembro.
* Inscrições presenciais para ouvintes: 24 de novembro.
* Envio dos aceites para apresentadores de trabalhos: até 27 de outubro.
* Envio dos textos completos: 27 de outubro a 15 de novembro de 2010.
Dia 24 de novembro:
10 horas às 12 horas: Credenciamento
14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 1: "Fronteiras e Relações Internacionais" (Prof. Fernando Camargo)
ST 2: “Identidades em construção: estudos de história do cotidiano” (Prof. Edgar Gandra / Prof. Paulo Possamai)
19:00 às 20:00: Apresentação teatral: “A História é uma História e o homem é o único animal que ri”. Direção: Adriano Morais.
20:00 às 22:30 horas: Conferência: “Elites: trajetórias sociais e projeto político” - Prof. Flávio Heinz (PUCRS)
Dia 25 de novembro:
14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 3: “Cultura e Identidades Coletivas” (Profa. Beatriz Loner)
ST 5: “Cultura material: arte e sociedade” (Prof. Fábio Vergara / Prof. Pedro Luiz Machado Sanches)
19 às 22:30 horas: Conferência: “Identidade comunista: perspectivas interpretativas” - Prof. Dr. Jean Rodrigues Sales (UFRRJ)
Dia 26 de novembro:
14 às 18 horas: Simpósios Temáticos
ST 4: “Debates sobre História Oral” (Profa. Lorena Almeida Gill)
19 às 22:30 horas: Conferência: “Interfaces entre arte e história” - Prof. Dr. León Kossowitch (USP)
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
De que maneira a Internet influencia suas relações sociais?

Publicação Jul 2010
por Mariana Oliveira
Redatora
Todo mundo conhece um entusiasta da internet. Aquele que acha que graças aos cabos conectados todas as pessoas se unem, colaboram e salvam o mundo das cáries. Que insiste para que todo mundo faça seu perfil naquela última rede social que é a novidade da semana, pois através dela você poderá se conectar com o mundo todo, descobrir pessoas que pensam como você, e… Bom, você entendeu: o cara que acha que a internet é a salvação do mundo.
E, no outro extremo, todo mundo também conhece um “apocalíptico” de internet. Sim, aquele que acha que a internet deteriora as relações, que considera um absurdo expor sua vida online, que diz “get a life!” se você permanece muito tempo conectado, e que acha que as amizades se perdem a partir do momento que não marcamos de encontrar um amigo para saber as novidades, apenas mandamos um e-mail. Aquela pessoa que se recusa a participar dos memes de internet e que acha tudo isso uma grande alienação em detrimento aos temas que realmente devem ser debatidos… Bom, você também já reconheceu alguém assim entre o seu círculo social.
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra: o fato é que a Internet trouxe muitas coisas positivas para as relações sociais. Reencontramos amigos do tempo da escola, conhecemos novas pessoas que possuem interesses parecidos com os nossos, conseguimos manter relacionamentos à distância, e por aí vai. Mas o que também não vale é se trancar em casa e viver isolado para só ficar na internet, sem o contato físico, sem sair para ver o mundo.
Uma pesquisa recente do PewResearch em parceria com o grupo Imagining The Internet, da Elon University, entrevistou 895 experts sobre o futuro da web e sua influência nas relações pessoais. A grande maioria dos entrevistados (85%) vê a Internet como uma força positiva na construção de seus relacionamentos, argumentando que, entre outros benefícios, a comunicação online “custa” menos para as pessoas (e este “custo” pode ser medido tanto em dinheiro quanto em tempo). Outra consideração positiva é a eliminação das barreiras geográficas, que facilitam a manutenção de um círculo social que não está próximo fisicamente.
Entre as conseqüências negativas, alguns dos respondentes pontuaram que a Internet nos “rouba” um importante tempo que poderia ser investido nas relações face-a-face; que torna as amizades mais superficiais; e principalmente que a internet permite que as pessoas se isolem em suas opiniões, ao só se relacionar com quem concorda com você – e isto gera intolerância.
Há quem diga que a internet nos afasta das pessoas, e que estamos virtualizando nossos sentimentos: saia do Twitter, encontre seus amigos “de verdade”, vá viver! Eu particularmente já não acredito nessa distinção online/offline, real/virtual: acho extremismo considerar que apenas as relações offline é que podem ser contabilizadas como suas amizades “reais”. Acredito, inclusive, que a Internet tenha contribuído para que as pessoas conheçam mais gente, saiam de casa e se encontrem: o fenômeno dos aplicativos baseados em geolocalização está aí para comprovar isso. Afinal, quem nunca recuperou um contato esquecido por causa das redes sociais? Ou começou uma amizade com aquele colega que apenas cumprimentava nos corredores, mas passou a seguir no Twitter e descobriu várias coisas em comum? Isso sem contar as relações que começam totalmente no virtual e depois partem pro real, rompendo as barreiras físicas (ah, e quem não se lembra de algum casal que se conheceu pela internet?).
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Informação: o melhor escudo contra o cyberbullying

Por Alexandro Cruz - 12/07/10
A entrada das TICs no cotidiano escolar tem trazido, junto com todas as novas possibilidades pedagógicas, novíssimos desafios. A prevenção e o combate do cyberbullying é o exemplo mais atual. A expressão é usada para designar o bullying - termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica - que vem acontecendo entre as crianças e adolescentes no mundo todo por meio da internet e cujo objetivo é humilhar e difamar. Apesar de o alvo ser qualquer indivíduo da rede virtual, o mais preocupante é que essa prática de violência tem sido realizada em grande escala entre os alunos das mais diversas idades.
A pesquisa Geração Interativa, realizada em 2008 pelo Programa EducaRede Brasil, mostra que 12% dos adolescentes entrevistados disseram ter sofrido algum tipo de cyberbullying. Desse resultado, a maioria das humilhações ocorreu pelo ambiente das redes móveis - via celular. O estudo está em sua segunda edição e acontece até agosto deste ano.
De acordo com a responsável pela coordenação-executiva do EducaRede, Priscila Gonsales, esse tipo de violência é o retrato da atual sociedade, cercada por códigos e linguagens digitais. "Cada vez mais os jovens e crianças estão conectados a esse ecossistema e a escola, por sua vez, ainda ignora todos esses recursos", argumenta a especialista ao acrescentar que as crianças de hoje possuem outra motivação para aprender e o uso da tecnologia é indispensável para atender essa demanda.
Para Priscila, escolas não devem isolar aluno, mas fazê-lo conviver com problemas reais para que, depois, possa enfrentá-los sozinho. Priscila aponta que o bullying sempre existiu e com a era digital ele se potencializou em uma amplitude maior, indo para fora dos muros das escolas. "Atualmente, com o cyberbullying, o anonimato ou a própria invisibilidade é maior, é feito de qualquer lugar, pode ser perene à medida que não tem como tirar da rede facilmente e é rápido e cômodo para o agressor", pontua.
Outra dificuldade é saber quem promove essa violência, já que não existe uma característica específica para o divulgador de cyberbullying. "Como antes a humilhação acontecia porque o menino ou a menina era mais forte em relação ao outro, hoje o agressor necessariamente não precisa ser uma pessoa que aparenta ter características agressivas em seu temperamento", exemplifica Priscila.
A especialista destaca que "muitas vezes esses bullyings acontecem sem os alunos saberem que estão fazendo, porque eles não têm uma noção da amplitude de suas ações no meio digital".
Mesmo com uma situação bem preocupante, parece que as escolas cooperam para agravar ainda mais o problema por meio de modelos enganosos de educação digital, cuja navegação tem acesso restrito ou com pesquisas dirigidas, em que o professor lista os sites a serem navegados. "Esse método de navegação adotado está fora da realidade na vida dos alunos, porque eles saem das escolas e vão ligar tudo que está disponível no mundo virtual. Ou seja, como saber dos perigos existentes na web e que atitudes responsáveis como cidadão digital o aluno deverá ter fora da escola, se a instituição não os orienta?", questiona.
Como os professores devem proteger seus alunos?
Em primeiro, Priscila Gonsales atenta que não dá para o educador e a escola ignorar as ferramentas virtuais existentes como aprimoramento na educação. "Na medida em que se trabalha com esses recursos no dia a dia dentro de uma sala de aula, eles tornam-se mais familiares", pontua. Isso permite que os alunos "tenham consciência do problema que possa acontecer com as ameaças virtuais na rede".
Tornou-se primordial que os profissionais de educação tenham em mente que a proteção está vinculada à orientação. Conforme exemplifica a coordenadora do EducaRede, o professor deve mostrar aos seus alunos o significado das ferramentas de internet, assim como o conceito de web 2.0, para que eles consigam analisar os perigos existentes nesse ambiente. "Não tem como falar disso sem planejar e mostrar educativamente como funciona".
Quando se fala na preparação de uma atividade por meio do uso da rede virtual, Priscila pontua que o professor deve produzi-la juntamente com os alunos, tendo a função de ouvir, debater e combinar o que pode ou não ser incluído no projeto. "Ele (professor) também pode trazer esse modelo de discussão para um fórum online ou um chat. O ideal é conhecer melhor os seus alunos para elaborar essa ferramenta", afirma.
O professor precisa também buscar uma constante atualização sobre o que acontece e não ignorar o mundo fora da escola. "Não existe parede no mundo virtual e as escolas e os educadores não devem proibir ou omitir, e sim mostrar, ou seja, realizar um uso responsável", diz Priscila.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Internautas entre 6 e 14 anos já são 12% da população online brasileira
Reportagem
Redação do IDG Now! Tecnologa em primeiro lugar
Publicada em 30 de junho de 2010
Estudo divulgado pela comScore com foco no Brasil aponta que 40,7 milhões de pessoas acessaram a Internet de casa ou do trabalho em maio.
Os internautas entre 6 e 14 anos já representam cerca de 12% do total da população online brasileira, quase se igualando ao total de usuários com 45 anos ou mais. É o que revela pesquisa divulgada nesta quarta-feira (30/6) pela empresa de métricas web comScore.
Segundo o levantamento, realizado com dados de maio de 2010, esses usuários gastam seu tempo na web em atividades de entretenimento (25% do tempo online), mensagens instantâneas (22%) e redes sociais (15%).
Para a comScore, havia em maio, no Brasil, 40,7 milhões de usuários únicos de Internet com 6 anos ou mais, com acesso a partir de suas casas ou locais de trabalho. Considerando outros locais de acesso, como universidades e lan houses, por exemplo, essa população supera 73 milhões, afirma a empresa.
Os números nacionais aproximam-se dos divulgados por outra empresa de pesquisas, a Ibope Nielsen Online. Em maio, segundo a empresa, o Brasil teve 37,3 milhões de usuários ativos de Internet. Considerados todos os tipos de acesso, o total de usuários do País foi de 67,5 milhões em dezembro de 2009.
De acordo com a segmentação realizada pela comScore, os brasileiros entre 15 e 34 anos representam a maior parte dos usuários - 56,1% do total. Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos somam 4,8 milhões (11,9%). Os usuários com 45 anos ou mais representam 13,3% do total.
A comScore também segmentou os visitantes únicos de Internet no Brasil de acordo com a região em que vivem. Sob este aspecto, o Sudeste lidera, com 67% dos visitantes, seguido pelo Sul (14,2%) e pelo Nordeste (10,7%). A região Centro-Oeste tem 6,1% dos usuários e a Norte, 2%.
Redação do IDG Now! Tecnologa em primeiro lugar
Publicada em 30 de junho de 2010
Estudo divulgado pela comScore com foco no Brasil aponta que 40,7 milhões de pessoas acessaram a Internet de casa ou do trabalho em maio.
Os internautas entre 6 e 14 anos já representam cerca de 12% do total da população online brasileira, quase se igualando ao total de usuários com 45 anos ou mais. É o que revela pesquisa divulgada nesta quarta-feira (30/6) pela empresa de métricas web comScore.
Segundo o levantamento, realizado com dados de maio de 2010, esses usuários gastam seu tempo na web em atividades de entretenimento (25% do tempo online), mensagens instantâneas (22%) e redes sociais (15%).
Para a comScore, havia em maio, no Brasil, 40,7 milhões de usuários únicos de Internet com 6 anos ou mais, com acesso a partir de suas casas ou locais de trabalho. Considerando outros locais de acesso, como universidades e lan houses, por exemplo, essa população supera 73 milhões, afirma a empresa.
Os números nacionais aproximam-se dos divulgados por outra empresa de pesquisas, a Ibope Nielsen Online. Em maio, segundo a empresa, o Brasil teve 37,3 milhões de usuários ativos de Internet. Considerados todos os tipos de acesso, o total de usuários do País foi de 67,5 milhões em dezembro de 2009.
De acordo com a segmentação realizada pela comScore, os brasileiros entre 15 e 34 anos representam a maior parte dos usuários - 56,1% do total. Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos somam 4,8 milhões (11,9%). Os usuários com 45 anos ou mais representam 13,3% do total.
A comScore também segmentou os visitantes únicos de Internet no Brasil de acordo com a região em que vivem. Sob este aspecto, o Sudeste lidera, com 67% dos visitantes, seguido pelo Sul (14,2%) e pelo Nordeste (10,7%). A região Centro-Oeste tem 6,1% dos usuários e a Norte, 2%.
Curso de extensão UniRitter - julho 2010
AMBIENTES VIRTUAIS COMO RECURSO PEDAGÓGICOEmenta: Capacitação e atualização em “Ambientes Virtuais como Recurso Pedagógico”.
Ministrante: Ligia Sayão Lobato Coppetti
Público-alvo: Alunos dos cursos de Pedagogia, das Licenciaturas e profissionais da área da educação.
Pré-Requisitos: Pertencer à área da educação
Carga Horária: 10 horas/aula
Local: UniRitter/Porto Alegre
Data e Horário: 14 e 16 de julho de 2010, das 13h30min às 16h50min, tendo mais 2 horas de EaD
Número de Vagas: mínimo 10, máximo 30 alunos
Informações:(51)3230 3391
terça-feira, 15 de junho de 2010
Redes sociais sem faixa etária
Reportagem Estadão.com.br
11 de junho de 2010
Por Agências
As redes sociais não são uma exclusividade das pessoas com menos de 40 anos. Mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos ou mais se mantêm conectados a sites como Facebook, Twitter e MySpace, de acordo com uma pesquisa. E mais de metade dos adultos com idade entre 50 e 64 anos se declaram bons conhecedores da internet.
“Os dados mais recentes nos dizem que as redes sociais estão se tornando cada vez mais uma parte da vida cotidiana, para os norte-americanos com 50 anos ou mais, e especialmente para a geração do baby boom (os nascidos entre 1946 e 1964),” disse Kevin Donnellan, vice-presidente de comunicação da AARP, responsável pela pesquisa.
A poderosa organização de aposentados norte-americanos afirmou que o Facebook é, por larga margem, o mais popular entre os sites de redes sociais, seguido por MySpace, LinkedIn e Twitter.
Cerca de um quarto dos norte-americanos mais velhos participam do Facebook, sendo que 73% deles dizem usar o serviço para se manter em contato com parentes, mas não apenas com filhos e netos.
“Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes,” disse Jean Koppen, autora do estudo.
Ela acrescentou que os adultos mais velhos estão no Facebook para se manter conectados não apenas com suas famílias, mas com seus amigos e colegas.
Cerca de 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto.
“Pouco menos de um quinto dos adultos com 50 anos ou mais dizem não usar a internet,” afirma o relatório.
As constatações se baseiam em uma pesquisa por telefone com 1.863 adultos. Além de manter contato via Facebook e Twitter, os adultos mais velhos também estão cientes das mais recentes tecnologias.
Do total de entrevistados, 83% ouviram falar e 11% planejam comprar o iPad, principalmente para navegar na web, ler notícias, revistas e livros, trocar fotos e assistir a filmes e programas de TV.
Em relação à popularidade da internet na geração com idade superior a 50 anos, revistas e jornais em papel continuam a ser sua fonte preferencial de notícias. Apenas 1% deles disse acompanhar blogs.
(REUTERS)
11 de junho de 2010
Por Agências
As redes sociais não são uma exclusividade das pessoas com menos de 40 anos. Mais de 25% dos norte-americanos com 50 anos ou mais se mantêm conectados a sites como Facebook, Twitter e MySpace, de acordo com uma pesquisa. E mais de metade dos adultos com idade entre 50 e 64 anos se declaram bons conhecedores da internet.
“Os dados mais recentes nos dizem que as redes sociais estão se tornando cada vez mais uma parte da vida cotidiana, para os norte-americanos com 50 anos ou mais, e especialmente para a geração do baby boom (os nascidos entre 1946 e 1964),” disse Kevin Donnellan, vice-presidente de comunicação da AARP, responsável pela pesquisa.
A poderosa organização de aposentados norte-americanos afirmou que o Facebook é, por larga margem, o mais popular entre os sites de redes sociais, seguido por MySpace, LinkedIn e Twitter.
Cerca de um quarto dos norte-americanos mais velhos participam do Facebook, sendo que 73% deles dizem usar o serviço para se manter em contato com parentes, mas não apenas com filhos e netos.
“Eles usam a internet para acompanhar o mundo e também as pessoas que lhes são importantes,” disse Jean Koppen, autora do estudo.
Ela acrescentou que os adultos mais velhos estão no Facebook para se manter conectados não apenas com suas famílias, mas com seus amigos e colegas.
Cerca de 50% dos adultos mais velhos foram apresentados aos sites de redes sociais por um membro da família, em geral, um filho ou neto.
“Pouco menos de um quinto dos adultos com 50 anos ou mais dizem não usar a internet,” afirma o relatório.
As constatações se baseiam em uma pesquisa por telefone com 1.863 adultos. Além de manter contato via Facebook e Twitter, os adultos mais velhos também estão cientes das mais recentes tecnologias.
Do total de entrevistados, 83% ouviram falar e 11% planejam comprar o iPad, principalmente para navegar na web, ler notícias, revistas e livros, trocar fotos e assistir a filmes e programas de TV.
Em relação à popularidade da internet na geração com idade superior a 50 anos, revistas e jornais em papel continuam a ser sua fonte preferencial de notícias. Apenas 1% deles disse acompanhar blogs.
(REUTERS)
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